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sábado, 25 de março de 2017

O que mais falta Saul?

O Rei Saul foi sim escolhido por Deus, claro a pedido do povo, mais o próprio Deus lhe ungiu por meio de Samuel.
O novo rei começou até bem, Porém deixou a coisa subir pra cabeça, se achando o cara, o bam bam bam, o exclusivo, a ultima bolacha do pacote, começou a trilhar os seus próprios caminhos, desprezando assim os conselhos do Senhor pra sua vida.
Sua situação ficou ainda pior a partir do momento em que coração se encheu de inveja e ciúmes e este começa a perseguir a Davi que está começando a despontar no cenário do povo de Deus.
Saul já desviado de Deus, perdido em suas decisões a passa a buscar a morte do pequeno Davi a todo custo.
Sem muito sucesso, porque Deus era na vida de Davi e Saul agora já era um rejeitado, este vê agora o seu reino escapar aos poucos por entre os dedos.
Perdido sem o Santo Espírito para lhe orientar, agora persegue, prejudica e mata todos que estão fechados ou que ajudam a Davi, auxiliado pelo encapetado Doegue tenta a todo custo exterminar com o sucesso do pequeno Davi, que só cresce a cada dia, seu exército agora já é numeroso, com muitos homens experientes na peleja e que conhecem bem a táticas usadas pelo velho maligno Saul, este no auge do seu desespero vai buscar ajuda do capeta, por meio de uma macumbeira da época, não falta muito para Saul tirar a própria vida, porque deixou a inveja, o orgulho e o ódio habitar profundamente o seu coração.
Nos dias atuais só falta o velho e desviado Saul ir consultar o capeta, se é que ainda não foi (eu sinceramente espero que não), pois está tentando a todo custo prejudicar o pequeno Davi que somente quer levar sua vida sossegada, cuidando daqueles que Deus lhe deu.
Cuidado  Saul do século XXI, para que no auge do seu desespero você mesmo não venha tirar a própria vida.
Deixe Davi em paz, seu reino está a cada dia indo a bancarrota, tente evitar o pior, ainda dar tempo.
Um pouco de Bíblia não faz mal.
By Braga 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A origem do Cristianismo e o surgimento das igrejas

Fonte da imagem: Google imagens

Segundo David Barrett, um renomado pesquisador da Universidade Regent, especialista em analisar dados sobre o cristianismo,o Islamismo é a religião que mais cresce no mundo, porém, o cristianismo ainda é a maior religião do planeta, com seus vários ramos. Entre eles, o católicos romanos, católicos ortodoxos, anglicanos, protestantes luteranos, calvinistas, Wesleyanos, pentecostais, neo pentecostais e por aí vai.
Muitos no decorrer da historia  tem feito a seguinte pergunta:
Como o cristianismo cresceu e se espalhou tão rapidamente no mundo todo?
Longe de ser exaustivo, começarei a partir de hoje escrever uma serie de artigos com o tema: A origem do cristianismo e o surgimento das igrejas.
Depois de muito estudo e pesquisas em fontes confiáveis, passarei a fazer um breve relato sobre como essa religião chamada cristianismo conquistou tantos adeptos no mundo, adeptos esses que deram suas vidas em prol da mensagem do pregador da Galileia.
Analisaremos as perseguições, os cismas, reformas, mecanismos de salvação e fatos importantes no desenvolvimento dessa religião. 
O cristianismo surgiu na região da Palestina, em um pequeno País chamado Israel.
Havia uma promessa para o povo judeu de que O Deus todo poderoso enviaria um salvador para que guiasse essa nação rumo aos propósitos soberanos de Yavé. 
Essa religião teve seu inicio com o nascimento de Jesus (do Grego Iesous, Deus é salvação), a historia é descrita com precisão no evangelho de Lucas no capitulo 2.
Esse Jesus nasceu sob promessa as quais muitas delas encontram-se no livro do profeta Isaías que vaticinou seu nascimento e morte a mais de 500 anos antes do seu nascimento.  
Jesus nasceu em um lar humilde, teve um crescimento sadio, tanto físico como intelectualmente (Lc 2.40), trabalhou como carpinteiro ajudando seu pai e iniciou seu ministério aos trinta anos de idade. Depois de realizar alguns milagres e se tornar-se conhecido na circunvizinhança, chamou para si muitos discípulos, dentre os quais escolheu doze homens os quais ele mesmo os chamou de apóstolos (Mc 3.13-19). 
Jesus trazia uma mensagem diferente dos pregadores de sua época, a nação de Israel nessa ocasião era um reino vassalo que pagava altos tributos para o império romano, devido a isso reinava nos seus territórios muita miséria e doenças incuráveis pra época. Jesus curava as enfermidades daquelas pessoas e trazia-lhe a esperança e o sorriso de volta. 
logo sua fama se espalhou para além dos territórios de Israel e as multidões afluíam ao encontro dele para receber a cura de uma enfermidade ou apenas uma palavra de conforto para suas almas  (Mc 4.14)
Não demorou muitos para os religiosos da época começarem a sentir-se incomodados por aquele humilde pregador, que arrastava as multidões após si e trazia uma mensagem que contrariava a hermenêutica de então.


Continua.
By Frank Braga
Fonte:
 http://www.suapesquisa.com/cristianismo/
Cetadeb, livro os evangelhos e atos

 http://religioes.home.sapo.pt/cristianismo.htm





quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Assembleia de Deus: de onde veio e para onde vai?

Qui, 05/11/2015 por Ciro Sanches Zibordi
Hoje é uma data muito importante para a Assembleia de Deus. Há exatos 105 anos, os missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren partiram de New York, NY, nos Estados Unidos, rumo ao Brasil, onde chegariam depois de uma difícil viagem de duas semanas. Naquele dia 5 de novembro de 1910, eles embarcaram em um navio inglês, onde enfrentariam todo o tipo de dificuldade e de privação na terceira classe, até chegarem a Belém do Pará, em 19 de novembro, à época uma cidade de cerca de duzentos mil habitantes.

Aproveito essa data importante para fazer uma abordagem crítica da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, pioneira do Movimento Pentecostal no Brasil. Aliás, como assembleiano, sinto-me honrado em pertencer a essa instituição histórica que já teve em suas fileiras não somente os mencionados Gunnar Vingren e Daniel Berg, mas também outros homens de Deus como Samuel Nyström, Orlando Boyer, José Amaro da Silva, Eurico Bergstén, Nels J. Nelson, Cícero Canuto de Lima, Paulo Leivas Macalão, Alcebíades Vasconcelos, Estevam Ângelo de Souza, Bernard Johnson, Rodrigo Santana, Isaac Martins, Valdir Nunes Bícego, José Antonio dos Santos, N. Lawrence Olson, Lewi Petrus, João Batista da Slva, José Leôncio da Silva, José Pimentel de Carvalho, Anselmo Silvestre, Alfredo Reikdal e tantos outros.

Graças a Deus, essa igreja centenária ainda é, de modo geral, vigorosa e conta com homens piedosos, fiéis à Palavra do Senhor. Não obstante, ela também vem sofrendo na mão de alguns líderes, pregadores e até cantores que não têm compromisso com a sã doutrina, os quais têm dado lugar a interesses e preferências pessoais, pontos de vistas dissociados das Escrituras, experiências “transcendentais” e modismos injustificáveis. Tudo isso para atraírem multidões incautas, manipuláveis, e aumentarem receitas e patrimônios pessoais, ignorando textos bíblicos como Mateus 7.13-23; 24.12; João 6.60-69; 2 Coríntios 2.17; 2 Timóteo 4.1-5; 1 Timóteo 6.9,10.

Muitos líderes da chamada “nova geração”, sem visão espiritual e discernimento (Ap 3.17-19; Is 5.20; 1 Co 2.15), não valorizam os pregadores e ensinadores que expõem a Palavra de Deus nem prestigiam os cantores que de fato louvam a Deus. Preferem animadores de auditório e celebridades evangélicas, que fazem muitas exigências, não tendo compromisso com a Palavra de Deus e o Deus da Palavra. Tais líderes preferem os astros gospel porque eles conseguem juntar mais gente e, consequentemente, arrecadar bastante dinheiro. Como resultado, todos ficam satisfeitos, exceto o Senhor Jesus.

Em muitos púlpitos (ou palcos?) não há mais espaço para a Palavra de Deus. Boa parte do tempo é ocupado por excesso de música, peças teatrais e coreografias. Como o culto precisa ser divertido e dançante, a exposição da Palavra de Deu tem perdido a primazia. A pregação boa, hoje, é curta e interativa. E para ela ser realmente interessante precisa de um bom fundo musical! Infelizmente, em muitos eventos da Assembleia de Deus — denominação que, ao longo dos anos, se dividiu e se subdividiu —, pregadores (pregadores?) famosos se valem de técnicas de manipulação de massa para conseguirem o seu intento: prender a atenção do público para depois “arrancar” dele a maior quantia em dinheiro vivo, cheques (muitos sem fundo, que geralmente ficam nas igrejas) e bens, como relógios, alianças etc.

Técnicas de manipulação e sugestão psicológica têm sido usadas para supostamente demonstrar o poder de Deus. Alguns “superpregadores”, discípulos de Benny Hinn, têm derrubado pessoas, a fim de “anestesiá-las” e submetê-las a uma “cirurgia celestial”. Quando vários irmãos incautos estão deitados no chão, o “pregador” brada: “Agora vou tirar a anestesia por alguns instantes”. Isso basta para as pessoas caídas começarem a gritar, deixando a plateia bastante eufórica. Sabe como se chama isso? Hipnose!

Nosso tempo não tem sido marcado apenas por imitações, inovações más, misticismos e falsificações dentro das igrejas (At 20.27-30; 2 Pe 2.1,2; 1 Tm 6.3,4). Há também os modelos “milagrosos” de crescimento numérico, conhecidos como G12, M12, MDA e tantos outros. Mas a Assembleia de Deus cresceu no Brasil seguindo o modelo bíblico (2 Tm 1.13; Hb 8.5), e não a estratégias de homens, que passam (1 Pe 1.24,25). Os pioneiros do Movimento Pentecostal foram fiéis à Palavra do Senhor e puseram o fundamento (1 Co 3.10). Cabe a nós, que cremos na operação multiforme do Espírito Santo (1 Co 12.4-11), saber como devemos edificar.

O modelo para nós, hoje, está no livro de Atos dos Apóstolos. Ali encontramos as características do verdadeiro Pentecostes, que gera crentes e igrejas genuinamente pentecostais. As aberrações que vemos em nossos dias se devem ao distanciamento do modelo bíblico-apostólico. Elas são praticadas por movimentos ditos pentecostais, que são, na verdade, neopentecostais. Em Atos 2.1-4, vemos que todos estavam reunidos. A palavra “todos” é inclusiva, o que denota unidade no Espírito. Não havia lugar para discordâncias, contendas, divergências pessoais em torno das coisas de Deus; todos estavam ali, juntos, reunidos. Será que havia naquela igreja espaço para disputas desleais por posição, cargo etc., como temos visto em nossos dias, principalmente em convenções de ministros?

No dia de Pentecostes, veio do Céu um som como de um vento (At 2.2). O verdadeiro poder do Espírito vem do alto (Lc 24.49; At 11.15). O que está ocorrendo atualmente nas igrejas vem mesmo do Céu? A Palavra alerta quanto a espíritos que se passam pelo verdadeiro Espírito de Deus (2 Co 11.4; 1 Jo 4.1). O som que veio do alto era como de um vento; não houve vento natural de fato, e sim algo semelhante a seus efeitos. O vento impulsiona; separa (Sl 1.4 e Mt 3.12); movimenta; fertiliza (Cl 4.16; Jo 3.5,8); limpa; não tem cor (favoritismo, individualismo, discriminação); move-se continuamente (cf. Ec 1.6 e Gn 1.2); espalha perfume; suaviza no calor; vivifica (Ez 37.8-10). Tenhamos cuidado com os ventos que não provêm do Espírito (Mt 7.25; Ef 4.14).

O verdadeiro Pentecostes tem algo “do Céu” para se ouvir, para se ver e para se repartir (cf. At 2.3). Textos como Atos 2.4; 10.44-46 e 11.15 evidenciam que as línguas estranhas repartidas pelo Espírito são o sinal físico inicial do batismo com o Espírito Santo. Elas são apresentadas, também, no Novo Testamento, como dons espirituais (1 Co 12.10,30). Portanto, não foram “quedas de poder” ou risos intermináveis que evidenciaram a manifestação do poder de Deus, e sim línguas “como que de fogo”. E o fogo alastra-se; comunica-se; purifica; ilumina; aquece. A Assembleia de Deus, bem como toda e qualquer igreja que deseja caminhar sob poder do Espírito, precisa desse fogo do Céu!

Diante da manifestação do Espírito de Deus no dia de Pentecostes, muitos zombaram, dizendo: “Estão cheios de mosto” (At 2.13). Aqueles escarnecedores não eram pessoas ímpias, e sim religiosas. Não acontece a mesma coisa, na atualidade? Há muitos zombadores e críticos religiosos. A Palavra de Deus afirma que, no último tempo, haveria escarnecedores (Jd v. 18). No entanto, Pedro, cheio do Espírito Santo, pôs-se em pé e, além de dar uma resposta aos zombeteiros, pregou a Palavra de Deus (At 2.14-36). O verdadeiro Movimento Pentecostal é formado por crentes cheios do Espírito, que ficam de pé para pregar o Evangelho, e não por aqueles que, dando lugar às suas emoções ou seguindo a modismos, caem ao chão para usufruir de “novas unções”. 

Portanto, que cada membro da centenária Assembleia de Deus olhe atentamente para a sua história e se lembre do temor que os pioneiros possuíam, bem como do seu amor à Palavra, seu fervor e seu desejo de evangelizar. Mas que todos olhemos sobretudo para o Novo Testamento, para a igreja de Atos dos Apóstolos, e sigamos o conselho de Paulo contido em 1 Coríntios 11.1: “Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo”.

Ciro Sanches Zibordi
Fonte:
 http://www.cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/apologetica-crista/169/assembleia-de-deus:-de-onde-veio-e-para-onde-vai-.html


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

11 anos de casamento

Há 11 anos atrás o dia 18 de setembro foi em um sábado e foi o dia que nos casamos e hoje faz exatamente 4018 (quatro mil e dezoito dias ) que estamos casados, visto que já passamos por três anos bissextos.
Quando muitos não acreditaram em nosso amor, inclusive muitas pessoas chegadas, mais quem disse que nós ligamos pra isso, passamos poucas e boas juntos pra manter o o nosso amor, ninguém prometeu que seria fácil mesmo.
lembro de todos os mínimos detalhes, quando você desceu do ônibus, quando me olhou, lembro do nosso primeiro encontro, lembro dos nossos desencontros e do nosso reencontro.
Não posso dizer que sinto o mesmo amor que sentia por você, porque com o passar dos janeiros te amo muito mais que antes. 
Olha o dia aí meu amor, o dia que nos conhecemos, quem diria que eu viria do Pará pro Mato Grosso casar com uma paraense?
Muito obrigado por me suportar até hoje e vai ter que suportar muito mais tempo ainda, pois Deus vai nos dar muitos mais anos juntos.
Obrigado pelos filhos maravilhosos que me deu


Te amo meu amor, hoje é um dia especial pra nós.


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sobre a guarda do sábado


Titulo original da fonte

(Fuja da sabadolatria de Ellen G. White)


Fonte da imagem Google imagens

Tenho o mesmo pensamento do erudito Hank Hanegraaff a respeito do adventismo do sétimo dia: “o adventismo do sétimo dia é multifacetado” (O Livro das Respostas Bíblicas, CPAD, p.379). Não generalizo; reconheço que há adventistasortodoxos, que aceitam os princípios da fé cristã histórica, e liberais, que contradizem a encarnação do Verbo, a ressurreição corpórea e a infalibilidade das Escrituras.

Mas o pior segmento do adventismo é o 
sabadólatra, que, além de se especializar em doutrinas extravagantes, como o sono da alma, confere status de profetisa a Ellen G. White (1827-1915) e propaga as suas teses sabadolátricas, inclusive em programas de televisão.

Nas obras da eminente adventista mencionada há muitas invencionices acerca da guarda do sábado. Ela chega a considerar a observância do sábado necessária para confirmar a salvação dos que creem em Jesus Cristo! A sabadolatria, sem dúvida, é a maior heresia do adventismo do sétimo dia, a qual vem sendo muito propagada mediante certo programa de televisão.


Ellen G. White afirmou, em sua obra mais famosa, que a desobediência ao quarto mandamento do Decálogo é a causa de existirem tantos pecadores no mundo: “Tivesse sido o sábado universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo” (O Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, p.436). Então, por que a Bíblia não diz, em 2 Coríntios 5.17: “Quem guarda o sábado nova criatura é”? O que liberta o ser humano do poder do pecado e lhe outorga uma nova vida é o estar em Cristo (2 Co 5.17), e não a guarda do sábado.


Em outra obra, Patriarcas e Profetas, a senhora White asseverou: “o sábado é um sinal do poder de Cristo para nos fazer santos. E é dado a todos quantos Cristo santifica. Como sinal de Seu poder santificador, o sábado é dado a todos quantos, por meio de Cristo, se tornam parte do Israel de Deus” (citado no Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, Casa Publicadora Brasileira, p.591). Nesse caso, os cristãos que não guardam o sábado não podem ser verdadeiramente santos? Não são mais o sangue de Jesus, a Palavra de Deus e o Espírito Santo que nos santificam?


Outra invencionice sabadolátrica da senhora White diz respeito ao ministério terreno do Senhor Jesus: “Cristo, durante Seu ministério terrestre, deu ênfase aos imperiosos reclamos do sábado; em todo o Seu ensino Ele mostrou reverência pela instituição que Ele mesmo dera” (idem, p.590). A bem da verdade, o Senhor Jesus nunca ensinou a guarda do sábado! No Sermão da Montanha (Mt 5-7) nada foi dito a respeito da guarda do sábado. E olha que o Senhor aludiu ao Decálogo várias vezes! Ele só falou do sábado quando foi confrontado pelos fariseus (Mt 12.1-14).


Jesus disse que os verdadeiros adoradores adoram o Pai em espírito e em verdade (Jo 4.23,24). Mas a senhora White acrescentou: “os adoradores de Deus se distinguirão especialmente pelo respeito ao quarto mandamento — dado o fato de ser este o sinal de Seu poder criador, e testemunha de Seu direito à reverência e homenagem do homem” (O Grande Conflito, p.445).


Aliás, Ellen G. White, em sua tentativa de sacralizar ou endeusar o sábado, acrescentou várias palavras à revelação divina contida em Gênesis: “O sábado foi confiado a Adão, pai e representante de toda a família humana. [...] A instituição do sábado, que se originou no Éden, é tão antiga como o próprio mundo. Foi observado por todos os patriarcas, desde a criação”(Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p.589). Ela também disse:“o sábado foi guardado por Adão em sua inocência no santo Éden; por Adão, depois de caído mas arrependido, quando expulso de sua feliz morada. Foi guardado por todos os patriarcas, desde Abel até o justo Noé, até Abraão, Jacó” (O Grande Conflito, p.453).


Onde está escrito, em Gênesis, que Adão, Enoque, Noé, Abraão, Isaque e Jacó guardaram o sábado? Quando Deus ordenou que Adão e seus descendentes deveriam guardar o sábado? Em Gênesis 2.1-3 está escrito que o Senhor, após ter concluído a obra da Criação, abençoou e santificou o sétimo dia. Mas isso não significa que Ele instituiu, ali, um mandamento eterno para toda a humanidade. Isso é uma grande invencionice da “profetisa” Ellen G. White, dos pregadores e telepregadores da sabadolatria.


A senhora White afirmou que, ao ser proclamada a lei, no Sinai, “as primeiras palavras do quarto mandamento foram: ‘Lembra-te do dia do sábado, para o santificar’ (Êx 20:8), mostrando que o sábado não foi instituído ali; aponta-se-nos a sua origem na criação” (Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p.589). Ora, a instituição da guarda do sábado para os israelitas ocorreu após a saída do Egito — e, por isso, é mencionada em Êxodo 16 —, antes, portanto, do Sinai. Daí o Senhor ter dito: “Lembra-te”. Mais uma vez a senhora White, valendo-se da eisegese, falsifica a Palavra de Deus (cf. 2 Co 2.17).


Segundo a Bíblia, a instituição da guarda do sábado ocorreu após a saída do povo de Israel do Egito: “E ele [Moisés] disse-lhes [aos israelitas]: Isto é o que o SENHOR tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR” (Êx 16.23). Aqui, vemos a primeira menção, no Pentateuco, à guarda do sábado. O mandamento da guarda do sábado está, claramente, ligado à libertação do Egito (Dt 5.15).


Segue-se que a guarda do sábado foi dada exclusivamente a Israel e os estrangeiros que habitassem em sua terra (Êx 20.1,2,8; 31.13; Is 56). O fato de o Criador ter santificado e abençoado o sábado após a Criação não denota que Ele tenha ordenado que o sétimo dia, a partir daquele momento, deveria ser guardado por Adão e sua descendência. A única ordenança de Deus para o homem, em Gênesis 2, foi esta: “De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (vv.16,17).


Finalmente, a “profetisa” Ellen G. White disse, com base em Apocalipse 11.19, que os dez mandamentos estão guardados dentro da arca, no Céu, e que a guarda do sábado jamais foi abolida. E acrescenta: “Não puderam achar nas Escrituras prova alguma de que o quarto mandamento tivesse sido abolido, ou de que o sábado fora mudado” (O Grande Conflito, p.433). Ora, o Decálogo faz parte da lei mosaica. E esta foi, sim, abolida, após a manifestação em carne do Senhor Jesus e sua obra expiatória (Jo 1.14-17; Lc 16.16; Rm 10.4; Cl 2.14-16).


Que Deus nos guarde da sabadolatria e de todas as formas de idolatria (Gl 5.20; 1 Co 5.11; 10.7,14; 1 Jo 5.21). E que observemos o primeiro e grande mandamento apresentado pelo Senhor Jesus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22.37).


Ciro Sanches Zibordi
Fonte: http://cirozibordi.blogspot.com.br/2011/12/fuja-da-sabadolatria-de-ellen-g-white-e.html

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Pr. Lucinho e as mulheres de Abel e Caim

Durante o seu programa “Nunca é Tarde”, o pastor Lúcio Barreto (mas conhecido como pastor Lucinho) da Igreja Batista da Lagoinha, respondeu à pergunta de um expectador sobre as esposas de Caim e Abel, afirmando acreditar que elas foram criadas da mesma forma que Eva. A resposta do pastor causou polêmica nas redes sociais, sobretudo por outros pastores, que afirmam que essa teoria é anti-bíblica.
Ao responder a pergunta, o pastor afirma existir três teorias sobre o tema. Uma delas, segundo ele, é a de que essas pessoas (as esposas) seriam outros seres que não humanos, como gigantes, extraterrestres ou até mesmo anjos. A segunda teoria apontada por Lúcio Barreto é a de que Deus já havia criado outros povos, antes de criar Adão e Eva, e que desses povos saíram as esposas de Caim e Abel.
Porém, o pastor afirma que a teoria na qual acredita e a de que “assim como Deus fez uma esposa para Adão, Deus fez esposas para Caim e para Abel”. Ele completa ainda sua teoria sobre o tema afirmando que “isso não está escrito na Bíblia”, mas que “a Bíblia com a gente quando ela fala, e Bíblia fala com a gente quando ela não fala”.
– Eu creio que Deus fez esposas, que Deus fez essas mulheres para Caim e Abel – ressaltou o pastor, afirmando ainda que assuntos que a Bíblia não aborda diretamente não deveriam preocupar os cristãos.
As afirmações do pastor motivaram uma série de críticas nas redes sociais, e por parte de outros pastores. Um dos questionamentos recorrentes, como destacado por Antognoni Misael, no site Púlpito Cristão é “se Deus teria feito estas duas mulheres já em pecado ou se após criá-las elas comeram do fruto proibido”.
Ao comenta a publicação do “Púlpito Cristão” sobre o vídeo, José Carlos da Silva citando Gênesis 5:4: “E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas”.
– Como muitas pessoas se baseiam na sua própria ignorância, elas dizem que Adão e Eva só tiveram três filhos machos, não tendo como gerar a humanidade. Assim vemos que estas teorias falham, pois só na lei do Moisés e que o incesto é citado como pecado, pois Sarah era meia-irmã de Abraão. Nada nos impede de afirmar que os filhos de Adão e Eva casaram-se entre si – ressaltou Silva.
Em seu blog, o pastor Renato Vargens afirma acreditar que o pastor Lucinho está “absolutamente equivocado”, e lista uma série de explicações para refutar a teoria defendida pelo pastor da Igreja Batista da Lagoinha. Segundo Vargens “fundamentar ensinos fora da Palavra de Deus além de tendencioso pode promover heresias, mesmo porque, para nós, protestantes, as Escrituras devem ser a única e exclusiva regra de fé”.
– Não conheço nenhum teólogo ao longo da história que tenha defendido o ensino de Lucinho – afirma Renato Vargens, ressaltando que “pelas Escrituras chegamos à conclusão que a única resposta possível é que a esposa deste tenha sido sua irmã, sobrinha ou sobrinha-neta”.
Vargens cita também versículos como Gênesis 5:4, que levam a entender que Adão e Eva tiveram outros filhos, e diz que “ao afirmar que Deus criou mulheres para Caim e Abel, Lucinho demonstrou desconhecer as doutrinas fundamentais das Escrituras”.
– Se Deus criou mulheres para Caim e Abel, isto significa dizer que Deus criou mulheres perfeitas, sem pecado, que vieram a casar-se com homens pecadores. Incoerente isso não é verdade? Além disso, se a humanidade estava debaixo da maldição divina sofrendo as consequências do pecado original, como Deus iria criar “do nada” mulheres sem pecado para Caim e Abel? – questiona o pastor.
– Para nós protestantes, as Escrituras são por definição a única Palavra de Deus escrita como também a única expressão verbal das verdades de Deus publicamente acessível, visível, e infalível no mundo. A Bíblia possui suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; e somente ela é o árbitro de todas as controvérsias – finaliza Renato Vargens.
Assista ao vídeo que motivou a polêmica:

Por Dan Martins, para o Gospel+
 Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/lucinho-causa-polemica-afirmar-deus-fez-esposas-caim-abel-67185.html

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

As Mudanças e Seus Reflexos em Nossa Vida

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As constantes mudanças na estrutura da sociedade como um todo, muitas vezes nos obrigam a fazer mudanças em algumas áreas de nossas vidas, sejam elas pessoal, familiar, profissional e até mesmo espiritual.
O grande problema é que nem sempre essas mudança  são vista com com bons olhos, seja por nós mesmo ou pelas pessoas que estão a nossa volta.
É normal hoje em dia devido a crise multidimensional pela qual vem passando o nosso País, ver pessoas tendo que se reinventar profissionalmente  e isso constitui-se uma grande mudança para essas pessoas, visto que muitas das vezes tem que alterar sua rotina cotidiana, como horário de trabalho, ambiente, meio de transportes dentre outros.
Uma mudança de emprego pode trazer muitas mudanças positivas, pois de repente consegue-se um salario melhor e até mesmo a promoção tão desejada, mais é preciso ter muita cautela na hora de decidir mudar de emprego pois as vezes aquilo que era pra ser uma benção e realização pode transformar-se em uma situação quase irreversível.
As mudanças de cidade, estado e até mesmo País também é muito comum nos dias atuais, o povo brasileiro tem a fama de mudar muito e isso é facilmente comprovado quando temos um grupo grande de amigos ou conhecidos e logo   identificamos  pessoas de vários lugares do Brasil, pessoas que migraram de suas terras de origem para outros lugares em busca de mais qualidade de vida, melhores oportunidades, mais educação e saúde,
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Mais essa mudança também deve ser encarada com muito pé no chão, visto que que isso vai mudar  radicalmente a vida daqueles que o fazem, pois muitas das vezes muda-se de cidades pequenas onde se conhece quase todas as pessoas para grandes centros onde tudo é diferente e agora essa pessoa encontra-se praticamente como um estranho e em sua frente tem o enorme desafio de conviver com pessoas de cultura, culinária e costumes diferentes dos seus e isso muitas das vezes não é assimilado rapidamente por grande parte das pessoas, que não se acostumam com a nova realidade e acabam tendo que voltar para seus lugares de origem, acarretando sobre suas vidas enorme transtorno.
Outro tipo de mudança muito vista na atualidade é a mudança espiritual, quem nunca teve um amigo que um dia apareceu diferente no trabalho, que outrora fumava, bebia e até mesmo se drogava e de repente uma repentina metamorfose , todos se surpreendem com a mudança de estilo e costume dessa pessoa.
Na verdade vivemos em um País onde temos liberdade para fazer aquilo que achamos melhor para nós, desde que isso não confronte com as leis vigentes, cada um faz o que acha que é melhor para si.
Muitas das vezes nos encontramos em determinadas situações em que temos que fazer mudanças em nossas vidas ainda que isso venha ser visto com maus olhos por algumas pessoas que estão mais próximo de nós.
Quando essas mudanças acontecem conosco e as vezes nos tornamos diferentes de muitos que se dizem amigos, é hora de ver quem realmente é amigo e quem não é, porque existem muitas pessoas que são nossos amigos até ao ponto que nós pensamos exatamente como elas e não discordamos do seu ponto de vista. Pessoas que assim agem na verdade nunca foram nossos amigos.
Quem tem que entender a hora de mudar somos nós, pois existe um ditado que diz: Só quem calça o sapato sabe onde ele aperta, ninguém é obrigado a viver um estilo de vida que não faz mais bem pra si mesmo só pra agradar alguns, ninguém é obrigado a frequentar lugares que não se sinta mais bem, só porque alguns ficarão desapontados se  acaso deixar de frequentar esses lugares.
É bem certo que como cristão faço minhas escolhas, decisões e mudanças com base na vontade e direção de Deus pra minha vida, porque quando eu saio  da vontade de Deus estou sujeito a fazer mudanças que trarão consequências drásticas para mim. Enfim saiba a hora exata de fazer mudanças em sua vida, não mude apenas para agradar os caprichos de alguns e não deixe de mudar só porque algumas pessoas que se dizem seus amigos ficarão desapontados pela sua decisão, mude par melhor, mude porque isso será o melhor que você pode fazer agora, mude porque você tem certeza que essa é a vontade de deus pra você e depois verá que isso só trouxe benefícios e os amigos que você perdeu devido essa mudança, fique tranquilo eles não eram seus amigos.
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Eu mesmo já fiz muitas mudanças em minha vida, há tempos atrás eu vivia sozinho e decidi casar-me  e confesso que essa foi uma das melhores mudanças que já fiz, já mudei também de cidade e estado por algumas vezes e isso só vei a me acrescentar alguma coisa de bom e ultimamente fiz uma mudança na área espiritual e a partir de então estou muito em paz com Deus e comigo mesmo, embora muitas pessoas ficaram desapontadas comigo e muitos que se diziam meus amigos hoje me desprezam, eu não estou nem um pouco preocupado com isso, mudei e quando entender que que seja hora mudarei de novo, seja lá qual  for a área da minha vida.
por isso se for preciso mude, mudar pode ser a solução.

By Frank Braga