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segunda-feira, 22 de março de 2010

É antiético citar nomes de pregadores famosos?


A Bíblia diz que são muitos os enganadores que viajam pelo mundo (2 Jo 7-8) e também a Palavra de Deus recomenda para termos cuidado com os falsos profetas (Mt 7.15). Devido à mentalidade pós-moderna, parece ser inadmissível fazer citações errôneas de certas pessoas. Infelizmente esta mentalidade anticristã é aceita por inúmeros lideres em nossos dias. O que devemos observar é que os apóstolos não pensavam assim, ao contrario alertavam a Igreja sobre aqueles que não andavam em sinceridade e integridade cristã, mesmo que estes fossem lideres (Gal. 2.11; 1 Tm 1.19,20; 2 Tm 2.16-18; 2 Tm 4.10,14).

Então sendo assim não há problema algum citar os nomes daqueles lideres ou não, que não andam conforme a doutrina, é o que veremos a seguir.

O mundo evangélico americano contemporâneo foi dividido quando um homem chamado Kenneth E. Hagin se projetou na mídia cristã. Hagin plagiou os ensinos de um pastor apostata, chamado E. W. Kenyon que se envolveu com as seitas metafísicas, onde chegou a declarar: “A única coisa que falta à Ciência Cristã é o sangue de Cristo”.(www.posword.org/articles/kenyon/index.shtml)
Foram centenas de falsos ensinos e declarações que ofendem a ortodoxia Bíblica, um ministério que trouxe somente prejuízos para toda a Igreja Cristã. Sua vida se encerrou no ano de 2003, deixando um rastro de heresias que infectou quase toda a religião cristã contemporânea. Ele um dos principais mentores de ensinos que nas décadas de 60 e 70 fez surgir novas correntes doutrinarias como a Teologia da Prosperidade assim como ensinos da metafísica fazendo com que a maioria das Igrejas Cristãs da America do Norte, fossem envenenadas pelas heresias da confissão positiva.

Em pouco tempo esta “heresia destruidora” chegaria ao Brasil e ganharia força varrendo o Brasil de norte a sul, trazendo prejuízos incalculáveis e irreversíveis. Sem sombra de duvidas que as Igrejas Neopentecostais são as importadoras desta teologia, mas ninguém mais contribuiu para estas idéias serem vinculadas no Brasil do que o Missionário R.R. Soares com a Editora Graça Editorial, divulgando os ensinos de Kenneth Hagin.

Dentre os mais variados ensinos estão os chamados “chavões” inventados pelos mestres da fé, dentre eles: “eu ordeno, eu determino, eu reivindico, eu amarro, eu comando, profetize isto ou aquilo, profetize para si mesmo, etc, etc”.

Existem hoje milhares de seguidores de Kenneth Hagin em todo o globo, assim também como inúmeros pesquisadores cristãos que desmascararam seus falaciosos ensinos apresentando-o como um falso profeta, com provas irrefutáveis. Certo pastor com muita propriedade diz como os livros de Kenneth Hagin fizeram sucesso no Brasil: “...Embora outros “grandes” evangelistas dessa linha teológica não tenham logrado êxito no Brasil, Kenneth Hagin, de repente tornou-se um dos maiores Best Sellers. Com livros extremamente simples, ele conseguiu influenciar os rumos da igreja no Brasil mais que qualquer outro líder religioso nos últimos tempos.” [1]

Dentre os variados pressupostos para descobrir um falso profeta, como por exemplo, seu estilo de vida, podemos avaliar se uma pessoa é ou não um falso profeta, pelos seus ensinos que são seus frutos (Mt 7.20).

É observável que um dos “frutos” daquele que se diz um mensageiro de Deus são certamente seus ensinos. Iremos verificar dentre os inúmeros ensinos de Hagin, algumas de suas citações para observar “seus frutos”. Hagin não tolera ser questionado:

“ Se um pastor não aceitar essa mensagem, então lhe sobrevirá julgamento..haverá ministros que não a aceitarão e cairão mortos no púlpito”

Conclusão
Lideres da prosperidade geralmente são famosos estão na mídia, são populares e agradam a todos. Porém não estão andando conforme a simplicidade do evangelho, devemos rejeitá-los por suas más obras, que são teologias manipuladas por espíritos malignos (I Tm 4.1). Os que querem ser ricos contrariam a Bíblia (1 Tm 6.9), os que ensinam prosperidade contrariam a Bíblia (I Cor 15.19), e os que pregam tesouros na Terra (MT 6.19,20) estão contrariando os ensinos de Cristo e devem ser evitados, pois mesmo sendo populares e aparentemente bem sucedidos, são apóstolos de satanás com toda sorte de engano e astucia (2 Pd 2.1-3; 2 Tm 2-4; 2 Cor. 11.3-5).

Fonte:
Achei no Genizah

sábado, 20 de março de 2010

1ºEPAED EM CLÁUDIA-MT Encontro de Professores e Alunos da Escola Dominical

                             
Aconteceu na Assembléia de Deus em Cláudia-Mt no dia 14 de março de 2010 o 1º epaed(encontro de professores e aluno da escola dominical), o encontro nasceu na Assembléia de Deus em juruena-Mt, com a idéia de dinamizar a EBD.
O 1º EPAED deu tão certo que logo após veio o 2º, o 3º, o 4º,o 5º e o sexto já está com data marcada.
Um presbítero da cidade de Claudia esteve visitando a AD em Juruena e gostou da idéia, resolvendo assim levar o encontro para sua igreja.
Esse primeiro EPAED em Claudia teve por tema “Meditando na lei do Senhor para manter-se renovado, baseado no salmo 1.1-3 e teve por preletores o Dc. Frank Braga de Juruena que trouxe uma palestra com o tema “A educação cristã como labor teológico” e por. José Perasio de Claudia que falou sobre o tema” a importância de se estudar a palavra de Deus”.
A Assembléia de Deus em Claudia faz parte do campo de Sinop e tem como Pastor local Vanderlei Cardoso, que sem medir esforço abraçou e apoiou a iniciativa e já abriu espaço para o 2º EPAED naquela igreja.
O encontro foi marcado pela presença de Deus e a boa aceitação por parte da igreja local, foi enfatizado por parte dos palestrantes a importância do povo não só ler, mais entender a palavra de Deus













 Pr. Perasio falando sobre a importância de se estudar a Palavra de Deus



quarta-feira, 10 de março de 2010

Internet pra mim era Orkut e MSN





Já faz alguns anos que conheço a internet e durante muito tempo não soube desfrutar de tantas coisas boas que a grande rede põe a minha disposição.
Só entrava pra ver minha caixa de email e  o Orkut, nada mais.
Foi então que mexe aqui, mexe ali, descobri o Blog Do Ciro,passado mais um tempo achei  o genizah, Púlpito Cristão, Bereiano, Blog do PR. Newton Carpintero, Graça Plena, e agora como viveremos e mais um universo de blogs onde encontrei muita coisa boa e gente corajosa que mete o pau nessa cachorrada gospel de nossos dias, gente que não tem medo de dar à cara a tapa e com veemência defende a mensagem  da cruz de cristo.
Enfim gostaria de aqui no meu simples espaço, homenagear essa cambada de gente boa que fazem parte do clube os blogueiros de cristo e dizer que me orgulho de fazer parte dessa turma destemida e compromissada com a causa do mestre
Digo que com vocês manos  tenho aprendido um montão
Que Deus em Cristo continue a lhes iluminar


Frank Braga 

quinta-feira, 4 de março de 2010

Lição 10 – A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo

Lição 10 - A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo
 subsídio postado pela equipe da cpad

Leitura Bíblica em Classe

2 Co 10.1-8,17,18

Introdução 
I. Paulo responde aos seus adversários
II. Inimigos e armas espirituais do apostolado

III. A perspectiva de Paulo sobre autoridade

Conclusão

Tema deste Subsídio

AS ARMAS ESPIRITUAIS E OS INIMIGOS DA FÉ

Os versículos 4 e 5 de 2 Co 10 apresentam os seguintes desdobramentos em duas realidades presentes na vida cristã: as armas espirituais e o seu uso em relação aos inimigos da fé.
As Armas Espirituais
De acordo com a epístola aos Efésios, as armas em Deus são constituídas de Fé, Verdade, Justiça, Mensagem do evangelho e a Palavra de Deus (Ef 6.13-17). Entretanto, as armas carnais - Riqueza, Fama e Poder Político, aparecem no sentido oposto, sendo inúteis nas batalhas espirituais.
Assim exposto, Paulo demonstra a contradição com o evangelho aos que comparam a autoridade apostólica às confrontações opressoras disponibilizando critérios carnais de acordo com os padrões deste mundo (kata sarka, lit. “de acordo com a carne”). O apóstolo dos gentios nega que suas ministrações sejam estranhas à nova aliança (1. 17; 5.16; cf. Gl 16-24) e demonstra que, embora viva no mundo (sarke, lit. “carne”) e esteja deste modo sujeito às fraquezas e limitações humanas, ele está travando uma guerra espiritual (Ef 6.12), onde os recursos humanos não são relevantes. As armas necessárias, portanto, devem ser espirituais, trazendo consigo o poder de Deus para demolir as fortalezas espirituais.
Inimigos da Fé
Acerca dos sistemas filosóficos, frutos do mundo intelectual grego, Paulo retrata-os como fortalezas a serem demolidas (“sofismas” no v.4 da RA). Na contemporaneidade os principais pensamentos presentes no mundo são:
·    PRAGMATISMO – O exercício das ações voltado somente para a obtenção de lucros ou vantagens;
·    RELATIVISMO – Ausência do valor absoluto, a ideia de que a verdade depende do ponto de vista de cada indivíduo e circunstâncias que se encontram;
·    HEDONISMO – Representa a busca intensa por prazer. O hedonista pergunta: Isto me dá prazer?;
·    MATERIALISMO – Ignora completamente o valor imaterial (sentimento, amor, eternidade, Deus, etc...) das coisas, buscando a pura racionalidade, elegendo a perspectiva naturalista de vida.
Prezado professor, muitos certamente não sabem definir os termos acima descritos, mas vivem-nos da maneira mais intensa possível. Considerando isso, dentro do contexto cultural grego, Paulo diz, na epístola anterior, que o evangelho pareceria uma loucura para aqueles que vissem o mundo através das lentes da filosofia secular grega (I Co 1. 22). Além disso, o apóstolo no v. 4 afirma a arrogância e pretensões contidas neste sistema como oposição ao conhecimento de Deus revelado em Cristo. No versículo 5, o apóstolo traz a ideia central do cativeiro de todo o sistema mundano de pensamento, sendo levado em sujeição aos ensinos de Cristo. O evangelho para o homem natural é loucura, mas para os que estão revestidos das armas de Deus é poder.
Extraído de:

quarta-feira, 3 de março de 2010

VODU RELIGIÃO OFICIAL DO HAITI




Religião foi oficializada pelo governo e é praticada nacionalmente.
Rituais lembram a umbanda e o candomblé brasileiros.
Em meio à situação de catástrofe humanitária vivida pelos haitianos após o terremoto que devastou o país no dia 12 deste mês, o cônsul do Haiti em São Paulo foi pego numa declaração dizendo que toda aquela tragédia era culpa de uma 'maldição' feita 'pelos africanos que moram lá'. Tentando associar a 'maldição' à 'macumba', George Samuel Antoine quis dizer basicamente que o terremoto foi culpa do vodu - religião amplamente praticada pelos cidadãos do país.

No dia seguinte, o cônsul pediu desculpas pelos comentários - ele ainda disse que a 'desgraça de lá' estava sendo 'boa pra gente aqui'. Mas o "flagra", segundo analistas entrevistados pelo G1, mostra um preconceito que há muitos anos domina a elite ocidental de maneira geral: a visão de que o vodu é uma crença primitiva e de que seria responsável pelo atraso social e até econômico do Haiti. 
Foto: Thony Belizaire/AFP

Haitianas dançam em ritual de vodu em abril de 2004 (Foto: Thony Belizaire/AFP)

A religião existe antes mesmo da criação do país. Uma versão amplamente aceita da história da independência do Haiti, em 1804, conta que a revolta dos negros teve origem em um ritual de vodu.

"O vodu é central na história haitiana e atinge a maior parte da população", explica o antropólogo e professor do programa de pós-graduação em antropologia social da UFRJ Federico Neiburg. Segundo ele, a religião foi construída nas Américas por escravos, como o candomblé no Brasil, e mistura elementos de cultos africanos com o cristianismo. Há entidades que são associadas com santos, e datas festivas católicas que são celebradas pelos praticantes do vodu. "Junto com o vodu, surge uma língua, que é o crioulo, que também é uma mistura."

Apesar de o vodu estar profundamente atrelado à tradição e aos valores nacionais, houve durante muitos anos uma perseguição aos seus praticantes no Haiti. "A elite haitiana que fez a revolução olhava mais para a França do que para a África. Esse olhar fez com que, durante quase um século, até o início do século XX, a elite haitiana tivesse uma relação paradoxal: rejeitavam o vodu, embora muitos integrantes conhecessem e até praticassem a religião. Eles colocavam a prática como a causa do atraso da nação. Isso começou a mudar na década de 1920 e 1930, no contexto da ocupação norte-americana do país. Essa ocupação (de 1915 a 1934) produziu na elite um sentimento nacionalista e uma volta do olhar para a África", explica o professor Neiburg.

O vodu ainda sofreria um outro revés, em 1940, quando houve uma campanha contra a prática no país. A religião só foi reconhecida oficialmente pelo Estado com a promulgação da Constituição de 1987, que também reconheceu o crioulo como um dos idiomas oficiais do país.

Conheça um pouco sobre os rituais do vodu haitiano:

Iniciação e casamento com espíritos 
Segundo a cientista social e doutoranda em antropologia Flávia Dalmaso, que esteve no país presenciando cerimônias de vodu, a iniciação é feita com dança, comida e incorporação de espíritos. Mas isso tudo depois que o iniciado passa uma semana no ‘oufo’, que é local do culto.

Os casamentos, que são realizados entre pessoas e espíritos, também são celebrados geralmente com dança e comida. Na cerimônia presenciada por Flávia, um homem se casou com um espírito que havia solicitado o matrimônio. "A pessoa que encarnou o espírito usou um vestido de cetim zul, que era a cor preferida da entidade, e o noivo estava de branco."
Foto: Thony Belizaire/AFP

Homem pratica ritual em julho de 2000, no norte de Porto Príncipe (Foto: Thony Belizaire/AFP )


Flávia disse que as cerimônias variam, mas que geralmente quem realiza o matrimônio é um 'père’ - pessoas que fizeram o seminário católico, mas não chegaram a ser padres. Eles se vestem como padres católicos, leem preces e jogam água benta. "É uma figura muito importante no vodu. Estão presentes na iniciação, nas novenas e realizam casamentos", explica ela.
Após se casar com um espírito, o praticante deve respeitar seu desejo e passar um dos dias da semana sozinho, sem sair com ninguém.

Cerimônias e possessão 
As cerimônias de vodu haitiano têm música e dança. As mulheres geralmente usam lenços na cabeça e dançam descalças. De acordo com o antropólogo José Renato Baptista, que está terminando o doutorado sobre o vodu e ficou um ano e meio no Haiti, algumas danças são muito sensuais, valorizando o movimento dos ombros e dos quadris. "As cerimônias são marcadas pelo ritmo, é uma música forte, muito interessante, agitada, tocada normalmente por três ou mais tambores, mais ou menos como o nosso candomblé", explica ele.
Já a questão da possessão, segundo ele, "é um grande mistério". "É uma discussão profunda. Partimos do pressuposto de que aquela experiência se baseia numa verdade vivida por aquelas pessoas." A possessão ocorre em situações específicas e, segundo José Renato, é parte fundamental da religião à medida que é uma forma de contato privilegiado com as divindades.

O chefe religioso é o ‘ougan’ - o equivalente ao nosso pai de santo. O equivalente feminino ao ougan é o ‘mambo’. São eles que percebem a presença das entidades - os 'loan'. Isso pode acontecer por cartas, ou por pessoas que passam por crises pessoais. "Essa relação com os loan pressupõe uma relação com ancestrais ou uma relação mítica. O pressuposto fundamental é servir a uma divindade. Muitas vezes esse loan é uma herança familiar, um ancestral que se manifesta, que vem para ajudar ou cuidar de seus parentes. A formação do vodu tem muito a ver com essa idéia do culto aos ancestrais", explica o antropólogo.

Sacrifício animal 
Diferentemente das religiões de origem africana praticadas no Brasil, no vodu haitiano o sacrifício animal é realizado publicamente. O animal é morto, seu sangue é utilizado em determinadas ações rituais e depois a carne é preparada e servida como comida na cerimônia. O sacrifício é realizado como uma oferenda para as divindades.
Foto: Thony Belizaire/AFP

O animal é sacrificado em homenagem às entidades. Depois, a carne é preparada e servida para os seguidores. Na foto, um sacrifício durante ritual em abril de 2003 (Foto: Thony Belizaire/AFP)


Zumbis 
A simbologia do zumbi é muito conhecida no Ocidente principalmente por terem sido imortalizados no cinema, em filmes como "The white zombies" (de Victor Halperin, 1932) e "A noite dos mortos vivos" (dirigido por George Romero, em 1968). O zumbi seria uma pessoa que ingere uma substância, tem uma morte aparente e, depois de enterrada, é tirada do túmulo e fica num estado letárgico sob os comandos de alguém.

Segundo José Renato, o zumbi é, antes de tudo, um escravo. "Existe todo um mito em torno das ideias de envenenamento, de utilização de magia no Haiti. Há um preconceito construído em torno disso. Eu vivi um ano e meio no país e nunca vi um zumbi. Muitas vezes, quando alguém fala de zumbi, pode ser uma pessoa abandonada pela família, há casos de pessoas que perdem a memória e essa pessoa pode ser apropriada como um empregado não remunerado. Há uma mística em torno da figura, mas eu não duvido que exista."

Segundo ele, no norte do país, nas plantações de cana, fala-se que a riqueza de certos fazendeiros advem de terem muitos zumbis trabalhando. "A ideia da mão-de-obra escrava tem muito a ver com isso, é preciso contextualizar", explica José Renato.



G1
EXTRAÍDO DO BLOG RELIGIÕES, SEITAS E CONTRADIÇÕES

segunda-feira, 1 de março de 2010

EU QUERO AVIVAMENTO








Existe nos dias de hoje uma busca desenfreada por avivamento por parte das igrejas e comunidades evangélicas brasileiras. E em busca desse avivamento faz-se de tudo; unção de montes, de cidades, declarações como: essa cidade pertence ao Senhor Jesus e muitas outras.Mas, o que seria na verdade esse avivamento que tanto se busca?
Certa vez eu estava em uma igreja na cidade de Castanhal-Pa, onde estava pregando o Pr. Elizeu Gomes e no encerramento daquele congresso de jovens, já na noite de domingo via-se muitos jovens daquela igreja entregues totalmente a Deus dentro daquele templo, muitos orando ,outros falando em línguas estranhas, via-se também muitos pulando de alegria quando de repente aquele PR. Bradou dizendo: Isso pra mim  não é avivamento,aqui nesse lugar é muito fácil  fazer tudo isso que está acontecendo, mas, o verdadeiro avivamento pra mim é amanhã, quando você voltar pra sua casa com seus parentes que não são evangélicos,quando você voltar pro seu serviço . Aí sim eu quero ver se você realmente está avivado disse ele.
Aquelas palavras me marcaram muito,e hoje após onze anos  tenho presenciado as coisas não muito diferentes daquela ocasião ,tem se falado muito de cultos de avivamento onde as pessoas pulam, gritam, caem pelo chão e em alguns casos até perdem a razão, não que eu não creia nisso tudo, pois, sou assembleiano de origem e creio sim no poder maravilhoso de Deus, mas, o que temos visto hoje são pessoas que pulam,caem no chão e até falam em línguas estranhas dentro da igreja, mas, quando saem igreja acabou tudo aquilo. Então voltam à mesma mesmice de sempre, desanimados e tristes, até o próximo culto de avivamento.
Só que se você procurar essas pessoas em um culto de ensino da palavra de Deus ou em uma escola bíblica dominical possivelmente não as vai encontrar, pois, nesses cultos não dá pra pular e não tem o chamado reteté, então eu pergunto que avivamento é esse que só dura uma hora e meia?
Hoje precisamos sim de um avivamento pra nossas vidas, mas de um avivamento verdadeiro que possa nos conduzir a oração e leitura da bíblia sagrada a qual deixamos de lado pra correr atrás de movimentos emocionalistas e antropocêntricos, que nada tem de sadios pra nossa vida espiritual.
Que possamos dizer hoje; aviva Senhor a nossa vida para que possamos anunciar a tua luz para aqueles que habitam em trevas,aleluia.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

MARTYN LLOYD JONES



MARTYN LLOYDJONES NÃO ERA UM CESSACIONISTA


1- Martyn Lloyd-Jones Não era um “Warfieldiano Cessacionista”


Claramente, pelo que pudemos ver, Lloyd-Jones não era o que costumamos chamar de um “cessacionista”. De fato, ele se manifestou fortemente contra o pensamento de Warfielda este respeito. Em 1969, ele escreveu “Um Memorando sobre Cura pela Fé”, rejeitado peloChristian Medical Fellowship, na Inglaterra, que se basearam explicitamente nos argumentos de Warfield, de que os dons espirituais (como o de curar), eram “sinais do apostolado” e não tinham mais lugar hoje, uma vez que os apóstolos só existiram no passado. 

"Eu penso que é inteiramente desprovido de base nas Escrituras dizer que tais dons cessaram com a Era Apostólica. Eu creio que milagres inquestionáveis têm ocorrido desde então". 

Quando ele fala da necessidade de um reavivamento de poder e do batismo do Espírito e de uma poderosa confirmação da palavra de Deus hoje, é claro que ele tinha em mente os mesmos acontecimentos que marcaram a vida dos apóstolos. 

"É perfeitamente claro que nos tempos do Novo Testamento, o evangelho era confirmado por sinais, prodígios e milagres de várias naturezas e descrições... Teria sido isso verdadeiro apenas na igreja primitiva?... As Escritura nunca, em nenhum lugar, afirma que estes acontecimentos seriam temporários - nunca! Não existe esta afirmação em nenhum lugar". 

Ele analisou os argumentos “cessacionistas” e concluiu que eram baseados em conjecturas para justificar uma deficiência particular. “Para sustentar este ponto de vista”, ele disse, “basta apagar o Espírito”. 

Além disso ele disse que existem muitas evidências históricas, que muitos destes dons persistiram por muitos séculos, e que eles se manifestavam de tempos em tempos desde a Reforma. Por exemplo, conforme relato deJohn Welsh, genro de John Knox, este realizou coisas extraordinárias, chegando a ressuscitar um morto. E há evidência da ocorrência de genuínos dons de profecia entre Protestantes Reformados. Por exemplo, ele diz queAlexander Peden, um dos Scottish Covenanters, profetizou de forma acurada e literal acerca de fatos que depois vieram a se cumprir.


2- Experiências Pessoais de Martyn Lloyd-Jones com um Poder Especial 

Lloyd-Jones teve experiências extraordinárias o suficiente, para fazê-lo entender que era melhor ele estar aberto para o que o poder soberano de Deus pode fazer. Por exemplo, Stacy Woods descreve o efeito físico de um dos sermões de Lloyd-Jones. 

"De uma forma extraordinária, a presença de Deus estava na Igreja. Eu pessoalmente senti como se uma mão estivesse me pressionando contra o banco. No final do sermão, por alguma razão, o orgão não tocou, e o Doutor entrou no gabinete e todos permaneceram sentados sem conseguir se mover. Devem ter se passado cerca de 10 minutos antes que as pessoas pudessem encontrar forças para levantar, e sem falar umas com as outras, deixaram calmamente o templo. Eu nunca havia testemunhado ou experimentado uma pregação que provocasse uma reação tão fantástica em uma congregação". 

Outra ilustração vem dos primeiros dias em Sandfields. Uma mulher que tinha sido uma conhecida médium do espiritismo compareceu à igreja numa certa noite. Ela mais tarde testemunhou sua conversão: 

"No momento em que entrei na capela e me sentei num lugar entre as pessoas, eu pude perceber um poder sobrenatural. Eu tinha consciência de que se tratava do mesmo tipo de poder sobrenatural que eu estava acostumada a experimentar nas reuniões espíritas, mas com uma grande diferença: eu podia sentir que o poder que havia na capela era um poder limpo". 

Diversas vezes na sua vida ele teve um tipo depremunição profética que ia além do ordinário. Em 10 de Janeiro de 1940, ele escreveu para a mulher de um amigo, Douglas Johnson, que sofria de uma oclusão coronária: 

"Eu tive uma definida e inconfundível consciência da completa recuperação de Douglas. Este tipo de coisa, como ele sabe, não é comum comigo. Eu estou lhe contando porque foi algo muito claro". 

Isto ilustra o ponto que ele defende acerca da comunicação pessoal de Deus com seus filhos. Ele cita Filipe sendo conduzido à carruagem em Atos 8, e Paulo e Barnabé sendo enviados em Atos 13, como exemplos bíblicos desta comunicação direta do Senhor e diz: 

"Não existe dúvida de que o povo de Deus pode buscar e esperar por “direção”, “orientação”, indicações sobre o que eles tem que fazer... Homens foram instruídos pelo Espírito Santo acerca do que deviam fazer; eles sabiam que era o Espírito Santo que estava lhes falando, e eles souberam com certeza qual era a sua direção. Parece claro para mim, que se negarmos tal possibilidade, novamente nos tornaremos culpados por estarmos apagando o Espírito". 

Lloyd-Jones entendeu pela Bíblia, pela história e por sua própria experiência que o extraordinário poder do Espírito dispensa um enquadramento preciso. Ele disse: “Os meios pelos quais a bênção vem, são quase ilimitados. Devemos ter cuidado em não limitá-los, em não tentar sistematizá-los, ou o que é ainda pior, para não torná-los mecânicos”. 
Artigo extraido do Blog graça plena
Pr. Joelson Gomes