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domingo, 18 de agosto de 2013

Monte Sião" lugar de benção"

Salmo 87:2-3 diz: "o SENHOR ama as portas de Sião mais do que as habitações todas de Jacó. Gloriosas coisas se têm dito de ti, ó cidade de Deus!" Sendo citada mais de 150 vezes na Bíblia, a palavra “Sião” essencialmente significa “fortificação”. Na Bíblia, Sião é a cidade de Davi e a cidade de Deus. À medida que a Bíblia progride, a palavra Sião deixa de se referir à cidade física e passa a assumir um contexto espiritual.

Em Fazenda Rio Grande Paraná, existe uma congregação da IEADFAZ com o nome de Monte Sião, lugar que pra mim e minha família foi benção pura.
chegamos nesse igreja no dia 16 de janeiro de 2011
Conhecemos muitas pessoas maravilhosas, com as quais tivemos uma enorme comunhão, estamos saindo, graças a Deus sem nem um desentendimento com ninguém.
Estaremos sempre juntos, e manteremos a a mesma comunhão
Muito obrigado povo lindo do Monte Sião, pelos quase três anos juntos adorando e servindo a Deus juntos.
Essa foi bem na nossa chegada, nunca esqueceremos de como  fomos tão bem acolhidos por esse povo

Como esquecer de um povo que acolhe aqueles que chegam e dá oportunidade para trabalhar?
Como esquecer desse povo animado e festeiro?

Foram muitos bons momentos juntos
Contemplação da presença de Deus

Vimos nosso filho crescer aqui
Foi tudo muito bom

Meu filho, meu tudo

Foi um tempo de muita Kononya
Amigos vieram nos visitar e se alegraram conosco

E fizemos muitos amigos

Momentos felizes
Confraternização
Aprendi a amar esse pequeno rebanho

                                                                                             De Frank Braga, Eliude Braga e Tálybe Braga.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Como identificar uma "farofa"


O termo "farofa" é muito empregado na minha região para identificar indivíduos que falam muito, constroem enormes castelos de areia, prometem mundos e fundos, mas suas palavras são vazias e pouco significam. São os famosos "abobrinhas", cascateiros, falastrões, os quais, por causa de sua verborragia, acabam metendo os pés pelas mãos. Eles estão entre nós e não nos é muito difícil identificá-los.

O típico "farofa" é cheio de sonhos irrealizáveis. Quando um deles conversa conosco, vemo-nos diante de alguém que, sem exagero, passa a impressão de que será alçado nos próximos dias à condição de Secretário-Geral da ONU tal é a sua obsessão por grandeza e o seu suposto poder de convencimento, com argumentos bem articulados. É o uso da famosa lábia.

Conhece-se também o "farofa" pelo seu oportunismo. Ele está sempre em busca de levar vantagem. Os seus projetos megalomaníacos têm como finalidade, antes de tudo, satisfazer o seu ego e render alguns "cascalhos", porque, afinal, "ninguém é de ferro". O discurso da solidariedade é mera estratégia para furar o cerco e "mamar" em alguma "teta" que estiver disponível ou puder ser dividida com a sua "boquinha" insaciável.

O "farofa" costuma, ainda, ser bazofeiro nas horas mais inoportunas por lhe faltar o senso do ridículo e querer aparecer na "fita" nem que seja fazendo "ponta". Aliás, bem esfarrapada. Ele não se importa em ser exposto desde que a sua "cara" esteja no "pedaço", embora isso lhe possa custar uma repreensão pública. É o típico "papagaio de pirata". Adora aparecer nas fotos alheias.

É, também, hábito do "farofa" pular de galho em galho, com iniciativas atrás de iniciativas, sem nunca concluir quaisquer delas. Nem bem começou uma, já pula para outra. É o famoso autor de obras inacabadas. É o grande especialista do falso empreendedorismo. Embora toque trombone para o que faz, jamais consegue terminar nada. Na verdade, é "farofa" vendida como se fosse filé mignon.

Outra coisa típica do "farofa" é que ele tem a mania de atropelar coisas, pessoas e agenda. É o famoso fura fila. Quer sempre ter a precedência e não respeita o curso natural de qualquer processo. É muito comum vê-lo com um celular na mão, andando de um lado para o outro, querendo passar a impressão de estar falando com uma autoridade, mas se alguém verificar, verá que o aparelho está desligado.

Se você tiver a felicidade de se encontrar ou conviver com um "farofa", cuidado: pode sair todo "enfarofado" ou acabar também tornando-se um "farofa".

Fonte:

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O supremo valor da cruz de Cristo



De acordo com o livro dos recordes Guinness, um homem judeu fora feito prisioneiro das autoridades soviéticas, por motivo de dissidência política, durante quinze anos. Consta nos registros que ele se tornara cristão quando estava na terrível prisão de Gulag e também que, nesse período de tão penosa experiência, fora sustentado pela sua fé no Messias Jesus Cristo e pela lembrança de seu filhinho de quatro anos, o qual esperava rever um dia.
       Quando finalmente foi libertado, aguardava com grande entusiasmo o tão acalentado reencontro com seu filho, agora com 19 anos de idade. Quando se abraçaram, o pai teve uma imensa satisfação ao perceber uma cruz pendurada em seu pescoço.
Depois de terem conversado a respeito de várias coisas, o pai perguntou:
— Filho, qual é o significado dessa cruz que você carrega no peito?
       — Para os jovens da minha idade, a cruz é apenas uma expressão da moda, nada mais — respondeu secamente o filho.
       A decepção daquele pai é a mesma de muitos cristãos fiéis, quando veem muitas pessoas com o mesmo comportamento daquele jovem. Para alguns, a cruz tem apenas valor estético. Outros a tomam como amuleto protetor. Não poucos a tratam como fetiche. Infelizmente, talvez para a maioria, hoje, a cruz não significa nada mais que um objeto fora de moda.
Assim como as ideologias e religiões trazem em seu bojo um símbolo visual que sintetiza algum aspecto importante de sua crença e história — o nazismo traz a suástica; o comunismo, a foice e o martelo; o judaísmo, a estrela de Davi; o budismo, a flor de lótus; o islamismo, o crescente — o cristianismo tem na cruz o seu mais importante símbolo visual.
       Independentemente das diferenças entre os cristãos, estamos todos à sombra da cruz. A morte de Cristo na cruz é o ponto de partida da fé; sem este fato histórico não haveria cristianismo. A cruz, porém, nada é sem o crucificado. Certamente isto ensejou Paulo a declarar: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2).
       A centralidade da cruz como símbolo cristão teve sua origem no coração do próprio Jesus. Por isso, a despeito do ridículo, pois a cruz era um objeto de maldição, os cristãos não a descartaram como símbolo nem a trocaram por outro menos ofensivo. Eles sabiam o que Jesus falara repetidas vezes sobre seu sacrifício na cruz: “O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens, e o matarão; mas, três dias depois da sua morte, ressuscitará” (Mc 9.31).
       Foi por intermédio da morte de Jesus na cruz que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5.19).
A morte de Jesus foi predita 700 anos antes de Cristo. Isaías escreveu: “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Isso era uma referência a Jesus, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Com a sua morte, “Deus cumpriu o que dantes anunciara por boca de todos os profetas: que o seu Cristo havia de padecer” (Is 53.5; Jo 1.29; At 3.18).
A morte de Jesus foi vergonhosa e humilhante. A morte na cruz era utilizada pelos romanos para punir ladrões e escravos, os quais eram açoitados e depois crucificados. Jesus foi exposto a esta mesma vergonha, como está escrito: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)” (Gl 3.13).
A morte de Jesus foi voluntária. Jesus morreu porque quis. Ele disse: “O Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (Jo 10.17). A sua atitude nada tinha de fatalista nem de complexo de mártir. Ele queria tão somente cumprir a vontade de Deus.
A morte de Jesus foi substitutiva. Quem substitui alguém, toma o seu lugar e lhe faz as vezes. Isso quer dizer que Jesus tomou o nosso lugar, fazendo-se voluntariamente culpado. Pedro disse: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça”. Paulo escreveu: “O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade” (1Pe 2.24; Tt 2.14).
O valor da cruz de Cristo está na sua mensagem, que é “loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1Co 1.18). Por isso, como milhões de servos de Jesus, eu também canto: “Sim, eu amo a mensagem da cruz, ’té morrer eu a vou proclamar. Levarei eu também minha cruz, ’té por uma coroa trocar”.
Cristãos, erguei-vos e honrai a cruz de Cristo! Lembrai-vos sempre desta oportuna sentença: “É muito fácil levar Jesus no peito; o difícil é ter peito para andar com Ele”.
Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém
Fonte:

sábado, 20 de julho de 2013

DE CORDEIRO A LEÃO DE JUDÁ


“Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca”
Isaías 53:7.
Pensando outro dia a respeito desta situação, ou seja, Jesus que na primeira vinda veio como cordeiro e que na segunda vinda virá como Leão de Judá, em muito me quebranta o coração. Em Isaías 53:7, diz que “como cordeiro foi levado ao matadouro”; em João 1:29 diz: “...Eis o Cordeiro de Deus...”; em I Coríntios 5:7: “...Cristo, nosso Cordeiro pascal...”; e Apocalipse 5:6: “...um Cordeiro como tendo sido morto”.
Bem, todos estes textos se referem a Jesus como “Cordeiro”.
Como cordeiro Jesus veio. Mostrou mansidão, paz, esperança, perdão, compreensão, ensino. Em Mateus 21: 1-10, relata a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. Aqui posso observar o “Cordeiro”. Entrou montado em jumento, que significa carregador de carga. Jumento não tem nada de guerra. As pessoas que o receberam, tinham nas mãos folhas verdes, verde que significa esperança. Chegou nossa salvação. O redentor. Não um rei que tinha interesses políticos ou de desbancar os políticos da época, mas alguém que veio para mostrar caráter e integridade.
Como cordeiro veio para o sacrifico, derramar o sangue para que através dele fossemos curados e sarados. Em Filipenses 2:7 o apóstolo Paulo diz: “...antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo... a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz...”. Aqui Paulo fala da atitude do “Cordeiro”, abriu mão da sua glória, fez-se servo, se humilhou e foi obediente ao Pai. Um animal fraco, inofensivo, humilde, fácil de ser capturado, que fornece lã para nossas roupas e é morto para nos servir de alimento. E como cordeiro foi para cruz, morreu por nós.
Em Lucas 24:2 diz: “E encontraram a pedra removida do sepulcro; mas ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus”. O cordeiro já não estava mais lá. O túmulo estava vazio. Agora o cordeiro deixa de existir. Quem se levanta e retorna a vida é Ele, sim o Leão de Judá. O leão é admirável por sua força, ferocidade e aparência de rei. No livro de Apocalipse: “… Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu ...”. Eis o Cristo triunfante, semelhante a um leão.
Agora na segunda vinda virá como leão. Jesus entrou em Jerusalém montado num jumento agora voltará montado num cavalo branco (“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça” Apocalipse 19:11). O cavalo branco é símbolo de guerra, imponência, garra e força. Sobre ele está o Leão de Judá, verdadeiro, fiel e que peleja, quer dizer vem lutar. Como cordeiro veio quieto. Como Leão vem para lutar e implantar o seu Reino e colocar para reinar com Ele os seus remidos, aleluias!!!!
Que dia maravilhoso quando o viremos. O Leão de Judá, nosso defensor. Rei dos Reis, Senhor dos Senhores. Todo Olho o verá, toda língua confessará, todo joelho se dobrará. Ah! Aqueles que ouviram falar D’Ele, mas que não o seguiram. Aqueles que ironizaram e zombaram D’Ele. Aqueles que se chamam reis e governantes neste mundo, todos sem exceção se prostraram, abriram sua boca e declararam: “Ele existe mesmo”! Isso mesmo o Leão voltou para reinar, Hosana ao Rei!!!! O governo está sobre os seus ombros!! Seus cabelos brancos como a neve, seus olhos como chamas de fogo, na sua boca uma espada afiada e na sua coxa está escrito Rei dos reis e Senhor dos senhores!
Então que tal? De Cordeiro a Leão! Sim! Nosso Leão, o resgatador está por vir, prepare-se é certo virá para nos buscar!!!! Reflita sobre isso!!!
Pr. Júnior
Fonte:

terça-feira, 2 de julho de 2013

Juruena, terra de gente boa

Uma certa feita nos meus primeiros dias de fé, o Senhor  Deus me falou através de profecia que em breve estaria levantando os meus pés daquele lugar onde eu morava (na época Castanhal-Pa) e iria me levar para uma terra distante, uma terra que eu não conhecia e ali o Senhor me abençoaria muito.Fiquei muito curioso, bem como ansioso também, pois, minha família toda morava no estado do Pará e em Manaus-Am.
Aconteceu que no dia 21 de janeiro do ano de 2001 eu estava descendo de um ônibus da Tut transportes,em um lugar que distava aproximadamente quatro mil quilômetros da minha terra natal. Era madrugada eu estava no noroeste do estado do mato Grosso, em uma cidadezinha de aproximadamente seis mil habitantes, cidade com poucas ruas asfaltadas e meu celular não funcionava ali.
Como estranhei, pois vim de uma cidade de porte médio e muito badalada, mas, foi ali naquele lugar onde se cumpriu tudo aquilo que o Senhor havia me falado há três anos atrás, foi ali naquela cidade pacata que encontrei a família que nunca tive, encontrei os melhores amigos que a vida pode me dar, cidade que me acolheu e me ensinou muita coisa do que eu sei, cresci junto com essa cidade e vi muita coisa melhorar.
Morei por dez anos nesse lugarzinho, fiz família e até pus em meu perfil de uma rede social a seguinte frase: "Juruena é meu lugar" e realmente era.
Por motivos que para mim são divinos me mudei para o sul do Brasil a dois anos e meio, contudo, trouxe um pedaço de Juruena comigo, um aprendizado incrível que obtive com esse povo guerreiro que sabe o que é enfrentar dificuldades e não desistir jamais, povo trabalhador e hospitaleiro. Nunca vou me esquecer de ti Juruena terra amada, terra querida.
Parabéns Juruena por mais um aniversário, és jovem ainda,pois, completará no próximo dia quatro um quarto de um centenário. Tens muita coisa boa pela frente e o momento difícil que estás passando logo será superado.
São os votos de um paraense que se considera matogossense e teu filho Juruena.

By Frank Braga

terça-feira, 11 de junho de 2013

As 12 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego


em uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Leia com atenção, treine e boa sorte!
1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalhode casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.
4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.
5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.
6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.
7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.
10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.
11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.
12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Igreja Presbiteriana aceita ordenação de pastores gays e causa divisão na maior denominação evangélica dos EUA


Considerada a maior denominação evangélica/protestante dos Estados Unidos, a Igreja Presbiteriana dos EUA, está enfrentando atualmente o maior êxodo da denominação em toda sua história no país. No ano passado, a Comunhão Presbiteriana (PCUSA) contabilizou a saída de mais de cem congregações de sob a liderança da organização.
O motivo desse forte êxodo na igreja foi uma mudança no estatuto geral da denominação, que passou a permitir a ordenação de clérigos assumidamente gays. De acordo com o site Protestante Digital, a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) revelou que durante o no ano passado (2012) viu a maior saída de congregações da denominação, com 121 abandonos solicitados.
O desligamento de congregações da Comunhão Presbiteriana teve seu início em 2010, quando a 219ª Assembleia Geral, formada pela maioria dos presbitérios, votaram e aprovaram a Alteração da emenda 10 do estatuto da denominação, permitindo que os clérigos abertamente homossexuais pudessem ser ordenados. No ano seguinte, quando Scott Anderson foi o primeiro clérigo abertamente gay a ser ordenado pastor da denominação, a saída foi de 21 congregações, a grande maioria por discordarem das novas regras a respeito da ordenação de pastores.
Emily Enders Odom, coordenador de comunicação da Assembleia, explicou a situação em um comunicado, no qual afirma que apesar da dor produzida pela separação apenas “29 por cento dos 173 presbitérios” opuseram-se à norma.
O estudioso de religiões Jim Miller, do Instituto de Religião e Democracia, comentou o caso citando um estudo que mostra que as congregações das Igrejas Presbiterianas dos EUA (PCUSA-sigla em inglês) estão sofrendo um declínio no número de membros regulares. Ao final de 2012 eram cerca de 1,84 milhões de fiéis, ante aos 1,95 milhões no final de 2011. Isso representa uma perda de mais de 102 mil membros neste período.
A saída desse elevado número de congregações da comunhão motivou também a criação de uma nova ordem para acolher tais igrejas, que já se organizam em uma nova comunhão denominacional.
Por Dan Martins, para o Gospel+