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domingo, 29 de setembro de 2013

Seguindo o exemplo de Jesus


Graça e paz meu amados irmãos e amigos, depois de um bom tempo sem escrever praticamente nada no meu blog, hoje consegui encontrar um tempinho pra escrever este pequeno artigo.
Na verdade ando muito empenhado entre trabalho secular e estudo, minha vida tem sido uma correria só.
pulo da cama as seis horas da manhã, tenho um pequeno devocional e saio pro trabalho, após o expediente vou do trabalho direto pro colégio. Só apareço novamente em casa lá pelas onze horas da noite para estar um pouco com minha princesa Eliude e meu filhão e ainda dar um beijinho na Sarah Ellen que logo estará chegando pra alegrar ainda mais a nossa vida.
Muitas vezes quando chego em casa tenho quer ler alguma coisa para trabalho ou prova do curso, entre tantas correrias fica muito complicado escrever no meu blog.
Agora mesmo estou montando um slide para apresentar na sexta feira, trabalho de processos de produção, mas, como estive em uma reunião com a liderança, obreiros e esposas da IeadFaz Nova Jerusalém hoje pela manhã, não poderia deixar de escrever algo sobre o que vi e ouvi ali naquele lugar.
A reunião iniciou-se nove horas da manhã com os hinos da HC e leitura da palavra, logo após tiramos um período de oração de joelhos no qual foi feito um clamor  pela  IEADFAZ  e sua liderança juntamente com  nosso Pr. presidente  Sergio da Silva
tivemos um estudo simplesmente maravilhoso com o Pastor Reginaldo Euclides( Pr. local), que foi profundamente usado por Deus para nos trazer uma mensagem diretamente do coração de Deus para os nossos corações.
Ele leu o texto que encontra-se no evangelho de Mateus 9.38, que diz: Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande mais ceifeiros para a sua seara.
Abordou com muita propriedade sobre a questão da origem da nossa chamada, se realmente fomos chamados por Deus ou por homens, falou concernente, a motivação de cada um na obra de Deus, se trabalhamos por amor a Deus ou apenas pra sermos vistos pelos homens.
Pr. Reginaldo falou ainda entre muitas outras coisas maravilhosas de uma qualidade indispensável para aquele(a) chamado (a) para a obra de Deus, humildade, disse que isso está faltando na vida de muitos dentro da casa do Senhor, falou ainda que muitos querem apenas ser senhor e não mais servos, enfatizou que devemos ensinar não apenas com palavras bonitas, mais com gestos que expressem essas palavras e com a própria vida.
Nesse momento fugindo o pouco do convencional, pediu que lhe trouxessem uma bacia com água e uma toalha e tirando sua gravata e seu paletó pediu a presença de um voluntário que lhe ouvia na plateia, vindo assim um cooperador da congregação. O Pr. Reginaldo pediu então que o jovem obreiro tirasse seus sapatos e meias e então, enfatizando o exemplo do nosso grande Mestre, Senhor e Salvador Jesus  Cristo, diante de todos os presentes naquelas reunião de liderança lavou e secou os pés do irmão.



Pareceu um gesto muito simples, mais carregado de um valor espiritual muito grande para todos os presentes na quele lugar.
Ele falou ainda sobre um maior comprometimento de todos de um modo geral com as coisas de Deus e com a igreja local, abordou sobre a união, fator primordial para o crescimento sadio da igreja e finalizamos aquela reunião com oração fervorosa, todos de mãos dadas e muitos falando em línguas estranhas com os céus, que coisa maravilhosa, Glórias a Deus todo poderoso que ainda fala com os seus filhos e ainda usa homens e mulheres para proclamar as boas novas.
Logo após saciarmos a alma com o alimento do Céu, foi a vez de saciarmos o corpo físico com um maravilhoso almoço que nos esperava no anexo, preparado pelas irmãs e irmãos.
Que o Senhor continue abençoando a sua Igreja na Fazenda Rio Grande.
Um forte abraço a todos que o Senhor Deus lhe conceda uma semana abençoada
                                                                 
                                                                                By Frank Braga seu irmão e servo

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A morte da CGADB


Por Gutierres Fernandes Siqueira

Algumas pessoas me perguntam porque deixei de escrever sobre a Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB). Eis o motivo: A CGADB morreu! Aquela instituição criada na década de 1930 para auxiliar os pastores e as igrejas das Assembleias de Deus já não existe. Hoje o que há é uma disputa sem fim pelo poder e uma judicialização da instituição.

Toda semana há uma decisão judicial em torno desse tema. Em um dia a turma A consegue uma vitória contra a turma B. No dia seguinte a turma B ganha uma ação da turma A. Um briga pelo cargo que perdeu. Outro que preservar o cargo que ganhou. E o Reino de Deus? Bom, isso não está em questão. É uma briga meramente pela glória humana. A CGADB é uma instituição mundana.

E não me venham falar em anjos. Não há anjos nessa disputa. É briga de coronéis.

Em certo sentido, a disputa por poder na Convenção Geral não é algo novo. Crises e disputas sempre existiram, pois o passado idílico é mera fantasia. Não é à toa o nascimento da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil- Ministério de Madureira (CONAMAD) em 1989 na cidade de Salvador (BA). Alguns coronéis são bem antigos.

Então, como jaz em túmulo turbulento, a CGADB perdeu a relevância. Hoje essa organização não faz nenhuma diferença na vida das igrejas, mas é fonte de constante escândalo e vergonha para a centenária denominação. Assembleianos, lembrai que as Assembleias de Deus estão acima da Convenção Geral. E a Igreja (com I maiúsculo) está acima disso tudo.

Fonte: http://www.teologiapentecostal.com/2013/09/a-morte-da-cgadb.html


Quão nojento é o triunfalismo!



Por Gutierres Fernandes Siqueira

“Que mais direi? Não tenho tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas, os quais pela fé conquistaram reinos, praticaram a justiça, alcançaram o cumprimento de promessas, fecharam a boca de leões, apagaram o poder do fogo e escaparam do fio da espada; da fraqueza tiraram força, tornaram-se poderosos na batalha e puseram em fuga exércitos estrangeiros. Houve mulheres que, pela ressurreição, tiveram de volta os seus mortos. Alguns foram torturados e recusaram ser libertados, para poderem alcançar uma ressurreição superior. Outros enfrentaram zombaria e açoites, outros ainda foram acorrentados e colocados na prisão, apedrejados, serrados ao meio, postos à prova, mortos ao fio da espada. Andaram errantes, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos e maltratados. O mundo não era digno deles. Vagaram pelos desertos e montes, pelas cavernas e grutas. Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido. Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem eles aperfeiçoados”. [Hebreus 11.32-40] 
É triste quando uma mensagem dita evangélica 
mais parece a pregação da Seicho-No-Ie!
“O único modo de se tornar rico com um livro de autoajuda é escrever um”! [Christopher Buckley e John Tierney em God is My Broker] 

Não faz muito tempo um membro de uma igreja em nossa região perdeu o filho tragicamente. O garoto de nove anos esperava o ônibus escolar junto com o pai quando foi atingido por uma bala perdida. O caso foi tão triste e chocante que teve ampla cobertura pela imprensa local. Todas as igrejas da região comentaram o caso e lamentaram tamanha perda. A família, infelizmente, foi mais uma vítima inocente da violência presente neste país.

Quando eu cheguei no culto em uma igreja do bairro vizinho eu pensei: “Com uma notícia tão triste como essa (que abalou toda uma região da cidade) ninguém terá coragem de pregar as baboseiras triunfalistas”. Como eu estava enganado! O infeliz pregador chegou a dizer que derrota não era coisa de cristão e que Deus sempre nos enche de vitória. As palavras não foram literalmente essas, mas o espírito do comentário era exatamente esse. Eu sai do culto escandalizado, pois vi que nem a tragédia sensibiliza os triunfalistas.

Quando o modelo esgotará?

Fico-me perguntando: Quando os evangélicos brasileiros estarão fartos e enjoados das “mensagens de autoajuda”? Será que esse modelo triunfalista se esgotará em um futuro não tão distante? Quando as pessoas “cairão na real” e verão que esse tipo de pregação nada tem de evangelho?

É desanimador ver que o modelo triunfalista nem apresente pequenos sinais de esgotamento.

Sim, muitas pessoas estão revoltadas com tudo isso, mas essas “muitas pessoas” são poucas para o universo de milhões de evangélicos. Há muitos, também, que não pregam mensagens triunfalistas, mas ao mesmo tempo toleram que tais mensagens sejam livremente pregadas em suas igrejas. Nós aprendemos com a Igreja em Tiatira que a tolerância para com o erro é igualmente errada. Será que queremos ouvir do Senhor isso: “Conheço as suas obras, o seu amor, a sua fé, o seu serviço e a sua perseverança, e sei que você está fazendo mais agora do que no princípio. No entanto, contra você tenho isto: você tolera Jezabel” [Apocalipse 2.19-20a]?

Fonte: http://www.teologiapentecostal.com/2012/05/quao-nojento-e-o-triunfalismo.html

domingo, 18 de agosto de 2013

Monte Sião" lugar de benção"

Salmo 87:2-3 diz: "o SENHOR ama as portas de Sião mais do que as habitações todas de Jacó. Gloriosas coisas se têm dito de ti, ó cidade de Deus!" Sendo citada mais de 150 vezes na Bíblia, a palavra “Sião” essencialmente significa “fortificação”. Na Bíblia, Sião é a cidade de Davi e a cidade de Deus. À medida que a Bíblia progride, a palavra Sião deixa de se referir à cidade física e passa a assumir um contexto espiritual.

Em Fazenda Rio Grande Paraná, existe uma congregação da IEADFAZ com o nome de Monte Sião, lugar que pra mim e minha família foi benção pura.
chegamos nesse igreja no dia 16 de janeiro de 2011
Conhecemos muitas pessoas maravilhosas, com as quais tivemos uma enorme comunhão, estamos saindo, graças a Deus sem nem um desentendimento com ninguém.
Estaremos sempre juntos, e manteremos a a mesma comunhão
Muito obrigado povo lindo do Monte Sião, pelos quase três anos juntos adorando e servindo a Deus juntos.
Essa foi bem na nossa chegada, nunca esqueceremos de como  fomos tão bem acolhidos por esse povo

Como esquecer de um povo que acolhe aqueles que chegam e dá oportunidade para trabalhar?
Como esquecer desse povo animado e festeiro?

Foram muitos bons momentos juntos
Contemplação da presença de Deus

Vimos nosso filho crescer aqui
Foi tudo muito bom

Meu filho, meu tudo

Foi um tempo de muita Kononya
Amigos vieram nos visitar e se alegraram conosco

E fizemos muitos amigos

Momentos felizes
Confraternização
Aprendi a amar esse pequeno rebanho

                                                                                             De Frank Braga, Eliude Braga e Tálybe Braga.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Como identificar uma "farofa"


O termo "farofa" é muito empregado na minha região para identificar indivíduos que falam muito, constroem enormes castelos de areia, prometem mundos e fundos, mas suas palavras são vazias e pouco significam. São os famosos "abobrinhas", cascateiros, falastrões, os quais, por causa de sua verborragia, acabam metendo os pés pelas mãos. Eles estão entre nós e não nos é muito difícil identificá-los.

O típico "farofa" é cheio de sonhos irrealizáveis. Quando um deles conversa conosco, vemo-nos diante de alguém que, sem exagero, passa a impressão de que será alçado nos próximos dias à condição de Secretário-Geral da ONU tal é a sua obsessão por grandeza e o seu suposto poder de convencimento, com argumentos bem articulados. É o uso da famosa lábia.

Conhece-se também o "farofa" pelo seu oportunismo. Ele está sempre em busca de levar vantagem. Os seus projetos megalomaníacos têm como finalidade, antes de tudo, satisfazer o seu ego e render alguns "cascalhos", porque, afinal, "ninguém é de ferro". O discurso da solidariedade é mera estratégia para furar o cerco e "mamar" em alguma "teta" que estiver disponível ou puder ser dividida com a sua "boquinha" insaciável.

O "farofa" costuma, ainda, ser bazofeiro nas horas mais inoportunas por lhe faltar o senso do ridículo e querer aparecer na "fita" nem que seja fazendo "ponta". Aliás, bem esfarrapada. Ele não se importa em ser exposto desde que a sua "cara" esteja no "pedaço", embora isso lhe possa custar uma repreensão pública. É o típico "papagaio de pirata". Adora aparecer nas fotos alheias.

É, também, hábito do "farofa" pular de galho em galho, com iniciativas atrás de iniciativas, sem nunca concluir quaisquer delas. Nem bem começou uma, já pula para outra. É o famoso autor de obras inacabadas. É o grande especialista do falso empreendedorismo. Embora toque trombone para o que faz, jamais consegue terminar nada. Na verdade, é "farofa" vendida como se fosse filé mignon.

Outra coisa típica do "farofa" é que ele tem a mania de atropelar coisas, pessoas e agenda. É o famoso fura fila. Quer sempre ter a precedência e não respeita o curso natural de qualquer processo. É muito comum vê-lo com um celular na mão, andando de um lado para o outro, querendo passar a impressão de estar falando com uma autoridade, mas se alguém verificar, verá que o aparelho está desligado.

Se você tiver a felicidade de se encontrar ou conviver com um "farofa", cuidado: pode sair todo "enfarofado" ou acabar também tornando-se um "farofa".

Fonte:

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O supremo valor da cruz de Cristo



De acordo com o livro dos recordes Guinness, um homem judeu fora feito prisioneiro das autoridades soviéticas, por motivo de dissidência política, durante quinze anos. Consta nos registros que ele se tornara cristão quando estava na terrível prisão de Gulag e também que, nesse período de tão penosa experiência, fora sustentado pela sua fé no Messias Jesus Cristo e pela lembrança de seu filhinho de quatro anos, o qual esperava rever um dia.
       Quando finalmente foi libertado, aguardava com grande entusiasmo o tão acalentado reencontro com seu filho, agora com 19 anos de idade. Quando se abraçaram, o pai teve uma imensa satisfação ao perceber uma cruz pendurada em seu pescoço.
Depois de terem conversado a respeito de várias coisas, o pai perguntou:
— Filho, qual é o significado dessa cruz que você carrega no peito?
       — Para os jovens da minha idade, a cruz é apenas uma expressão da moda, nada mais — respondeu secamente o filho.
       A decepção daquele pai é a mesma de muitos cristãos fiéis, quando veem muitas pessoas com o mesmo comportamento daquele jovem. Para alguns, a cruz tem apenas valor estético. Outros a tomam como amuleto protetor. Não poucos a tratam como fetiche. Infelizmente, talvez para a maioria, hoje, a cruz não significa nada mais que um objeto fora de moda.
Assim como as ideologias e religiões trazem em seu bojo um símbolo visual que sintetiza algum aspecto importante de sua crença e história — o nazismo traz a suástica; o comunismo, a foice e o martelo; o judaísmo, a estrela de Davi; o budismo, a flor de lótus; o islamismo, o crescente — o cristianismo tem na cruz o seu mais importante símbolo visual.
       Independentemente das diferenças entre os cristãos, estamos todos à sombra da cruz. A morte de Cristo na cruz é o ponto de partida da fé; sem este fato histórico não haveria cristianismo. A cruz, porém, nada é sem o crucificado. Certamente isto ensejou Paulo a declarar: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2).
       A centralidade da cruz como símbolo cristão teve sua origem no coração do próprio Jesus. Por isso, a despeito do ridículo, pois a cruz era um objeto de maldição, os cristãos não a descartaram como símbolo nem a trocaram por outro menos ofensivo. Eles sabiam o que Jesus falara repetidas vezes sobre seu sacrifício na cruz: “O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens, e o matarão; mas, três dias depois da sua morte, ressuscitará” (Mc 9.31).
       Foi por intermédio da morte de Jesus na cruz que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5.19).
A morte de Jesus foi predita 700 anos antes de Cristo. Isaías escreveu: “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Isso era uma referência a Jesus, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Com a sua morte, “Deus cumpriu o que dantes anunciara por boca de todos os profetas: que o seu Cristo havia de padecer” (Is 53.5; Jo 1.29; At 3.18).
A morte de Jesus foi vergonhosa e humilhante. A morte na cruz era utilizada pelos romanos para punir ladrões e escravos, os quais eram açoitados e depois crucificados. Jesus foi exposto a esta mesma vergonha, como está escrito: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)” (Gl 3.13).
A morte de Jesus foi voluntária. Jesus morreu porque quis. Ele disse: “O Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (Jo 10.17). A sua atitude nada tinha de fatalista nem de complexo de mártir. Ele queria tão somente cumprir a vontade de Deus.
A morte de Jesus foi substitutiva. Quem substitui alguém, toma o seu lugar e lhe faz as vezes. Isso quer dizer que Jesus tomou o nosso lugar, fazendo-se voluntariamente culpado. Pedro disse: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça”. Paulo escreveu: “O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade” (1Pe 2.24; Tt 2.14).
O valor da cruz de Cristo está na sua mensagem, que é “loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1Co 1.18). Por isso, como milhões de servos de Jesus, eu também canto: “Sim, eu amo a mensagem da cruz, ’té morrer eu a vou proclamar. Levarei eu também minha cruz, ’té por uma coroa trocar”.
Cristãos, erguei-vos e honrai a cruz de Cristo! Lembrai-vos sempre desta oportuna sentença: “É muito fácil levar Jesus no peito; o difícil é ter peito para andar com Ele”.
Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém
Fonte:

sábado, 20 de julho de 2013

DE CORDEIRO A LEÃO DE JUDÁ


“Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca”
Isaías 53:7.
Pensando outro dia a respeito desta situação, ou seja, Jesus que na primeira vinda veio como cordeiro e que na segunda vinda virá como Leão de Judá, em muito me quebranta o coração. Em Isaías 53:7, diz que “como cordeiro foi levado ao matadouro”; em João 1:29 diz: “...Eis o Cordeiro de Deus...”; em I Coríntios 5:7: “...Cristo, nosso Cordeiro pascal...”; e Apocalipse 5:6: “...um Cordeiro como tendo sido morto”.
Bem, todos estes textos se referem a Jesus como “Cordeiro”.
Como cordeiro Jesus veio. Mostrou mansidão, paz, esperança, perdão, compreensão, ensino. Em Mateus 21: 1-10, relata a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. Aqui posso observar o “Cordeiro”. Entrou montado em jumento, que significa carregador de carga. Jumento não tem nada de guerra. As pessoas que o receberam, tinham nas mãos folhas verdes, verde que significa esperança. Chegou nossa salvação. O redentor. Não um rei que tinha interesses políticos ou de desbancar os políticos da época, mas alguém que veio para mostrar caráter e integridade.
Como cordeiro veio para o sacrifico, derramar o sangue para que através dele fossemos curados e sarados. Em Filipenses 2:7 o apóstolo Paulo diz: “...antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo... a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz...”. Aqui Paulo fala da atitude do “Cordeiro”, abriu mão da sua glória, fez-se servo, se humilhou e foi obediente ao Pai. Um animal fraco, inofensivo, humilde, fácil de ser capturado, que fornece lã para nossas roupas e é morto para nos servir de alimento. E como cordeiro foi para cruz, morreu por nós.
Em Lucas 24:2 diz: “E encontraram a pedra removida do sepulcro; mas ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus”. O cordeiro já não estava mais lá. O túmulo estava vazio. Agora o cordeiro deixa de existir. Quem se levanta e retorna a vida é Ele, sim o Leão de Judá. O leão é admirável por sua força, ferocidade e aparência de rei. No livro de Apocalipse: “… Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu ...”. Eis o Cristo triunfante, semelhante a um leão.
Agora na segunda vinda virá como leão. Jesus entrou em Jerusalém montado num jumento agora voltará montado num cavalo branco (“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça” Apocalipse 19:11). O cavalo branco é símbolo de guerra, imponência, garra e força. Sobre ele está o Leão de Judá, verdadeiro, fiel e que peleja, quer dizer vem lutar. Como cordeiro veio quieto. Como Leão vem para lutar e implantar o seu Reino e colocar para reinar com Ele os seus remidos, aleluias!!!!
Que dia maravilhoso quando o viremos. O Leão de Judá, nosso defensor. Rei dos Reis, Senhor dos Senhores. Todo Olho o verá, toda língua confessará, todo joelho se dobrará. Ah! Aqueles que ouviram falar D’Ele, mas que não o seguiram. Aqueles que ironizaram e zombaram D’Ele. Aqueles que se chamam reis e governantes neste mundo, todos sem exceção se prostraram, abriram sua boca e declararam: “Ele existe mesmo”! Isso mesmo o Leão voltou para reinar, Hosana ao Rei!!!! O governo está sobre os seus ombros!! Seus cabelos brancos como a neve, seus olhos como chamas de fogo, na sua boca uma espada afiada e na sua coxa está escrito Rei dos reis e Senhor dos senhores!
Então que tal? De Cordeiro a Leão! Sim! Nosso Leão, o resgatador está por vir, prepare-se é certo virá para nos buscar!!!! Reflita sobre isso!!!
Pr. Júnior
Fonte: