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sábado, 12 de maio de 2012

Assembleias de Deus se opõem a postura "pró-casamento" gay de Obama


Michael Gryboski
Uma das maiores denominações pentecostais dos Estados Unidos anunciou oficialmente sua oposição à postura pró-“casamento” gay do presidente Barack Obama.
As Assembleias de Deus dos EUA, uma denominação com mais de 3 milhões de membros, divulgaram um comunicado na quinta-feira tratando dos recentes comentários do presidente apoiando o “casamento” gay. “A Bíblia ensina claramente que o casamento deve ser um compromisso de vida inteira entre um homem e uma mulher”, disse o George O. Wood, superintendente geral das Assembleias de Deus.
George O. Wood
“Embora tenha se tornado muito comum citar a Bíblia grosseiramente fora de contexto para atender a uma agenda pessoal ou política, isso porém não muda o que a Palavra de Deus declara claramente”.
Durante a eleição presidencial de 2008, o senador Barack Obama, que era então candidato, não apoiava o “casamento” gay. Em toda a sua presidência, à medida que grupos gays prosseguiam pressionando, Obama falava de sua posição sobre a questão como “evoluindo”, o que trouxe, como resultado, críticas tanto da direita quanto da esquerda por sua ambivalência.
No domingo, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, disse no programa de TV “Meet The Press” (Um Encontro com a Imprensa) da NBC que ele estava totalmente à vontade com o “casamento” gay sendo legalizado, o que aumentou a pressão no presidente para anunciar apoio também. A declaração de apoio de Obama ocorreu na quarta-feira.
“[Michelle e eu somos] cristãos praticantes… quando pensamos acerca da nossa fé, que está na raiz de nossas convicções, não só Cristo se sacrificando em nosso favor, mas também a Lei de Ouro — tratar os outros do jeito que gostaríamos que nos tratassem”, disse Obama depois de afirmar para a ABC News que “as duplas de mesmo sexo têm o direito de se casar”.
De acordo com a posição oficial das Assembleias de Deus, “a crescente aceitação cultural da identidade e conduta homossexual, masculina e feminina, é sintoma de uma desordem espiritual mais ampla que ameaça a família, o governo e a igreja”.
“Atividades homossexuais de todos os tipos são contrárias aos mandamentos morais que Deus nos deu”.
Outros líderes e denominações cristãs fizeram declarações tanto em apoio quanto em oposição aos comentários de Obama sobre essa questão social que provoca tantas divisões.
Joel Hunter, muitas vezes considerado conselheiro espiritual de Obama, disse ao Christian Post numa entrevista passada que ele estava desapontado com o modo de pensar do presidente.
“A Lei de Ouro está na Bíblia, mas não dá para usá-la para contradizer o modelo de casamento de Deus defendido e confirmado por Jesus em Mateus 19:4-5”, disse Hunter.
“Embora discorde do modo como o presidente interpreta a Bíblia, não abandonarei nossa amizade… Apenas continuarei dizendo a ele o que creio que a Bíblia diz e deixar o resto com Deus”.
O reverendíssimo Larry R. Benfield, bispo da diocese episcopal de Arkansas, divulgou um comunicado apoiando os comentários de Obama.
“Concordo com a posição do presidente. Muito diferente da decisão da Carolina do Norte, o casamento civil de duplas gays um dia será visto como bom para a sociedade”, disse Benfield. “Aguardo o dia em que tais casamentos ocorrerão neste estado de modo que possamos viver uns com os outros num espírito de igualdade e justiça”.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Christian Post: Assemblies of God Opposes Obama’s Same-Sex Marriage Stance
PS. Será que, mesmo depois disso, pastores do Rio de Janeiro darão apoio à reeleição de um candidato que faz do turismo sexual gay uma de suas mais vibrantes bandeiras, como mostra abaixo o vídeo da Riotur? As cenas são chocantes, mas vale a pena assisti-lo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Teologia Raul Seixas e o Evangelho “maluco beleza”


Luiz Sayão 


É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.

Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho de Cristo. Chegou até mesmo a ter um filho com sua primeira companheira, que era filha de um missionário norte-americano. Todavia, a perspectiva panteísta e agnóstica de Raul Seixas mostrou que o famoso cantor não abriu o coração para a mensagem do Evangelho. Sua morte não deixa dúvidas sobre isso!

Por incrível que pareça, se Raul Seixas não se deixou influenciar pelas boas novas de Jesus, parece-me que suas idéias estão cada vez mais presentes na realidade evangélica contemporânea. Será possível que estamos caminhando para uma “teologia do Raul Seixas”? Será que teremos um evangelho “maluco beleza”? O amigo leitor pode dar sua própria opinião.

Enquanto as Escrituras deixam claro que existe apenas um Deus verdadeiro, que está acima de sua criação (Is 44.6; Rm 1.18-21), a perspectiva panteísta aparece expressa na música “Gita”, de Raul. Ele afirmava: 

“Eu sou a luz das estrelas / 
A mãe, o pai e o avô / 
O filho que ainda não veio / 
O início, o fim e o meio.”

Este enfoque tenta tirar de Deus a glória que só Ele tem e merece. De modo geral, o panteísmo que deifica a natureza acaba definindo como categoria suprema o fluxo do movimento. Heráclito sorriria no túmulo. Tais idéias, muito presentes nos filmes norte-americanos mais populares, parecem emergir do conceito de que Deus é uma energia, “um fluir” (unção?). Em certos redutos evangélicos já se pode perceber que Deus se tornou “um poder manipulável” por “comandos determinadores”. Além disso, o enfoque da teologia do processo, que já nos influencia com todos os seus desdobramentos específicos, também diminui Deus e o coloca sob o domínio do “fluxo do tempo”, sugerindo que Ele é apenas nosso sócio na construção da história.

METAMORFOSE AMBULANTE

A idéia da supremacia do fluxo do tempo desemboca na rejeição de outras categorias fixas. A única categoria é o próprio tempo, o novo senhor absoluto. Com esse pressuposto, já não podemos ter teologia e ética definidas e claras. Embora a Bíblia seja um livro de orientações muito cristalinas sobre Deus, a salvação e o propósito da vida (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21), para muitos evangélicos, a teologia “maluco beleza” é preferível.

Como diria Raul: 

“Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante / 
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” 


Se uma opinião for antiga, deve ser rejeitada! Há uma crise doutrinária e teológica em boa parte do meio evangélico. Muitas pessoas adotam hoje idéias liberais, místicas e extremistas sem a devida avaliação. Nesse caso, não importa sua fundamentação teológica, histórica e lógica. Viva a metamorfose!

Tal sensação de indefinição, presente no pensamento do roqueiro tupiniquim, ajudou a formar seu perfil estranho, controvertido e até mesmo bizarro. Não é que um grupo significativo de evangélicos também já tem se aproximado do esdrúxulo?! Há um certo desprezo pela reflexão, pela teologia, e o crescimento de práticas risíveis e simplesmente inacreditáveis. Será que podemos ouvir o eco da música de Raul ao contemplar grande parte do chamado meio evangélico atual? Será que estamos diante do

 “Contemplando a minha maluquez / 
Misturada com minha lucidez”? 

Até onde vai a nossa “maluquez”? Será que voltaremos à lucidez? Será que muitas reuniões religiosas de hoje estão nos deixando, “com certeza, maluco beleza”? Espero que essa sensação seja um exagero! Todavia, temo que não seja!

Não faz tanto tempo assim, os cristãos evangélicos entendiam que um culto de adoração a Deus tinha, de fato, Deus como o centro do culto. Muitos cânticos tinham letra elaborada, teologia saudável e enfatizavam os atributos e os atos de Deus. No entanto, em algumas reuniões dominicais de hoje, temo que o foco esteja sendo mudado. Novas canções falam de um amor quase romântico e indefinido, divertem a massa, exaltam unção, montanhas, Jerusalém, guerra etc. O conceito de dedicar o domingo para uma diversão sem propósito e finalidade bíblica é manifesta na teologia do Raul Seixas. Como ele mesmo dizia: 

“Eu devia estar contente pelo Senhor ter me concedido o domingo
 para ir ao jardim zoológico dar pipocas aos macacos”. 

Será que já podemos observar “uma fauna evangélica com suas macaquices litúrgicas”? Tomara que não! Espero que tudo que escrevo não passe de uma análise exagerada! Todavia, temo que não.

Como todo enfoque teológico, o pensamento do “teólogo-músico pós-ortodoxo” nacional, também possui as suas decorrências de ordem prática. Não há como fugir da realidade. A forma de pensar e ver o mundo influencia e determina a vida prática de qualquer pessoa. A verdade é que se adotarmos uma base panteísta, um pensamento relativista, uma ética indefinida e práticas místicas emocionalistas sem conteúdo, não chegaremos a lugar nenhum. E não é que o “grande teólogo-roqueiro” já sabia disso! Quem pode lembrar de sua “perspectiva teleológica” que determinou seu trágico fim?

 “Este caminho que eu mesmo escolhi /
 É tão fácil seguir/ Por não ter onde ir.”

Se a igreja evangélica brasileira desvalorizar a doutrina bíblica, desprezar a teologia, deixar de lado a ética e afundar-se no misticismo e nas novidades ideológicas frágeis, logo ela descobrirá que esse é um caminho “tão fácil de seguir”. O grande problema é que no final das contas “não teremos para onde ir”.

Mais do que nunca, precisamos desesperadamente voltar nossa atenção para as Escrituras Sagradas, com o verdadeiro desejo de obedecer a Deus e à sua verdade. Que Deus nos abençoe.



Luiz Sayão é pastor batista e hebraísta e produtor da série Rota 66. Visite e conheça!


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terça-feira, 17 de abril de 2012

2º EPAED Na ADFAZ Monte Sião

No mês de novembro de 2010, aconteceu na ADFAZ Monte Sião o 1º EPAED(Encontro de professores e Alunos Da Escola Dominical).
O qual tema por tema, meditando na lei do Senhor para ser renovado, baseado no salmo 1.
Agora chegou a vez do 2º EPAED, que acontecerá nos dias 26, 27 de maio de 2012, com o seguinte tema: como entender as Escrituras? baseado em Atos 8.30,31.
Nesta ocasião três matérias: Escatologia, Hermenêutica e Heresiologia.
São assuntos de grande importância pros dias de hoje, em que muito se fala de prosperidade material em detrimento de assuntos e doutrinas de suma importância para a vida espiritual do cristão. 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ecumenismo religioso: uma armadilha de Satanás





Assistiu ao vídeo acima? Agora, leia o artigo que escrevi para o jornal Mensageiro da Paz de março de 2012.

Ecumenismo religioso: uma armadilha do Diabo


Houve um tempo em que o ecumenismo religioso era considerado um grande perigo para as igrejas cristãs. Pastores verberavam contra ele. E qualquer comunhão ecumênica entre evangélicos, católicos romanos e espíritas era inimaginável. Mas os tempos mudaram. Hoje, o relacionamento entre padres galãs e celebridades gospel é tão bom que estas até fornecem suas composições àqueles. Certa cantora gospel, inclusive, fez uma canção dedicada a Maria. Juntos, romanistas e evangélicos participam de shows ecumênicos e programas de auditório. “O que nos une é muito maior do que o que nos divide”, argumentam.


O ecumenismo — gr. oikoumenikós, “aberto para o mundo inteiro” — prega a tolerância à diversidade religiosa e a oposição a quem defende uma verdade exclusiva. Trata-se de uma armadilha de Satanás, com o objetivo de calar os pregadores da Palavra de Deus. Ele se baseia no princípio “democrático” de que cada pessoa possui a sua verdade. Mas o Senhor asseverou que não existe unidade motivada pelo amor divorciada da verdade da Palavra: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14.15-24).


Causa estranheza o fato de uma parte do evangelicalismo moderno considerar o ecumenismo religioso biblicamente aceitável. Já ouço pastores dizendo: “A doutrina bíblica divide. É o amor que nos une. A igreja deve ser inclusiva”. A despeito de o Senhor Jesus ter afirmado: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6), está crescendo no meio evangélico a simpatia pelo movimento ecumênico. Nos Estados Unidos, pastores renomados deixaram de falar de Jesus com clareza. Pregam sobre Deus de maneira generalizante, a fim de não ofenderem romanistas, muçulmanos, budistas etc. E, no Brasil, alguns acontecimentos têm preocupado aqueles que ainda preservam a sã doutrina.


Recentemente, um conhecido pastor realizou — dentro de um templo evangélico! — um culto ecumênico juntamente com a liderança da Igreja da Unificação, do “reverendo” coreano Sun Myung Moon. “Qual é o problema de um pastor de renome ter amizade com o líder de uma seita? Afinal, todos devem se unir pela paz mundial”, alguém poderá dizer. Não devemos, de fato, odiar o “reverendo” Moon. Mas, como ter comunhão com alguém que, de modo blasfemo, desdenha do sangue derramado pelo Cordeiro de Deus, considerando-o insuficiente para nos purificar de todo o pecado? Moon também se considera um novo Messias que precisou vir ao mundo para concluir a obra que o Senhor não conseguiu realizar. Que blasfêmia! A Palavra de Deus não aprova esse tipo de aliança (2Co 6.14-18).


Outro exemplo de ecumenismo religioso é o envolvimento de pastores com o unicismo, uma seita que diz ter a “voz da verdade” e vem tendo livre acesso, através de suas celebridades, às igrejas evangélicas. O pentecostalismo da unicidade é herético, visto que se opõe à doutrina da Trindade, a base das principais doutrinas cristãs. Quem se opõe à tripessoalidade divina (confundindo-a com o triteísmo) nega não apenas a teologia, mas também a própria Bíblia (Gn 1.26 e Jo 14.23), o cristianismo (Mt 28.19 e 2Co 13.13), a deidade do Espírito Santo (Jo 14.16-17 e 16.7-10), a clara distinção entre o Pai e o Filho (Jo 5.19-47 e 14.1-16) e o plano da redenção da humanidade (Jo 3.16 e 17.4-5). Atentemos para a verdadeira voz da verdade, a do Bom Pastor: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz” (Jo 10.17).


Pastores e cantores, por falta de vigilância ou movidos por interesses pessoais, estão se prendendo a jugos desiguais com os infiéis, deixando-se enganar pelo ecumenismo religioso. A maior emissora de televisão do Brasil — que sempre estereotipou e ridicularizou os evangélicos — descobriu que nem todos os cristãos são “extremistas” e “fanáticos”. Há um grupo de celebridades gospel que não tem coragem de dizer clara e objetivamente que o Senhor Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5 e At 4.12).


Em um programa dominical, certa “pastora” resolveu tripudiar sobre os seus “inimigos”, rodopiando com baianas e cantando com sambistas no ritmo das religiões afro-brasileiras. Enquanto ela dançava, a apresentadora, seus convidados e a plateia riam sem parar, numa grande celebração. Que tipo de evangelho “agradável” e “inclusivo” é esse? Lembrei-me imediatamente do que o Senhor Jesus disse, em Mateus 5.11-12: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas por minha causa”.


Há poucos dias, uma conhecida cantora gospel admitiu, de modo tácito, que o sincretismo religioso é aceitável. Ao concordar com a seguinte frase, dita por um famoso apresentador: “O Caldeirão é uma mistura de religiões”, ela respondeu: “Tem espaço pra todo mundo”. E o pior: depois, escreveu nas redes sociais que se sentiu como Paulo no Areópago... Ora, esse apóstolo não pregou a convivência ecumênica nem apresentou uma mensagem que os atenienses queriam ouvir. Ele disse o que todos precisavam ouvir. Ao chegar a Atenas, “o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” (At 17.16). Já a aludida celebridade, deslumbrada, estava sorridente e saltitante.


Tenho visto muitos incautos felizes pelo fato de celebridades gospel estarem aparecendo na televisão. Mas não nos iludamos, pois a porta não foi aberta para o Evangelho. O que existe, na verdade, é um projeto ecumênico em andamento, o qual visa a enfraquecer a pregação de que o Senhor Jesus é o único Salvador. Tais celebridades — certamente, orientadas a não falar claramente da salvação em Cristo — têm empregado bordões antropocêntricos, que massageiam o ego das pessoas. Elas não têm a coragem de confrontar o pecado. E apresentam um evangelho light, agradável, apaziguador, simpático, suave, aberto ao ecumenismo.


O que está escrito em 1Coríntios 16.9? “Porque uma porta grande e eficaz se me abriu, e há muitos adversários”. Quando Deus verdadeiramente abre-nos a porta da pregação do Evangelho, como a abriu para o apóstolo Paulo, os adversários — Satanás, os demônios e todos os seus emissários — se voltam contra nós. Mas a mídia está aplaudindo de pé esse “outro evangelho” aberto à convivência ecumênica. Preguemos, pois, como Paulo, nesse mundo, que é um grande caldeirão religioso: “Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30).


Ciro Sanches Zibordi
Fonte:
http://cirozibordi.blogspot.com.br/2012/04/ecumenismo-religioso-uma-armadilha-de.html

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quem foi Kenneth Hagin?





Muitos irmãos, de várias partes do mundo, têm me pedido maiores informações sobre a teologia de Kenneth Hagin. Creio que este artigo ajudará os leitores a conhecerem melhor o pensamento do maior propagador do triunfalismo evangélico.

Quem foi Kenneth Hagin? Fiel discípulo de Essek William Kenyon (verdadeiro pai da confissão positiva), pregou inúmeros sermões sobre a fé e escreveu muitos livros e artigos, inspirando outros autores a publicarem obras sobre o poder da fé e a prosperidade do crente.

No seu último livro publicado, O Toque de Midas, Hagin condenou práticas que muitos propagadores da teologia da prosperidade dizem ter aprendido dele.
 Mas tomarei como base, neste artigo, as suas duas obras mais famosas, O Nome de Jesus e Zoe, a Própria Vida de Deus.
O NOME DE JESUS


Segundo Hagin, “Jesus se tornou como nós éramos: separado de Deus. Porque provou a morte espiritual por todos os homens. Seu espírito, seu homem interior, foi para o inferno em nosso lugar... A morte física não removeria os nossos pecados. Provou a morte por todo homem — a morte espiritual” (O Nome de Jesus, Graça Editorial, p.25).

Há um desvio sutil na citada afirmação de Hagin, quase imperceptível, pois Jesus não se tornou como nós éramos, exatamente. Ele não se fez pecador. Antes, fez-se pecado, semelhante aos homens (2 Co 5; Fp 2.6-8; Rm 8.3).

Kenneth Hagin também afirmou que o Senhor Jesus foi ao Hades para sofrer em nosso lugar, declaração que não resiste a uma exegese bíblica. Segundo a Palavra de Deus, o Senhor sofreu e triunfou na cruz, dando ali no Gólgota o brado da vitória (Jo 19.30; Cl 2.14,15). Ele foi ao Hades, sim, mas como vencedor (pois havia vencido na cruz), e não para sofrer em nosso lugar (1 Pe 3.19).

No mesmo livro mencionado, Hagin asseverou:“Jesus é a primeira pessoa que já nasceu de novo. Por que o seu espírito precisava nascer de novo? Porque ficou alienado de Deus. Lembra-se como ele exclamou na cruz: ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’” (idem, p.25).

Por mais lógica que aparente ser a declaração acima, é errônea. O Senhor Jesus não nasceu de novo. Sabemos que o novo nascimento é para os pecadores que se arrependem de seus pecados (Jo 3.1-5; Tt 3.5), e o Senhor nunca pecou, sequer por pensamentos — porque nunca deixou de ser Deus (Hb 4.15). Daí as Escrituras dizerem que Ele é o Cordeiro imaculado e incontaminado (1 Pe 1.18,19).

Prosseguindo em sua argumentação, Hagin declarou:“O pecado separa de Deus. A morte espiritual significa a separação de Deus. No momento em que Adão pecou, ficou separado de Deus... A morte espiritual significa mais do que a separação de Deus. A morte espiritual significa ter a natureza de Satanás” (idem, p.26).

Hagin ressaltou que Jesus não teria morrido apenas fisicamente, mas provado também a morte espiritual. E é nisso que fundamentou a sua teoria de que o Senhor foi torturado no Hades, onde, mediante uma confissão positiva, venceu Satanás e seus agentes.

De fato, o pecado separa o homem de Deus (Is 59.1,2), deixando-o à mercê do Inimigo (Hb 2.14). No entanto, Hagin, ao fazer a assertiva acima, a fez, como veremos, para fundamentar — inevitavelmente, de maneira blasfema — que o Senhor Jesus, ao morrer duas vezes (física e espiritualmente), teria assumido na cruz a natureza de Satanás!

Um leitor desatento poderá não perceber esse desvio, pois Hagin “fundamentou” na Bíblia cada passo de sua argumentação. Mas, ao final, afirmou: “Quando a pessoa nasce de novo, toma sobre si a natureza de Deus — que é vida e paz. A natureza do diabo é ódio e mentiras... Jesus provou a morte — a morte espiritual — por todos os homens... Jesus se fez pecado. Seu espírito foi separado de Deus, e ele desceu para o inferno em nosso lugar”(idem, p.27). Vemos que Hagin, com todas as letras, declara que Jesus assumiu a natureza do Diabo, que é ódio e mentiras.

Hagin diz, ainda, que “Lá embaixo na masmorra do sofrimento — lá nos fundos do próprio inferno — Jesus satisfez as reivindicações da Justiça para todos nós, individualmente, porque ele morreu como nosso substituto” (idem, p.28). Creio que foi a partir dessa falaciosa interpretação que pregadores e compositores receberam a “inspiração” para afirmarem que lá no Inferno Jesus abriu nossas cadeias e nos resgatou!

Segundo as Escrituras, Jesus não provou a morte espiritual. Em razão de ter levado os nossos pecados sobre o madeiro (1 Pe 2.24), sofreu sim a rejeição do Pai, mas os textos sagrados que já citamos são claros: Ele morreu como Cordeiro imaculado eincontaminado. E, ao morrer — repito —, não foi ao Hades para sofrer em nosso lugar, e sim paraproclamar a sua gloriosa vitória (1 Pe 3.19).

ZOE: A PRÓPRIA VIDA DE DEUS

O triunfalismo de Hagin fica evidente principalmente em sua obra, também editada no Brasil pela Graça Editorial, Zoe, a Própria Vida de Deus“Na realidade, eis o que é a vida eterna: Deus comunicando toda a sua natureza, substância e ser aos nossos espíritos... Louvado seja Deus! Tenho a vida e a natureza de Deus. Tenho dez vezes mais sabedoria e entendimento do que o restante da classe” (pp.10,29).

É claro que a Palavra de Deus não afirma que o Senhor comunica toda a sua natureza a nós! Se isso fosse verdade, seríamos onipresentes, oniscientes, onipotentes, onicompetentes... Participamos, sim, da natureza de Deus quanto a seus atributos comunicáveis: amor, bondade, fidelidade, etc. Hagin apegava-se ao texto de 2 Pedro 1.4, porém os versículos 5 a 9 deixam claro que somos participantes da natureza de Deus quanto a seus atributos comunicáveis, relacionados com o seu caráter amoroso, santo e justo.

Entretanto, Hagin não parou por aí. “Deus nos fez tão semelhantes a si mesmo quanto lhe foi possível. Fez-nos para pertencer à sua própria categoria... O Senhor fez o homem como o seu substituto aqui na terra. Ele constituiu-o como rei para governar tudo o que tinha vida. Vivia em termos de igualdade como Criador” (idem, pp.50,51).

Ora, o homem nunca viveu em termos de igualdade com o Criador! Hagin parece tentar convencer os seus leitores de que o crente é um pequeno deus andando na Terra. E, infelizmente, essa teologia falsificada é altamente contagiante — ou contagiosa? —, levando pregadores e compositores da atualidade a declararem, determinarem, decretarem...

No mesmo livro citado, Hagin declarou: “O Senhor é um Deus de fé. Tudo o que tinha a fazer, fê-lo pela Sua Palavra” (idem, p.51)., com a intenção clara de convencer aos seus leitores de que, se Deus, por meio da fé, criou o mundo, todos os crentes podem também fazerem qualquer coisa. Afinal, há poder em suas declarações de fé.

Se Deus precisou de fé para criar todas as coisas, ela é direcionada a quem? Ele não é o Todo-Poderoso? Hagin torce o texto de Hebreus 11.3 para afirmar que Deus tem fé, ignorando que a Palavra de Deus diz: “Pela fé, entendemos que os mundos pela Palavra de Deus foram criados...” Observe que a fé é nossa, para crer, enquanto o Senhor criou o Universo pela sua Palavra, como vemos em Gênesis 1.

Um dos desvios mais graves de Hagin, ao defender o triunfalismo, é a deificação do ser humano e a conseqüente diminuição do Senhor Jesus. “Nem o próprio Senhor Jesus tem uma posição melhor diante de Deus do que você e eu temos. Talvez alguém suponha que eu esteja usurpando algo de Cristo. Não! Ele continua a desfrutar da mesma glória junto ao Pai. Estou apenas falando dos direitos que nós temos” (idem, p.79).

Que direitos temos nós? Se não fosse a graça de Deus, nada teríamos (Rm 6.23; Ef 2.8-10). A declaração — antropocêntrica e infeliz — de que nem Jesus tem uma posição melhor do que nós vemos por que Hagin contraria as Escrituras. Elas asseveram que o Senhor Jesus é o Alfa e o Ômega, o Todo-poderoso (Ap 1.8). Está acima de todos e tem a preeminência (Jo 1.1-5). Ele é o prõtotokos (Cl 1.15-20).

Observa-se que o objetivo maior da teologia de Hagin sempre foi mostrar que, por meio de nossas declarações de fé, podemos abrir e fechar portas. Foi a partir dessa teologia que pastores, cantores e crentes em geral, abandonando a evangelização e a intercessão, passaram a declarar (“decretar”, “profetizar”, “determinar”) que tal cidade é do Senhor Jesus; que bares e casas de shows serão fechados; que cinemas e teatros só apresentarão filmes e peças evangélicos, etc.

Hagin e seus discípulos difundiram a ideia de que há poder profético em cada declaração de fé, o que não resiste a uma exegese. 
Aliás, fiz até um gracejo nas redes sociais: Apple lançará tablet para adeptos da confissão positiva: o equipamento se chamará iDetermine, iExige ou iDecrete, pois o nome iPad não agrada o aludido segmento.

Além dos desvios teológicos mencionados, Hagin também exagerou no campo das manifestações exóticas, à semelhança do que aconteceu na Igreja Aeroporto de Toronto (Canadá), não atentando para o que a Palavra de Deus diz em 1 Coríntios 14. Vídeos disponíveis na Internet mostram um Hagin nada equilibrado. Ele dá gargalhadas sem parar, cai sobre pessoas, derrubando-as, põe a língua para fora, como se fosse um lagarto, uiva, etc., num “culto” em que predominou a histeria coletiva.

É por todos esses motivos que não recomendo Kenneth Hagin e sua teologia. É claro que o livre exame é bíblico (1 Ts 5.21), porém o crente que é espiritual discerne bem tudo (1 Co 2.15). Provemos, pois, se os espíritos são de Deus (1 Jo 4.1) e abandonemos o erro, atentando para o que o Senhor Jesus ensinou em Mateus 7.13-27.

Na defesa do Evangelho (Fp 1.16),

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: http://cirozibordi.blogspot.com.br/2012/04/quem-foi-kenneth-hagin.html

terça-feira, 3 de abril de 2012

Para Nossa Alegria vai virar CD!!!


A dupla Jefferson e Suélen, que juntamente com sua mãe, a irmã Mara, postaram um video no Youtube( http://www.youtube.com/watch?v=VlfS32j2svQ&feature=player_embedded) e que bombou tendo mais de 30.000.000 de acessos, para nossa alegria eles são evangélicos pentecostais, e além de tudo vão gravar um cd, pela gravadora gospel Salluz.

Eles assinaram hoje dia 03/04 o contrato e o cd chega as lojas no comecinho de junho, para nossa alegria!!!
Paulo César Baruk e Rebeca Nemer entrevistaram a dupla, veja o video logo abaixo.








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segunda-feira, 2 de abril de 2012

As Testemunhas De Jeová



Introdução: A maioria de nós certamente já recebeu uma visita ou teve contato com as testemunhas de Jeová. Um fato preocupante entre nós é que muitos evangélicos não estão preparados para dialogar com as testemunhas de Jeová, por não terem conhecimento suficiente para refutá-las. Isso porque muitos não freqüentam a Escola Dominical ou cultos de doutrinas e também não estudam a Bíblia. Essas pessoas quando são confrontadas, não tem muito que responder. As testemunhas de Jeová costumam andar de dois em dois e preferem as casas dos evangélicos, onde se apresentam como "membros de uma sociedade de estudo da Bíblia", para iniciar o proselitismo.



Origem das Testemunhas de Jeová: Se tivesse sido obedecido o que diz em Deuteronômio 18.22, não se veria agora em certas casas o rótulo: "Salão do Reino". Não chegariam à nossa porta os vendedores da revista "Torre de Vigia" e os livros "Seja Deus Verdadeiro", "Harpa de Deus", e outros desse estilo. Não existiria o grupo religioso chamado Testemunhas de Jeová. Embora as profecias de seu fundador sejam falsas, continuam a propagá-las, e contam atualmente com milhares de membros ao redor do mundo.

a) Fundador da seita: No ano de 1870, o jovem Charles Taze Russell, com 18 anos de idade, organizou uma classe na cidade de Pittsburgh, Pennsylvania, Estados Unidos. O propósito era estudar a Bíblia, especialmente as partes proféticas. Embora a predição de Guilherme Miller, de que Cristo voltaria à terra em 1844 não se tivesse cumprido, Russel estava convencido de que seu método de interpretação bíblica era correto e o usou para fazer seus próprios cálculos e predições sobre a vinda do Senhor.

b) Desenvolvimento da Seita: Com o passar dos anos aumentavam os grupos de "Estudantes da Bíblia", e também aumentavam as "descobertas" de seu mestre. Começou a ensinar que Cristo não ressuscitara corporeamente da tumba, mas sim, como espírito. Portanto, seu regresso seria espiritual e não corporal. Segundo seus cálculos, Cristo regressou ao mundo espiritualmente no ano de 1874 e o milênio começou nessa data. Veja Lc 24. 36-44. Agora era preciso proclamar as boas-novas, explicar o plano divino e reunir os verdadeiros seguidores de Cristo para que participassem do reino do Senhor. Com este propósito iniciou em 1879 a publicação do periódico: A torre de Vigia e o Arauto da Presença de Cristo.

c) Nomes da Seita: Em 1884 transformou-se em organização internacional: "A Sociedade de Tratados da Torre de Vigia", também conhecida por "Sociedade da Torre de Vigia de Sião". "Associação Internacional de Estudantes da Bíblia". O Reino Teocrático". "O Púlpito do Povo". "A Aurora Milenial". "O Russelismo". Sociedade Bíblica de Tratados da Torre de Vigia", e desde 1931 leva o nome oficial de "Testemunhas de Jeová". As mudanças constantes do nome da seita revelam inconstância e falta de firmeza doutrinária.

d) As predições falsas das Testemunhas de Jeová: Quanto mais se examina uma seita, mais se descobrem as suas falácias. Por outro lado, quanto mais alguém estuda a Bíblia, mais confia nela. Um dos maiores inimigos das Testemunhas de Jeová é a sua própria literatura e as declarações de sues líderes. Veja Dt 18.21,22; Mt 24.11; 1 Tm 4.1-6.

e) Predições Falsas de Russel: Russel disse que o tempo dos gentios terminaria em 1914. Isto não se verificou. Pois até 1967 uma parte de Jerusalém estava em posse dos gentios (Lc 21.24). Em 1889 escreveu: "Dentro dos seguintes vinte e seis anos todos os atuais governos serão derrubados e dissolvidos. (Seria em 1915). Outra grande mentira. No ano de 1914 as Igrejas cristãs seriam destruídas. A batalha do Armagedon teria lugar em 1915. No ano de l914 a Igreja Católica Romana desapareceria. Em 1914 todos os governos, bancos, escolas e Igrejas seriam completamente destruídos".

f) Outras predições falsas: Em 1918 escreveram: "Portanto, podemos esperar confiadamente que 1925 marcará a volta de Abraão, Isaque, Jacó e os profetas fiéis da Antigüidade, particularmente aqueles nomeados pelos Apostolo em Hebreus capítulo onze, à condição de perfeição humana". (Milhões dos que agora vivem jamais morrerão) pp.89-90. Em 1931 escreveram: "Houve uma medida de desapontamento da parte dos fiéis de Jeová na terra concernente aos anos de 1914,1918 e 1925, cujo desapontamento durou por um tempo... e aprenderam também deixar de fixar datas". (Justificação Lv. I, pp.338-339). Isso é incrível! Eles mesmos reconhecem que suas falsas profecias.

g) Líderes que sustentaram as falsas predições: Nos quase cem anos de existência, as Testemunhas de Jeová tiveram somente três dirigentes: Charles Russell; o juiz Rutherford e atualmente Nathan H. Knorr, desde 1942. Rutherford escreveu cem livros publicados em vários idiomas. Ensinava que todas as Igrejas organizadas (menos as Testemunhas de Jeová) eram do diabo e desde o tempo apostólico o Cristianismo havia constituído a igreja apóstata. É lamentável! Eles se acham os únicos mediadores. (Jo 14.6).



As Doutrinas das Testemunhas de Jeová

A torre de vigia tem ensinando aos seus membros que somente eles tem a verdade, e essas verdades são esclarecidas através de seus escritos. Portanto, são programados para ensinar suas doutrinas e crêem que estão fazendo o correto.

a) Sobre a Bíblia: Crêem que a Bíblia é a Palavra de Deus, porém para compreender o sentido correto têm de interpretá-la segundo os escritos de Russel e de Rutherford. Na prática estes substituem a Bíblia. Com respeito aos seus livros: "Estudos das Escrituras", Russel disse: "São praticamente a própria Bíblia". Advertiu do perigo de ler só a Bíblia, sem seus livros. Aquele que o fizesse, embora familiarizado com os Estudos das Escrituras, dentro de dois anos, "voltaria à obscuridade". Por outro lado, o que não lê a Bíblia, porém lê os escritos de Russel, terá a luz. Veja o que Jesus diz: Jo 7.38; 5.39; Sl 119.107,130; 19.7,8.

b) Sobre a Trindade: Dizem que a Doutrina da Trindade é uma superstição herdada do paganismo egípcio e babilônico. Estudos p. 64. A doutrina da trindade está bem clara em toda Bíblia. Só não a vê quem está cego. Gn 1.26, "Elohim", traduzido por Deus, é um plural, indicando mais de uma pessoa. Veja ainda: Gn 11.7; Is 6.8; Mt 3.16,17; Mt 28.19; Ef 3.14-16; Hb 9.14; 2 Co 13.13; 1 Jo 3.23,24; Jd 20,21; 1 Pe 1.2 etc.

c) Sobre a Divindade de Cristo: Negam que Jesus Cristo seja Deus. Afirmam que é um ser criado como são os anjos e o homem...."Seja Deus Verdadeiro" p.35. Argumentam ainda que Miguel é Jesus. Se compararmos o uso da palavra Jeová no Antigo Testamento com o Novo Testamento, veremos que o mesmo nome usado para Jeová, usa-se para Jesus. Compare: Is 6.1 e Jo 12.41; Is 8.13 1 Pe 3.15; Is 40.3 e Mt 3.3; Sl 68.18 e Ef 4.7,8; Hb 1.10 e Sl 102.24; Jô 38.4. Gn 1.1 e Jo 1.3; Is 41.4 e Ap 1.7; Is 44.6 e Ap 2.8; Is 48.12 e Ap 22.13. São provas sobejas para provar a divindade de Cristo.



Outros erros doutrinários da seita

As incoerências doutrinárias e falsas predições são abundantes. Por falta de espaço, não temos condições de expô-las todas; segue-se a síntese de mais algumas:

a) Erros sobre a doutrina do Espírito Santo: Dizem que o Espírito Santo não é uma pessoa, mas somente uma influência, uma força ativa, e "além disso", não pode ser recebido por ninguém fora da associação das Testemunhas de Jeová. "Uma exclusividade deles". A Palavra de Deus diz ao contrário. Ensina que o Espírito Santo é uma Pessoa. Ele é eterno (Hb 9.14), Onipotente (Lc 1.35,37); Onisciente (Sl 139.1-12); Tem atributos de uma pessoa(1 Co 2.10) Ensina (Jo 14.26); Fala (At 13.2); Testifica (Jo15.26) e pode ser buscado (Lc 11.13); Poder ser recebido(Lc 7.38,39; At 2.1-4; 19.2 etc.)

b) Aniquilação dos maus. Dizem que os maus serão aniquilados: Este tipo de ensino é atraente para o coração humano que quer andar em seus próprios caminhos sem tomar responsabilidades com Deus. Em Mt 25.41-46, Jesus representa o castigo dos maus como coisa tão eterna quanto ao gozo dos salvos. Veja ainda: Mt 3.12; Ap 14.10-11; Ap 20.10. Notamos que depois do milênio o diabo será lançado no lago de fogo onde já se encontram a besta e o falso profeta, que foram lançados ali no princípio do milênio (Ap 19.20).

c) Erros de Tradução da Bíblia (TNM): A Tradução Novo Mundo(TNM) está adulterada e adequada às suas doutrinas: Veja alguns exemplos: Em Gn 11, a tradução correta é: "... E o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas". A TNM diz: "...E a Força Ativa de Deus..." . Em Mt 28.17, o verbo "adorar" foi adulterado por "prestar homenagem. Em Jo 1.1 a TNM traduz "...E a Palavra era [um] deus...". Usa letra minúscula, querendo diminuir Jesus Cristo, colocando-o como um deus qualquer. É lamentável!



Conclusão: Procuramos demonstrar abreviadamente que as Testemunhas de Jeová deturpam os pontos principais de nossa fé. Adulteraram a tradução da Bíblia; negam a Trindade, negam a divindade de Jesus, não crêem no Espírito Santo como Deus, negam que Jesus ressuscitou corporalmente, não acreditam no tormento eterno e só aceitam a interpretação da Bíblia segundo os escritos de Russel. Para eles Cristo já voltou espiritualmente desde 1874 e já estão vivendo o milênio. Cremo que isso é o suficiente para diagnosticar sua cegueira espiritual ( 2 Co 4.4). Vamos ganhá-los para Cristo?

Bibliografia

CROCE. José Elias, Comentários sobre Seitas e Heresias, Editora Betel, Rio de Janeiro, RJ. Primeiro Trimestre do ano 2000.
SILVA, Esequias Soares, Testemunhas de Jeová, Comentário Exegético e Explicativo.
Escola de Educação Teológica Pr. Elyseu Queiroz de Souza, 1ª Edição, 1991, Jundiaí, SP.
RINALDI, Natanael, ROMEIRO, Paulo. Desmascarando as Seitas, CPAD. 2ª Edição, Rio de Janeiro 1977.
MANZANARES, César Vidal. Pai, Onde estão os Teus Filhos? Editora Vida