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sexta-feira, 7 de junho de 2013

O bagre ensaboado dentro do ventre do grande peixe

Depois do trabalho, já em casa liguei meu pc e estava olhando os blogues do companheiros da blogosfera cristã.
Quando de repente me deparei com uma imagem, que de inicio achei que era montagem,mas, quando li a matéria conclui  que o mundo está perdido mesmo.
Esses vendilhões da fé têm mesmo muito tempo pra inventar  modismos, hermenêutica pra quê?, não precisa disso pra enganar a massa.
Enquanto o profeta Jonas protagonista da historia bíblica queria urgentemente sair do ventre do peixe, o Bispo vendilhão convida as pessoas para entrar no ventre do peixe, é pracabá mesmo minha gente.
Quando o povo não estuda e desconhece a palavra de Deus dá nisso (Os 6.3)
Enquanto isso as contas do Bispo ficam mais recheadas, desperta povo de Deus!!!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ainda sou Assembleiano.

Há quinze anos atrás, senti um chamado para servi a Deus e escolhi a Assembléia  de Deus para ser a minha igreja. Não porque seja a única igreja certa ou porque seja melhor que as outras, não senhores.
Mais foi nessa igreja onde encontrei Deus, libertação, companheirismo e alivio pra minha alma cansada.
Nesses quinze anos nunca mudei de igreja, pelo contrário comecei a  me envolver na obra de Deus muito cedo, primeiro como professor da EBD na classe de adolescentes, depois lecionei pra jovens, irmãs, irmãos, obreiros e até na classe de professores.
Depois o Senhor me chamou para o ministério, após  muitas promessas. Comecei como cooperador, depois fui ao diaconato e depois de dois anos fui ao presbitério.
Nesse intervalo fiz curso de teologia, trabalho com assistência social,  programa de rádio e lecionei teologia.
Amo muito minha igreja e aqui fiz muitos bons amigos, entre membros, cantores, missionários e pastores. Mas, de uns anos pra cá tenho visto muita coisa cabulosa acontecer pelos arraiais assembleianos.
A maioria dos pastores que estão a frente de nossas igrejas nos dias atuais, perderam a visão espiritual e  o maior interesse de classe tem sido suas finanças. O nepotismo religioso, tem tomado conta de nossas igrejas e quase já não se vê pastores que realmente tem uma chamada de Deus assumindo grandes igrejas, essas só ficam nas mãos de filhos, netos, genros ou alguém que tenha qualquer parentesco com um pastor de renome.
Sem falar das negociações espúrias que rolam nesse meio, é coisa de assustar qualquer pessoa. Nesse momento a minha oração a Deus é que ele entre com providência urgente nesta causa, pois, a obra é de Deus e continuo acreditando em uma mudança na liderança de nossa querida assembléia de Deus, mudança essa que tem que começar desde a CGADB, passando pelas convenções estaduais e chegando até os campos autônomos.
Acredito ainda que Deus vai levantar uma geração de pastores comprometidos com as almas que estão perecendo sem salvação e não com suas contas bancárias, Pastores interessados no bem estar dos seus membros e não no acumulo de riquezas sem medidas, pastores que consagrem ao ministério obreiros que tenham chamada de Deus, compromissados com a sua causa e não seus próprios filhos, cunhados, primos  e parentes que não sabem o que dirigir nem um ponto de pregação, pessoas sem o menor escrúpulo, que não são dignas de está a frente de um trabalho  na casa de Deus.
Acredito ainda que Deus vai levantar pastores presidentes de convenções estaduais que tenham coragem de arrancar esses pastores de campo que está acabando com a igreja achando que são donos de tudo  e  causando rachas e mais racha no ministério, pastores que  não façam  vista grossa ao estáacontecendo em nossos dias, acredito ainda que dias melhores virão e é por isso que ainda sou Assembleiano.  

domingo, 21 de abril de 2013

Eli Soriano e o seu Caminho Antigo

Há alguns meses um amigo de trabalho me perguntou se eu conhecia o caminho antigo, um certo movimento religioso conduzido por um personagem conhecido como Eli Soriano.
Ele me relatou que esteve presente em uma reunião desse tal grupo e que havia ganhado uma Bíblia de presente na ocasião, prometi à ele que iria me inteirar sobre o assunto até porque muito pouco conhecia sobre o tal movimento, é tanta seita e heresia que tem se disseminado nos dias atuais que fica difícil está por dentro de tudo, mas, procuro sempre está atualizado de tudo que rola no mundo denominacional.
Hoje pela manhã outro amigo me questionou sobre o tal cominho antigo, foi por isso então que eu resolvi pesquisar sobre o tal caminho antigo e seu líder Eli soriano e eis a seguir o resultado da minha pesquisa.

Eliseo Fernando Soriano, Nascido em 1947 na Filipinas , este controverso evangelista é presidente da “igreja de Deus Internacional”. Mais conhecido como “irmão Eli”, ou Brother Eli(como gosta de ser chamado) .
Tem uma historia repleta de falcatruas, ex presidiário, acusado de estupro, envolvido com muitos tipos de negócios duvidosos e foragido da justiça de seu país(as Filipinas), e rola até umas conversa com depoimentos de pessoas que eram ligadas ao seu movimento que garantem que ele morde a fronha, isso mesmo dizem que ele escorrega no quiabo (é homossexual) , há algum tempo trouxe sua mala pro Brasil, montou sua base em Porto Alegre-Rs. 
O movimento de Eli Soriano, a igreja de Deus internacional na verdade é mais uma seita perversa que distorce a Bíblia e é carregada de heresias muito estranhas mais muito conhecidas pelo povo cristão. 
Eis algumas heresias difundidas pelo caminho antigo de Eli soriano
Eliseo Soriano é um falso profeta que ensina mentiras satânicas...

1.      Soriano rejeita a doutrina da Trindade e crê no seguinte:
O Pai: Deus Todo-Poderoso e Salvador sobre todos. Maior que o Filho e o Espírito Santo.

O Filho: é Deus, mas não Todo-Poderoso como o Deus Pai. É igual ao Pai como Deus, mas não é maior que Ele porque foi enviado porDeus Pai. É maior que o Espírito Santo.

O Espírito Santo: é parte do Pai e do Filho e também é chamado de Deus, mas não como uma pessoa. Aparte da crença nesses “três deuses” ele também insiste que há “muitos deuses” por causa de I Coríntios 8:5.
2.      Soriano acredita que o Deus Pai, foi o salvador a quem deve ser dado os créditos por todas as coisas que Ele tem feito por enviar salvadores durante épocas passadas (Hebreus 1:1-2).
3.      Soriano acredita que Jesus é um “Deus Forte” mas não o Deus Todo-Poderoso. Soriano não acredita que Jesus seja o único salvador da humanidade. Soriano ensina dois tipos de salvação que Jesus faz: (1) Ele foi enviado primeiramente para ser o salvador da casa de Israel (Mateus 15:24) durante sua humanidade (Mateus 1:21), mas Ele foi apenas um entre os que foram enviados para salvar. (2) Em sua segunda vinda, ele vai salvar os fiéis (isto é, membros da igreja de Soriano). Soriano ensina que Moisés foi enviado pelo Pai para ser um instrumento de salvação e salvador de fato dos israelitas (Atos 7:35-37) e o apóstolo Paulo (Atos 13:46-47) foi o salvador para os gentios até o fim dos tempos. De acordo com Soriano, Timóteo foi o sucessor de Paulo para ser o salvador após a sua morte.
4.      De acordo com Soriano,  Jesus o Filho do Deus vivo também precisa de um salvador que é seu Pai, o Deus vivo, como alegado em Hebreus 5:7-9.
5.      De acordo com Soriano, o significado da “Casa do Senhor” em Salmos 127:1 durante o Antigo Testamento é a “Igreja de Deus” e o nome desta igreja é: Iglesia ng Dios kay Kristo Hesus, Haligi at Saligan ng Katotohanan (Igreja de Deus em Cristo Jesus. A coluna e firmeza da verdade – Filipinas). Eles acreditam que uma pessoa pode ser salva mesmo que não tenha ouvido os ensinos de Soriano. Essa pessoa será julgada por Deus de acordo com sua consciência. Soriano acredita que ninguém pode pregar a Bíblia, mas deve ser “um enviado” (que não pode ser ninguém mais do que ele próprio). 
Eli Soriano ensina que Deus não sabe de todas as coisas.

Para Eli, Deus não sabe o dia do julgamento; mas Soriano sabe e prediz que o mundo irá acabar em 2010.
Ele ensina que Deus não está presente em todos os lugares (isto é, Deus não é onipresente).
Ensina que Deus não é um.
Eli se apresenta como um deus.
Cristo como o salvador dos homens não estava no plano original do Pai; mais foi enviado como um gesto voluntário do Filho em uma suposta “convenção no céu envolvendo os três, isto é, Deus o Pai, Filho e o Espírito Santo”.
Ensina que Cristo pecou uma vez.
Ensina que os apóstolos estavam propensos ao erro quando ensinaram o evangelho; porém Soriano afirma que ele pode responder a qualquer questão.
Acredita que há somente um apóstolo com o nome de Tiago, em vez de dois como a Bíblia descreve.
Mulheres não foram criadas a imagem de Deus, somente os homens.
Mulheres não entrarão no céu a menos que se tornem como homens, e de homens em deuses.
Insultos pessoais, crimes e outros tipos de degradações humanas são praticadas livremente e até encorajadas a todo o momento, até mesmo durante os cultos, da mesma meneira que cobiçar de acordo com o que eles pessoalmente pensam dessas pessoas, jovens ou velhos da mesma maneira. http://www.geocities.com/bro_eliseo_soriano/mura.htm
Ele até mesmo proíbe seus membros se casarem (veja I Timóteo 4:1-3).
Pratica conversa com os mortos bem como com Deus.http://www.geocities.com/bro_eliseo_soriano/speakingwith.htm
            SORIANO APROVA A HOMOSSEXUALIDADE
Soriano ensina que o comportamento homossexual não é abominável na visão de Deus.
A Bíblia condena o pecado da homossexualidade (Romanos 1:24-32). Homossexualidade é moralmente repreensível e repulsivo.
Entre os que o conhecem pessoalmente há quem veio a público falar de sua preferência sexual por homens:
Sua primeira confidente, Maning Manzanillia, o abandonou por esta razão.
Don Manolo Favis, admitiu ter notado um comportamento homossexual em Soriano.
Lolita Hizon afirmou que uma vez flagrou Soriano tendo relações sexuais com outro homem.
Os membros da igreja mais próximos de Soriano: seus escritos contém tantos detalhes sobre a conduta homossexual de Soriano que você não pode negar que eles sabem de uma grande porção de coisas por trás dos bastidores.
Pessoas que romperam com a igreja de Soriano informaram que já haviam notado tal comportamento em Soriano.
Soriano tem uma conta conjunta com outro homem, o qual ele mesmo confirma e admite que não há nada de errado com isto.
Soriano ataca outras igrejas para fazer a mesma coisa, isto é, usar muitos nomes, o que é isso? Uma omissão?
“É evidente que a organização que conhecemos hoje como Testemunhas de Jeová, usou seis diferentes nomes. Isto somente prova sua definitiva necessidade de direção e firme disposição.”
E isto também tem sido feito por diferentes religiões aqui neste país. Eu li uma vez de uma organização particular, que ela tinha se registrado como igreja do todo-poderoso. Depois de muitos anos eles decidiram mudar para iglesia de dios? Entretanto, sua petição foi negada, visto que já haviam muitas organizações com o mesmo nome.
Vocês sabem o que eles fizeram? Eles mudaram o nome para o inglês. Ele mudaram para “Church of God” e sua petição foi aceita. Essas são algumas ilustrações, meus seguidores, de provas que a escolha de um nome, que servirá como o nome oficial de uma organização foi somente motivada por motivos excusos.”
Se você tiver interesse em saber mais sobre esse cidadão que se gaba de conhecer a Bíblia de frente pra trás e de trás pra frente pesquise mais na internet, pois, há muito material sobre sua nocivas doutrinas, que Deus em Cristo abençoe sua vida,


domingo, 13 de janeiro de 2013

Manifestantes protestam contra casamento gay em Paris



Manifestação reúne pessoas de várias cidades francesas.
'Queremos que esse projeto de lei seja derrubado', disse organizadora.


Trens, ônibus e carros chegaram a Paris no domingo (13) levando manifestantes de toda a França para um protesto maciço contra o casamento gay, uma reforma polêmica que o presidente François Hollande prometeu executar até junho.
Manifestantes protestam contra casamento gay em Paris (Foto: Benoit Tessier/Reuters)Manifestantes protestam contra casamento gay em Paris (Foto: Benoit Tessier/Reuters)
Cinco trens de alta velocidade, 900 ônibus e inúmeros comboios de carros deixaram cidades na província, muitos antes do amanhecer, em direção a três pontos da capital francesa para as marchas, que devem convergir para a Torre Eiffel no final da tarde.
Manifestação reúne pessoas de várias cidades francesas (Foto: Miguel Medina/AFP)Manifestação reúne pessoas de várias cidades francesas (Foto: Miguel Medina/AFP)
Fortemente apoiados pela hierarquia católica, ativistas mobilizaram uma coalizão híbrida de famílias religiosas, políticos conservadores, muçulmanos, evangélicos e até mesmo homossexuais que se opõem ao casamento gay para a demonstração de força.
"Queremos que esse projeto de lei seja derrubado", disse Patricia Soullier, organizadora do protesto, à BFM-TV antes de entrar em um trem em Montpellier, no sul da França, que seguia para Paris.
Várias centenas devem marchar debaixo de forte frio contra a reforma, prometida por Hollande durante sua campanha eleitoral. Ele tem votos suficientes no Parlamento para aprová-la facilmente.
O presidente enfureceu muitos opositores ao tentar passar a reforma no Parlamento sem muito debate público e vacilou sobre alguns detalhes da reforma.
O modo desajeitado como lidou com outras promessas, como o imposto de 75% sobre os ricos que foi decretado inconstitucional, ou sua luta vacilante contra o desemprego crescente, azedou o humor do público. Um grande protesto agora não vai ajudar sua imagem.
Casamentos do mesmo sexo são legalizados em 11 países, inclusive Bélgica, Portugal, Holanda, Espanha, Suécia, Noruega e África do Sul, assim como em nove Estados norte-americanos, além da capital dos EUA.
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/manifestantes-seguem-para-paris-para-protestar-contra-casamento-gay-1.html
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domingo, 6 de janeiro de 2013

A Finalidade da cruz de Cristo.



Texto: "Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim..." Gálatas 2.19b-20.

I. A ilusão do "símbolo" do cristianismo

- Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo frequentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas.
- A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa.
- É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.
- Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema.
- A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves.
- O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina.
- Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

II. A "palavra da cruz": poder de Deus

- Paulo afirmou que a "palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho.
- O evangelho é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.
- O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente: "venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei... por ele também sois salvos... que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Co 15.1-4).
- Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção.
- O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22); "é o sangue que fará expiação em virtude da vida" (Lv 17.11).
- Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano.
- Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador!
- Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!

III. A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus

- Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é "enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto" (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre.
- Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração?
- Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!
- Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz.
- Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo "a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz" (Fp 2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.

IV. A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados

- Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa.
- A ênfase está sobre o sofrimento físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem fez a Ele e só podia nos condenar a todos.
- Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e "sua alma [foi dada] como oferta pelo pecado" (Is 53.10); Deus fez "cair sobre ele a iniqüidade de nós todos" (Is 53.6); e "carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pe 2.24).
- A morte de Cristo é uma evidência irrefutável de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado, que a penalidade precisa ser paga, caso contrário não pode haver perdão.
- O fato de que o Filho de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos pecados ["Se possível, passe de mim este cálice!" (Mt 26.39)], é prova de que não havia outra forma de o ser humano ser redimido.
- Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria.
- Qual deve ser, então, o juízo sobre os que rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!
- Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar o alarme quanto ao julgamento que está por vir, precisamos também proclamar as boas notícias de que a redenção já foi providenciada e que o perdão de Deus é oferecido ao mais vil dos pecadores.
- Nada mais perverso poderia ser concebido do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim, foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e misericórdia, orou:"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23.34).
- Assim sendo, a cruz também prova que existe perdão para o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.

V. Cuidado: não anule a cruz de Cristo!

- A grande maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. E é aqui que enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo.
- Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz "com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo" (1 Co 1.17).
- Muitos pensam: "É claro que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente.
- Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade.
- Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. Não confrontemos pecadores com seu pecado e com o lado sombrio da condenação do juízo vindouro, mas expliquemos a eles que o comportamento deles não é, na verdade, culpa deles tanto quanto é resultante dos abusos dos quais eles têm sido vitimados. Não somos todos nós vítimas?
- E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança?
- Mescle a cruz com psicologia e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as de membros!" Assim é o neo-evangelicalismo de nossos dias.
- Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu: "Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."

VI. A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo

- Eis o "x" da questão. O evangelho foi concebido para fazer com o eu aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente. Essa é a boa notícia na qual Paulo exultava: "Estou crucificado com Cristo".
- A cruz não é uma saída de incêndio pela qual escapamos do inferno para o céu, mas é um lugar onde nós morremos em Cristo. É só então que podemos experimentar "o poder da sua ressurreição" (Fp 3.10), pois apenas mortos podem ser ressuscitados.
- Que alegria isso traz para aqueles que há tempo anelam escapar do mal de seus próprios corações e vidas; e que fanatismo isso aparenta ser para aqueles que desejam se apegar ao eu e que, portanto, pregam o evangelho que Tozer chamou de "nova cruz".- Paulo declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6.14). É linguagem bem forte! Este mundo odiou e crucificou o Senhor a quem nós amamos – e, através desse ato, crucificou a nós também.
- Nós assumimos uma posição com Cristo. Que o mundo faça conosco o que fez com Ele, se assim quiser, mas fato é que jamais nos associaremos ao mundo em suas concupiscências e ambições egoístas, em seus padrões perversos, em sua determinação orgulhosa de construir uma utopia sem Deus e em seu desprezo pela eternidade.
- Crer em Cristo pressupõe admitir que a morte que Ele suportou em nosso lugar era exatamente o que merecíamos.
- Quando Cristo morreu, portanto, nós morremos nEle: "...julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2 Co 5.14-15).
"Mas eu não estou morto", é a reação veemente. "O eu ainda está bem vivo." Paulo também reconheceu isso: "...não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19).
- Então, o que é que "estou crucificado com Cristo" realmente significa na vida diária? Não significa que estamos automaticamente "mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus" (Rm 6.11). Ainda possuímos uma vontade e ainda temos escolhas a fazer.

VII. O poder sobre o pecado

- Então, qual é o poder que o cristão tem sobre o pecado que o budista ou o bom moralista não possui?
- Primeiramente, temos paz com Deus "pelo sangue da sua cruz" (Cl 1.20).
- A penalidade foi paga por completo; assim sendo, nós não tentamos mais viver uma vida reta por causa do medo de, de outra sorte, sermos condenados, mas sim por amor Àquele que nos salvou. "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 Jo 4.19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço. "Se alguém me ama, guardará a minha palavra" (Jo 14.23), disse o nosso Senhor.
- Quanto mais contemplamos a cruz e meditamos acerca do preço que nosso Senhor pagou por nossa redenção, mais haveremos de amá-lO; e quanto mais O amarmos, mais desejaremos agradá-lO.
- Em segundo lugar, ao invés de "dar duro" para vencer o pecado, aceitamos pela fé que morremos em Cristo. Homens mortos não podem ser tentados. Nossa fé não está colocada em nossa capacidade de agirmos como pessoas crucificadas mas sim no fato de que Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados.
- Em terceiro lugar, depois de declarar que estava "crucificado com Cristo", Paulo acrescentou:"logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.20). O justo "viverá por fé" (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38) em Cristo; mas o não-crente só pode colocar sua fé em si mesmo ou em algum programa de auto-ajuda, ou ainda num guru desses bem esquisitos.

VIII. A missa: negação da suficiência da obra de Cristo na cruz

- Tristemente, a fé católica não está posta na redenção realizada por Cristo de uma vez para sempre na cruz, mas na missa, que, alegadamente, é o mesmo sacrifício como o que foi feito na cruz, e confere perdão e nova vida cada vez que é repetida.
- Reivindica-se que o sacerdote transforma a hóstia e o vinho no corpo literal e no sangue literal de Cristo, fazendo com que o sacrifício de Cristo esteja perpetuamente presente. Mas não há como trazer um evento passado ao presente. Além do mais, se o evento passado cumpriu seu propósito, não há motivo para querer perpetuá-lo no presente, mesmo que pudesse ser feito.
- Se um benfeitor, por exemplo, paga ao credor uma dívida que alguém tem, a dívida sumiu para sempre. Seria sem sentido falar-se em reapresentá-la ou reordená-la ou perpetuar seu pagamento no presente. Poder-se-ia lembrar com gratidão que o pagamento já foi feito, mas a reapresentação da dívida não teria valor ou sentido uma vez que já não existe dívida a ser paga.
- Quando Cristo morreu, Ele exclamou em triunfo: "Está consumado" (Jo 19.30), usando uma expressão que, no grego, significa que a dívida havia sido quitada totalmente.
- Entretanto, o novo Catecismo da Igreja Católica diz: "Como sacrifício, a Eucaristia é oferecida como reparação pelos pecados dos vivos e dos mortos, e para obter benefícios espirituais e temporais de Deus"(parágrafo 1414, p. 356). Isso equivale a continuar a pagar prestações de uma dívida que já foi plenamente quitada.
- A missa é uma negação da suficiência do pagamento que Cristo fez pelo pecado sobre a cruz!
- O católico vive na incerteza de quantas missas ainda serão necessárias para fazê-lo chegar ao céu.

IX. Segurança para o presente e para toda a eternidade

- Muitos protestantes vivem em incerteza semelhante, com medo de que tudo será perdido se eles falharem em viver uma vida suficientemente boa, ou se perderem sua fé, ou se voltarem as costas a Cristo.
- Existe uma finalidade abençoada da cruz que nos livra dessa insegurança. Cristo jamais precisará ser novamente crucificado; nem os que "foram crucificados com Cristo" ser "descrucificados" e aí "recrucificados"!
- Paulo declarou: "porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.3).
- Que segurança para o presente e para toda a eternidade! (Dave Hunt – TBC 10/95 – traduzido por Eros Pasquini, Jr.)

 Fonte:http://www.esbocosdesermoes.com/2012/12/a-finalidade-da-cruz-de-cristo.html

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Passado, presente e 2013


“Ontem já é história”, “O que passou, passou”. Estas frases são usadas pelos motivadores para animar pessoas que sofreram no passado e ainda sofrem no presente por causa de males do passado. Mas a dura realidade que precisamos admitir é que o passado faz parte da vida.

Coisas boas e ruins que aconteceram sempre vêm à tona, e nós precisamos saber como lidar com elas. Em relação às coisas ruins, a melhor coisa a fazer é mesmo olhar para frente, olhar para Jesus (Hb 12.1,2), lutar por grandes conquistas, trabalhar agora para colher amanhã, etc. Mas, e quando as coisas ocorridas no passado são erros que cometemos, os quais interferem diretamente na vida presente?


No Livro do Profeta Isaías há uma mensagem divina confortadora: “Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos” (45.2). Isso significa que, se formos fiéis ao Senhor; se lho obedecermos; se andarmos segundo a sua Palavra a partir de agora, Ele abrirá novos caminhos para nós e fará com que os nossos erros do passado não interferiram de modo decisivo no presente. É claro que todos os erros trazem consequências, porém o Senhor é quem conforta, suaviza a dor, abre novas portas grandes e eficazes, ajudando-nos efetivamente a vencer o passado. 


Como se livrar por completo do passado? Imagine a situação de quem perdeu um filho, um cônjuge, os pais... Não é fácil olhar para frente e viver como se nada tivesse acontecido. Mas, em Cristo, podemos todas as coisas (Fp 4.13). Tenha fé. O que aconteceu, aconteceu. Não há mais volta. É preciso esforçar-se, em Cristo e por Deus, para superar a tristeza, o desânimo, a angústia...


Se você foi demitido, não se prostre. Outras portas se abrirão para você, desde que não se entregue ao desânimo e pense que tudo acabou. Mesmo que você tenha feito alguma coisa errada, peça perdão a Deus e deposite a sua confiança nEle. Reconheça-o em todos os seus caminhos, a fim de que Ele endireite as suas veredas (Pv 3.5).


Somente através do Senhor Jesus podemos superar as frustrações e perdas ligadas ao passado. Por isso, entregue-se totalmente a Ele agora e em 2013. Quando as lembranças ruins quiserem sufocá-lo, busque ajuda do alto. Lembre-se de que o Senhor endireita caminhos tortos. Tente, por Ele, construir uma nova história. Se for preciso começar a partir do zero, faça isso. Recomece.


“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder” (Ef 6.10). “Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena” (Pv 24.10), “sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1 Jo 3.20). 


Aprenda a lidar com o passado. Seja feliz no presente. E que 2013 seja o melhor ano da sua vida!


Ciro Sanches Zibordi

Fonte: http://cirozibordi.blogspot.com.br/2012/12/passado-presente-e-2013.html

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade? .




Por Augustus Nicodemus Lopes

Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.

Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.

- Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele.

- Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.

- Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.

- Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.

- Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.

- Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.

- Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo.

- Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco.

- Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.

- Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus.

- Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus.

- Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde.

A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia...

 Fonte: http://bereianos.blogspot.com.br/2012/06/afinal-o-que-esta-errado-com-teologia.html