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domingo, 19 de fevereiro de 2012

O rompimento de Ricardo Gondim com a Igreja Evangélica Brasileira.


Ricardo Gondim, pastor da  Assembleia  de Deus Betesda em São Paulo escreveu nesta semana um texto onde comunicou o seu rompimento com a Igreja Evangélica Brasileira. (Leia o texto aqui)

Confesso que no inicio da minha caminhada cristã as pregações do pastor assembleiano em muito me abençoou. Tive a oportunidade de ouvi-lo pregar algumas vezes, de vê-lo defender a fé apaixonadamente, bem como de ler alguns dos seus livros. Entretanto, de um tempo pra cá, Gondim enveredou-se  por caminhos perigosos, abandonando na esquina da vida, conceitos absolutamente indispensáveis a saúde cristã. Nesta perspectiva, ele abraçou o Teísmo Aberto, negou a Soberania Divina e relativizou as Escrituras. Para piorar a situação ele negou a volta eminente de Cristo, poetizou a Bíblia, além de questionar doutrinas fundamentais ao cristianismo.

Caro leitor, a carta de Gondim bem como o seu desabafo me entristece profundamente. Lamento o fato de que aquele que outrora dizia andar por caminhos  seguros, hoje  tenha optado por trajetos obscuros. Lamento  em saber que aquele que antes pregava as verdades do evangelho, hoje tenha apostatado, negado a ortodoxia bíblica em detrimento de uma fé subjetiva e relativista.

Termino este texto, reproduzindo uma fala  do jornalista Paulo Lopes, que afirmou que José Geraldo Gouveia, um ateu confesso, declarou que Gondim não tem para onde ir a não ser para os braços do ateísmo.

Espero sinceramente que José Geraldo esteja errado. 

Rogando a Deus que reconduza Gondim a verdade.

Renato Vargens
Fonte:

Voz da Verdade?



Que deus é esse? Essa expressão está contida em um dos maiores sucessos do grupo musical a Voz da Verdade. Analisando a teologia dessa banda, que também é uma denominação pseudocristã, pode-se perguntar: que deus é esse,ao qual essa banda prega? Certamente, não é o mesmo Deus do cristianismo, o Deus Uno subsistente em três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
A Voz da Verdade é uma seita que prega o unicismo, doutrina que nega a Santíssima Trindade e só batiza no nome de Jesus, ou seja, um falsa fórmula, um falso batismo. No manual de batismo da Igreja Voz da Verdade, na questão 10, eles perguntam: “Qual o significado da palavra trindade?” E logo abaixo respondem: “teoria religiosa de intenção carnal e diabólica com o sentido de alimentar uma ilusão de satanás que teve a intenção de pluralizar a plenitude da divindade”.¹
A doutrina da trindade é a base do cristianismo histórico, negar essa doutrina é negar a Palavra de Deus (Mt 3.16,17; 28.19; Mc1.9-11; 2Co 13.14; Ef 4.4-6; 1Pe 1.2; Jd vv.20,21).
Acreditar na trindade, não é aceitar três deuses, mas sim, um só Deus em três pessoas. A trindade é uma doutrina monoteísta, ou seja, acredita em um só Deus. A trindade faz parte da história do cristianismo, que escreveu os seus credos baseado nessa doutrina central da cristandade.
Como os evangélicos podem ser tão tolerantes diante de um grupo heterodoxo? Na última marcha para Jesus, o público aclamou a banda, enquanto o organizadores do evento pregavam a unidade da igreja. Recentemente, o pastor Carlos Moíses, líder do conjunto, participou do congresso gideões missionários da última hora. Algumas perguntas precisam provocar no mínimo uma reflexão. Onde está o valor da doutrina? A unidade com uma seita (exclusivista) é melhor do que preservar uma teologia sã e vital para o pensamento cristão? Crer em um deus errado (unicista), não levará para uma “salvação” errada? Será que muitos não acatam seita cristã por haver manifestações em línguas estranhas?
A unidade deve está em torno das doutrinas essenciais, expostas pela Palavra de Deus. A mensagem central do apóstolo João em sua segunda epístola, é que o amor deve andar com a verdade:
“Conosco estarão a graça, a misericórdia e a paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, na verdade e no amor.”(2Jo v.3 Bíblia de Jerusalém)
Andar na verdade e manisfestar o amor levará o cristão a desfrutar da graça, misericórdia e uma vida de paz. A verdade (doutrina ortodoxa) e o amor (manifestado na unidade) devem agir com equilíbrio, pois como lembra o pr. Ciro Zibordi, “o amor sem a verdade é fraco e sem influência. Já a verdade sem amor é rígida demais, sem misericórdia”.² Em Ortordoxy and Heresy, Robert Bowman ensina algo muito importante: “o ensino que se opõe diretamente aos princípios básicos da fé cristã, de maneira que os verdadeiros cristãos têm de se separar daqueles que o defendem”.³
O princípio da separação de grupos heterodoxos, para preservação do rebanho; o amor que evangeliza sectários e o compromisso com a doutrina, deve ser parte do corpo de Cristo na terra. Pois, somente nas verdades essenciais é possível uma unidade bíblica.


Para reflexão:
“A verdade, no entanto, é que não pode haver unidade atropelando-se os pontos essenciais da fé cristã cuja defesa custou tão caro aos mártires. Existem doutrinas não-essenciais que, a nosso ver, não impedem a união entre cristãos, mas outras são fundamentais a uma crença genuinamente bíblica e dessas não podemos abrir mão”.
(HANEGRAAFF, Hank. Cristianismo em crise. Rio de Janeiro: CPAD, 1ed, p. 345).

Referências bibliográficas:

1- SOARES, Ezequias. Esclarecimento sobre a Igreja e o Conjunto Voz da Verdade. Revista Defesa da Fé. São Paulo: ICP.

2- ZIBORDI, Ciro Sanches. Evangelhos que Paulo jamais pregaria. Rio de Janeiro: CPAD,2006, 2ed., p.89.

3- BROWMAN, Robert. Ortodoxy and Herery, p.50. Citado por: LUTZER, Erwin W. Quem é você para julgar? Rio de Janeiro: CPAD, 2005, 1ed, p. 75.
Fonte:http://www.teologiapentecostal.com/2007/07/unidade-crist-e-voz-da-verdade.html
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