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terça-feira, 17 de abril de 2012

2º EPAED Na ADFAZ Monte Sião

No mês de novembro de 2010, aconteceu na ADFAZ Monte Sião o 1º EPAED(Encontro de professores e Alunos Da Escola Dominical).
O qual tema por tema, meditando na lei do Senhor para ser renovado, baseado no salmo 1.
Agora chegou a vez do 2º EPAED, que acontecerá nos dias 26, 27 de maio de 2012, com o seguinte tema: como entender as Escrituras? baseado em Atos 8.30,31.
Nesta ocasião três matérias: Escatologia, Hermenêutica e Heresiologia.
São assuntos de grande importância pros dias de hoje, em que muito se fala de prosperidade material em detrimento de assuntos e doutrinas de suma importância para a vida espiritual do cristão. 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ecumenismo religioso: uma armadilha de Satanás





Assistiu ao vídeo acima? Agora, leia o artigo que escrevi para o jornal Mensageiro da Paz de março de 2012.

Ecumenismo religioso: uma armadilha do Diabo


Houve um tempo em que o ecumenismo religioso era considerado um grande perigo para as igrejas cristãs. Pastores verberavam contra ele. E qualquer comunhão ecumênica entre evangélicos, católicos romanos e espíritas era inimaginável. Mas os tempos mudaram. Hoje, o relacionamento entre padres galãs e celebridades gospel é tão bom que estas até fornecem suas composições àqueles. Certa cantora gospel, inclusive, fez uma canção dedicada a Maria. Juntos, romanistas e evangélicos participam de shows ecumênicos e programas de auditório. “O que nos une é muito maior do que o que nos divide”, argumentam.


O ecumenismo — gr. oikoumenikós, “aberto para o mundo inteiro” — prega a tolerância à diversidade religiosa e a oposição a quem defende uma verdade exclusiva. Trata-se de uma armadilha de Satanás, com o objetivo de calar os pregadores da Palavra de Deus. Ele se baseia no princípio “democrático” de que cada pessoa possui a sua verdade. Mas o Senhor asseverou que não existe unidade motivada pelo amor divorciada da verdade da Palavra: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14.15-24).


Causa estranheza o fato de uma parte do evangelicalismo moderno considerar o ecumenismo religioso biblicamente aceitável. Já ouço pastores dizendo: “A doutrina bíblica divide. É o amor que nos une. A igreja deve ser inclusiva”. A despeito de o Senhor Jesus ter afirmado: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6), está crescendo no meio evangélico a simpatia pelo movimento ecumênico. Nos Estados Unidos, pastores renomados deixaram de falar de Jesus com clareza. Pregam sobre Deus de maneira generalizante, a fim de não ofenderem romanistas, muçulmanos, budistas etc. E, no Brasil, alguns acontecimentos têm preocupado aqueles que ainda preservam a sã doutrina.


Recentemente, um conhecido pastor realizou — dentro de um templo evangélico! — um culto ecumênico juntamente com a liderança da Igreja da Unificação, do “reverendo” coreano Sun Myung Moon. “Qual é o problema de um pastor de renome ter amizade com o líder de uma seita? Afinal, todos devem se unir pela paz mundial”, alguém poderá dizer. Não devemos, de fato, odiar o “reverendo” Moon. Mas, como ter comunhão com alguém que, de modo blasfemo, desdenha do sangue derramado pelo Cordeiro de Deus, considerando-o insuficiente para nos purificar de todo o pecado? Moon também se considera um novo Messias que precisou vir ao mundo para concluir a obra que o Senhor não conseguiu realizar. Que blasfêmia! A Palavra de Deus não aprova esse tipo de aliança (2Co 6.14-18).


Outro exemplo de ecumenismo religioso é o envolvimento de pastores com o unicismo, uma seita que diz ter a “voz da verdade” e vem tendo livre acesso, através de suas celebridades, às igrejas evangélicas. O pentecostalismo da unicidade é herético, visto que se opõe à doutrina da Trindade, a base das principais doutrinas cristãs. Quem se opõe à tripessoalidade divina (confundindo-a com o triteísmo) nega não apenas a teologia, mas também a própria Bíblia (Gn 1.26 e Jo 14.23), o cristianismo (Mt 28.19 e 2Co 13.13), a deidade do Espírito Santo (Jo 14.16-17 e 16.7-10), a clara distinção entre o Pai e o Filho (Jo 5.19-47 e 14.1-16) e o plano da redenção da humanidade (Jo 3.16 e 17.4-5). Atentemos para a verdadeira voz da verdade, a do Bom Pastor: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz” (Jo 10.17).


Pastores e cantores, por falta de vigilância ou movidos por interesses pessoais, estão se prendendo a jugos desiguais com os infiéis, deixando-se enganar pelo ecumenismo religioso. A maior emissora de televisão do Brasil — que sempre estereotipou e ridicularizou os evangélicos — descobriu que nem todos os cristãos são “extremistas” e “fanáticos”. Há um grupo de celebridades gospel que não tem coragem de dizer clara e objetivamente que o Senhor Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5 e At 4.12).


Em um programa dominical, certa “pastora” resolveu tripudiar sobre os seus “inimigos”, rodopiando com baianas e cantando com sambistas no ritmo das religiões afro-brasileiras. Enquanto ela dançava, a apresentadora, seus convidados e a plateia riam sem parar, numa grande celebração. Que tipo de evangelho “agradável” e “inclusivo” é esse? Lembrei-me imediatamente do que o Senhor Jesus disse, em Mateus 5.11-12: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas por minha causa”.


Há poucos dias, uma conhecida cantora gospel admitiu, de modo tácito, que o sincretismo religioso é aceitável. Ao concordar com a seguinte frase, dita por um famoso apresentador: “O Caldeirão é uma mistura de religiões”, ela respondeu: “Tem espaço pra todo mundo”. E o pior: depois, escreveu nas redes sociais que se sentiu como Paulo no Areópago... Ora, esse apóstolo não pregou a convivência ecumênica nem apresentou uma mensagem que os atenienses queriam ouvir. Ele disse o que todos precisavam ouvir. Ao chegar a Atenas, “o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” (At 17.16). Já a aludida celebridade, deslumbrada, estava sorridente e saltitante.


Tenho visto muitos incautos felizes pelo fato de celebridades gospel estarem aparecendo na televisão. Mas não nos iludamos, pois a porta não foi aberta para o Evangelho. O que existe, na verdade, é um projeto ecumênico em andamento, o qual visa a enfraquecer a pregação de que o Senhor Jesus é o único Salvador. Tais celebridades — certamente, orientadas a não falar claramente da salvação em Cristo — têm empregado bordões antropocêntricos, que massageiam o ego das pessoas. Elas não têm a coragem de confrontar o pecado. E apresentam um evangelho light, agradável, apaziguador, simpático, suave, aberto ao ecumenismo.


O que está escrito em 1Coríntios 16.9? “Porque uma porta grande e eficaz se me abriu, e há muitos adversários”. Quando Deus verdadeiramente abre-nos a porta da pregação do Evangelho, como a abriu para o apóstolo Paulo, os adversários — Satanás, os demônios e todos os seus emissários — se voltam contra nós. Mas a mídia está aplaudindo de pé esse “outro evangelho” aberto à convivência ecumênica. Preguemos, pois, como Paulo, nesse mundo, que é um grande caldeirão religioso: “Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30).


Ciro Sanches Zibordi
Fonte:
http://cirozibordi.blogspot.com.br/2012/04/ecumenismo-religioso-uma-armadilha-de.html

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quem foi Kenneth Hagin?





Muitos irmãos, de várias partes do mundo, têm me pedido maiores informações sobre a teologia de Kenneth Hagin. Creio que este artigo ajudará os leitores a conhecerem melhor o pensamento do maior propagador do triunfalismo evangélico.

Quem foi Kenneth Hagin? Fiel discípulo de Essek William Kenyon (verdadeiro pai da confissão positiva), pregou inúmeros sermões sobre a fé e escreveu muitos livros e artigos, inspirando outros autores a publicarem obras sobre o poder da fé e a prosperidade do crente.

No seu último livro publicado, O Toque de Midas, Hagin condenou práticas que muitos propagadores da teologia da prosperidade dizem ter aprendido dele.
 Mas tomarei como base, neste artigo, as suas duas obras mais famosas, O Nome de Jesus e Zoe, a Própria Vida de Deus.
O NOME DE JESUS


Segundo Hagin, “Jesus se tornou como nós éramos: separado de Deus. Porque provou a morte espiritual por todos os homens. Seu espírito, seu homem interior, foi para o inferno em nosso lugar... A morte física não removeria os nossos pecados. Provou a morte por todo homem — a morte espiritual” (O Nome de Jesus, Graça Editorial, p.25).

Há um desvio sutil na citada afirmação de Hagin, quase imperceptível, pois Jesus não se tornou como nós éramos, exatamente. Ele não se fez pecador. Antes, fez-se pecado, semelhante aos homens (2 Co 5; Fp 2.6-8; Rm 8.3).

Kenneth Hagin também afirmou que o Senhor Jesus foi ao Hades para sofrer em nosso lugar, declaração que não resiste a uma exegese bíblica. Segundo a Palavra de Deus, o Senhor sofreu e triunfou na cruz, dando ali no Gólgota o brado da vitória (Jo 19.30; Cl 2.14,15). Ele foi ao Hades, sim, mas como vencedor (pois havia vencido na cruz), e não para sofrer em nosso lugar (1 Pe 3.19).

No mesmo livro mencionado, Hagin asseverou:“Jesus é a primeira pessoa que já nasceu de novo. Por que o seu espírito precisava nascer de novo? Porque ficou alienado de Deus. Lembra-se como ele exclamou na cruz: ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’” (idem, p.25).

Por mais lógica que aparente ser a declaração acima, é errônea. O Senhor Jesus não nasceu de novo. Sabemos que o novo nascimento é para os pecadores que se arrependem de seus pecados (Jo 3.1-5; Tt 3.5), e o Senhor nunca pecou, sequer por pensamentos — porque nunca deixou de ser Deus (Hb 4.15). Daí as Escrituras dizerem que Ele é o Cordeiro imaculado e incontaminado (1 Pe 1.18,19).

Prosseguindo em sua argumentação, Hagin declarou:“O pecado separa de Deus. A morte espiritual significa a separação de Deus. No momento em que Adão pecou, ficou separado de Deus... A morte espiritual significa mais do que a separação de Deus. A morte espiritual significa ter a natureza de Satanás” (idem, p.26).

Hagin ressaltou que Jesus não teria morrido apenas fisicamente, mas provado também a morte espiritual. E é nisso que fundamentou a sua teoria de que o Senhor foi torturado no Hades, onde, mediante uma confissão positiva, venceu Satanás e seus agentes.

De fato, o pecado separa o homem de Deus (Is 59.1,2), deixando-o à mercê do Inimigo (Hb 2.14). No entanto, Hagin, ao fazer a assertiva acima, a fez, como veremos, para fundamentar — inevitavelmente, de maneira blasfema — que o Senhor Jesus, ao morrer duas vezes (física e espiritualmente), teria assumido na cruz a natureza de Satanás!

Um leitor desatento poderá não perceber esse desvio, pois Hagin “fundamentou” na Bíblia cada passo de sua argumentação. Mas, ao final, afirmou: “Quando a pessoa nasce de novo, toma sobre si a natureza de Deus — que é vida e paz. A natureza do diabo é ódio e mentiras... Jesus provou a morte — a morte espiritual — por todos os homens... Jesus se fez pecado. Seu espírito foi separado de Deus, e ele desceu para o inferno em nosso lugar”(idem, p.27). Vemos que Hagin, com todas as letras, declara que Jesus assumiu a natureza do Diabo, que é ódio e mentiras.

Hagin diz, ainda, que “Lá embaixo na masmorra do sofrimento — lá nos fundos do próprio inferno — Jesus satisfez as reivindicações da Justiça para todos nós, individualmente, porque ele morreu como nosso substituto” (idem, p.28). Creio que foi a partir dessa falaciosa interpretação que pregadores e compositores receberam a “inspiração” para afirmarem que lá no Inferno Jesus abriu nossas cadeias e nos resgatou!

Segundo as Escrituras, Jesus não provou a morte espiritual. Em razão de ter levado os nossos pecados sobre o madeiro (1 Pe 2.24), sofreu sim a rejeição do Pai, mas os textos sagrados que já citamos são claros: Ele morreu como Cordeiro imaculado eincontaminado. E, ao morrer — repito —, não foi ao Hades para sofrer em nosso lugar, e sim paraproclamar a sua gloriosa vitória (1 Pe 3.19).

ZOE: A PRÓPRIA VIDA DE DEUS

O triunfalismo de Hagin fica evidente principalmente em sua obra, também editada no Brasil pela Graça Editorial, Zoe, a Própria Vida de Deus: “Na realidade, eis o que é a vida eterna: Deus comunicando toda a sua natureza, substância e ser aos nossos espíritos... Louvado seja Deus! Tenho a vida e a natureza de Deus. Tenho dez vezes mais sabedoria e entendimento do que o restante da classe” (pp.10,29).

É claro que a Palavra de Deus não afirma que o Senhor comunica toda a sua natureza a nós! Se isso fosse verdade, seríamos onipresentes, oniscientes, onipotentes, onicompetentes... Participamos, sim, da natureza de Deus quanto a seus atributos comunicáveis: amor, bondade, fidelidade, etc. Hagin apegava-se ao texto de 2 Pedro 1.4, porém os versículos 5 a 9 deixam claro que somos participantes da natureza de Deus quanto a seus atributos comunicáveis, relacionados com o seu caráter amoroso, santo e justo.

Entretanto, Hagin não parou por aí. “Deus nos fez tão semelhantes a si mesmo quanto lhe foi possível. Fez-nos para pertencer à sua própria categoria... O Senhor fez o homem como o seu substituto aqui na terra. Ele constituiu-o como rei para governar tudo o que tinha vida. Vivia em termos de igualdade como Criador” (idem, pp.50,51).

Ora, o homem nunca viveu em termos de igualdade com o Criador! Hagin parece tentar convencer os seus leitores de que o crente é um pequeno deus andando na Terra. E, infelizmente, essa teologia falsificada é altamente contagiante — ou contagiosa? —, levando pregadores e compositores da atualidade a declararem, determinarem, decretarem...

No mesmo livro citado, Hagin declarou: “O Senhor é um Deus de fé. Tudo o que tinha a fazer, fê-lo pela Sua Palavra” (idem, p.51)., com a intenção clara de convencer aos seus leitores de que, se Deus, por meio da fé, criou o mundo, todos os crentes podem também fazerem qualquer coisa. Afinal, há poder em suas declarações de fé.

Se Deus precisou de fé para criar todas as coisas, ela é direcionada a quem? Ele não é o Todo-Poderoso? Hagin torce o texto de Hebreus 11.3 para afirmar que Deus tem fé, ignorando que a Palavra de Deus diz: “Pela fé, entendemos que os mundos pela Palavra de Deus foram criados...” Observe que a fé é nossa, para crer, enquanto o Senhor criou o Universo pela sua Palavra, como vemos em Gênesis 1.

Um dos desvios mais graves de Hagin, ao defender o triunfalismo, é a deificação do ser humano e a conseqüente diminuição do Senhor Jesus. “Nem o próprio Senhor Jesus tem uma posição melhor diante de Deus do que você e eu temos. Talvez alguém suponha que eu esteja usurpando algo de Cristo. Não! Ele continua a desfrutar da mesma glória junto ao Pai. Estou apenas falando dos direitos que nós temos” (idem, p.79).

Que direitos temos nós? Se não fosse a graça de Deus, nada teríamos (Rm 6.23; Ef 2.8-10). A declaração — antropocêntrica e infeliz — de que nem Jesus tem uma posição melhor do que nós vemos por que Hagin contraria as Escrituras. Elas asseveram que o Senhor Jesus é o Alfa e o Ômega, o Todo-poderoso (Ap 1.8). Está acima de todos e tem a preeminência (Jo 1.1-5). Ele é o prõtotokos (Cl 1.15-20).

Observa-se que o objetivo maior da teologia de Hagin sempre foi mostrar que, por meio de nossas declarações de fé, podemos abrir e fechar portas. Foi a partir dessa teologia que pastores, cantores e crentes em geral, abandonando a evangelização e a intercessão, passaram a declarar (“decretar”, “profetizar”, “determinar”) que tal cidade é do Senhor Jesus; que bares e casas de shows serão fechados; que cinemas e teatros só apresentarão filmes e peças evangélicos, etc.

Hagin e seus discípulos difundiram a ideia de que há poder profético em cada declaração de fé, o que não resiste a uma exegese. 
Aliás, fiz até um gracejo nas redes sociais: Apple lançará tablet para adeptos da confissão positiva: o equipamento se chamará iDetermine, iExige ou iDecrete, pois o nome iPad não agrada o aludido segmento.

Além dos desvios teológicos mencionados, Hagin também exagerou no campo das manifestações exóticas, à semelhança do que aconteceu na Igreja Aeroporto de Toronto (Canadá), não atentando para o que a Palavra de Deus diz em 1 Coríntios 14. Vídeos disponíveis na Internet mostram um Hagin nada equilibrado. Ele dá gargalhadas sem parar, cai sobre pessoas, derrubando-as, põe a língua para fora, como se fosse um lagarto, uiva, etc., num “culto” em que predominou a histeria coletiva.

É por todos esses motivos que não recomendo Kenneth Hagin e sua teologia. É claro que o livre exame é bíblico (1 Ts 5.21), porém o crente que é espiritual discerne bem tudo (1 Co 2.15). Provemos, pois, se os espíritos são de Deus (1 Jo 4.1) e abandonemos o erro, atentando para o que o Senhor Jesus ensinou em Mateus 7.13-27.

Na defesa do Evangelho (Fp 1.16),

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: http://cirozibordi.blogspot.com.br/2012/04/quem-foi-kenneth-hagin.html

terça-feira, 3 de abril de 2012

Para Nossa Alegria vai virar CD!!!


A dupla Jefferson e Suélen, que juntamente com sua mãe, a irmã Mara, postaram um video no Youtube( http://www.youtube.com/watch?v=VlfS32j2svQ&feature=player_embedded) e que bombou tendo mais de 30.000.000 de acessos, para nossa alegria eles são evangélicos pentecostais, e além de tudo vão gravar um cd, pela gravadora gospel Salluz.

Eles assinaram hoje dia 03/04 o contrato e o cd chega as lojas no comecinho de junho, para nossa alegria!!!
Paulo César Baruk e Rebeca Nemer entrevistaram a dupla, veja o video logo abaixo.








Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/04/paulo-c-baruk-e-rebeca-nemer.html#ixzz1r1nm0Qjw
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Fonte: http://www.genizahvirtual.com/2012/04/paulo-c-baruk-e-rebeca-nemer.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Genizah+%28Genizah%29

segunda-feira, 2 de abril de 2012

As Testemunhas De Jeová



Introdução: A maioria de nós certamente já recebeu uma visita ou teve contato com as testemunhas de Jeová. Um fato preocupante entre nós é que muitos evangélicos não estão preparados para dialogar com as testemunhas de Jeová, por não terem conhecimento suficiente para refutá-las. Isso porque muitos não freqüentam a Escola Dominical ou cultos de doutrinas e também não estudam a Bíblia. Essas pessoas quando são confrontadas, não tem muito que responder. As testemunhas de Jeová costumam andar de dois em dois e preferem as casas dos evangélicos, onde se apresentam como "membros de uma sociedade de estudo da Bíblia", para iniciar o proselitismo.



Origem das Testemunhas de Jeová: Se tivesse sido obedecido o que diz em Deuteronômio 18.22, não se veria agora em certas casas o rótulo: "Salão do Reino". Não chegariam à nossa porta os vendedores da revista "Torre de Vigia" e os livros "Seja Deus Verdadeiro", "Harpa de Deus", e outros desse estilo. Não existiria o grupo religioso chamado Testemunhas de Jeová. Embora as profecias de seu fundador sejam falsas, continuam a propagá-las, e contam atualmente com milhares de membros ao redor do mundo.

a) Fundador da seita: No ano de 1870, o jovem Charles Taze Russell, com 18 anos de idade, organizou uma classe na cidade de Pittsburgh, Pennsylvania, Estados Unidos. O propósito era estudar a Bíblia, especialmente as partes proféticas. Embora a predição de Guilherme Miller, de que Cristo voltaria à terra em 1844 não se tivesse cumprido, Russel estava convencido de que seu método de interpretação bíblica era correto e o usou para fazer seus próprios cálculos e predições sobre a vinda do Senhor.

b) Desenvolvimento da Seita: Com o passar dos anos aumentavam os grupos de "Estudantes da Bíblia", e também aumentavam as "descobertas" de seu mestre. Começou a ensinar que Cristo não ressuscitara corporeamente da tumba, mas sim, como espírito. Portanto, seu regresso seria espiritual e não corporal. Segundo seus cálculos, Cristo regressou ao mundo espiritualmente no ano de 1874 e o milênio começou nessa data. Veja Lc 24. 36-44. Agora era preciso proclamar as boas-novas, explicar o plano divino e reunir os verdadeiros seguidores de Cristo para que participassem do reino do Senhor. Com este propósito iniciou em 1879 a publicação do periódico: A torre de Vigia e o Arauto da Presença de Cristo.

c) Nomes da Seita: Em 1884 transformou-se em organização internacional: "A Sociedade de Tratados da Torre de Vigia", também conhecida por "Sociedade da Torre de Vigia de Sião". "Associação Internacional de Estudantes da Bíblia". O Reino Teocrático". "O Púlpito do Povo". "A Aurora Milenial". "O Russelismo". Sociedade Bíblica de Tratados da Torre de Vigia", e desde 1931 leva o nome oficial de "Testemunhas de Jeová". As mudanças constantes do nome da seita revelam inconstância e falta de firmeza doutrinária.

d) As predições falsas das Testemunhas de Jeová: Quanto mais se examina uma seita, mais se descobrem as suas falácias. Por outro lado, quanto mais alguém estuda a Bíblia, mais confia nela. Um dos maiores inimigos das Testemunhas de Jeová é a sua própria literatura e as declarações de sues líderes. Veja Dt 18.21,22; Mt 24.11; 1 Tm 4.1-6.

e) Predições Falsas de Russel: Russel disse que o tempo dos gentios terminaria em 1914. Isto não se verificou. Pois até 1967 uma parte de Jerusalém estava em posse dos gentios (Lc 21.24). Em 1889 escreveu: "Dentro dos seguintes vinte e seis anos todos os atuais governos serão derrubados e dissolvidos. (Seria em 1915). Outra grande mentira. No ano de 1914 as Igrejas cristãs seriam destruídas. A batalha do Armagedon teria lugar em 1915. No ano de l914 a Igreja Católica Romana desapareceria. Em 1914 todos os governos, bancos, escolas e Igrejas seriam completamente destruídos".

f) Outras predições falsas: Em 1918 escreveram: "Portanto, podemos esperar confiadamente que 1925 marcará a volta de Abraão, Isaque, Jacó e os profetas fiéis da Antigüidade, particularmente aqueles nomeados pelos Apostolo em Hebreus capítulo onze, à condição de perfeição humana". (Milhões dos que agora vivem jamais morrerão) pp.89-90. Em 1931 escreveram: "Houve uma medida de desapontamento da parte dos fiéis de Jeová na terra concernente aos anos de 1914,1918 e 1925, cujo desapontamento durou por um tempo... e aprenderam também deixar de fixar datas". (Justificação Lv. I, pp.338-339). Isso é incrível! Eles mesmos reconhecem que suas falsas profecias.

g) Líderes que sustentaram as falsas predições: Nos quase cem anos de existência, as Testemunhas de Jeová tiveram somente três dirigentes: Charles Russell; o juiz Rutherford e atualmente Nathan H. Knorr, desde 1942. Rutherford escreveu cem livros publicados em vários idiomas. Ensinava que todas as Igrejas organizadas (menos as Testemunhas de Jeová) eram do diabo e desde o tempo apostólico o Cristianismo havia constituído a igreja apóstata. É lamentável! Eles se acham os únicos mediadores. (Jo 14.6).



As Doutrinas das Testemunhas de Jeová

A torre de vigia tem ensinando aos seus membros que somente eles tem a verdade, e essas verdades são esclarecidas através de seus escritos. Portanto, são programados para ensinar suas doutrinas e crêem que estão fazendo o correto.

a) Sobre a Bíblia: Crêem que a Bíblia é a Palavra de Deus, porém para compreender o sentido correto têm de interpretá-la segundo os escritos de Russel e de Rutherford. Na prática estes substituem a Bíblia. Com respeito aos seus livros: "Estudos das Escrituras", Russel disse: "São praticamente a própria Bíblia". Advertiu do perigo de ler só a Bíblia, sem seus livros. Aquele que o fizesse, embora familiarizado com os Estudos das Escrituras, dentro de dois anos, "voltaria à obscuridade". Por outro lado, o que não lê a Bíblia, porém lê os escritos de Russel, terá a luz. Veja o que Jesus diz: Jo 7.38; 5.39; Sl 119.107,130; 19.7,8.

b) Sobre a Trindade: Dizem que a Doutrina da Trindade é uma superstição herdada do paganismo egípcio e babilônico. Estudos p. 64. A doutrina da trindade está bem clara em toda Bíblia. Só não a vê quem está cego. Gn 1.26, "Elohim", traduzido por Deus, é um plural, indicando mais de uma pessoa. Veja ainda: Gn 11.7; Is 6.8; Mt 3.16,17; Mt 28.19; Ef 3.14-16; Hb 9.14; 2 Co 13.13; 1 Jo 3.23,24; Jd 20,21; 1 Pe 1.2 etc.

c) Sobre a Divindade de Cristo: Negam que Jesus Cristo seja Deus. Afirmam que é um ser criado como são os anjos e o homem...."Seja Deus Verdadeiro" p.35. Argumentam ainda que Miguel é Jesus. Se compararmos o uso da palavra Jeová no Antigo Testamento com o Novo Testamento, veremos que o mesmo nome usado para Jeová, usa-se para Jesus. Compare: Is 6.1 e Jo 12.41; Is 8.13 1 Pe 3.15; Is 40.3 e Mt 3.3; Sl 68.18 e Ef 4.7,8; Hb 1.10 e Sl 102.24; Jô 38.4. Gn 1.1 e Jo 1.3; Is 41.4 e Ap 1.7; Is 44.6 e Ap 2.8; Is 48.12 e Ap 22.13. São provas sobejas para provar a divindade de Cristo.



Outros erros doutrinários da seita

As incoerências doutrinárias e falsas predições são abundantes. Por falta de espaço, não temos condições de expô-las todas; segue-se a síntese de mais algumas:

a) Erros sobre a doutrina do Espírito Santo: Dizem que o Espírito Santo não é uma pessoa, mas somente uma influência, uma força ativa, e "além disso", não pode ser recebido por ninguém fora da associação das Testemunhas de Jeová. "Uma exclusividade deles". A Palavra de Deus diz ao contrário. Ensina que o Espírito Santo é uma Pessoa. Ele é eterno (Hb 9.14), Onipotente (Lc 1.35,37); Onisciente (Sl 139.1-12); Tem atributos de uma pessoa(1 Co 2.10) Ensina (Jo 14.26); Fala (At 13.2); Testifica (Jo15.26) e pode ser buscado (Lc 11.13); Poder ser recebido(Lc 7.38,39; At 2.1-4; 19.2 etc.)

b) Aniquilação dos maus. Dizem que os maus serão aniquilados: Este tipo de ensino é atraente para o coração humano que quer andar em seus próprios caminhos sem tomar responsabilidades com Deus. Em Mt 25.41-46, Jesus representa o castigo dos maus como coisa tão eterna quanto ao gozo dos salvos. Veja ainda: Mt 3.12; Ap 14.10-11; Ap 20.10. Notamos que depois do milênio o diabo será lançado no lago de fogo onde já se encontram a besta e o falso profeta, que foram lançados ali no princípio do milênio (Ap 19.20).

c) Erros de Tradução da Bíblia (TNM): A Tradução Novo Mundo(TNM) está adulterada e adequada às suas doutrinas: Veja alguns exemplos: Em Gn 11, a tradução correta é: "... E o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas". A TNM diz: "...E a Força Ativa de Deus..." . Em Mt 28.17, o verbo "adorar" foi adulterado por "prestar homenagem. Em Jo 1.1 a TNM traduz "...E a Palavra era [um] deus...". Usa letra minúscula, querendo diminuir Jesus Cristo, colocando-o como um deus qualquer. É lamentável!



Conclusão: Procuramos demonstrar abreviadamente que as Testemunhas de Jeová deturpam os pontos principais de nossa fé. Adulteraram a tradução da Bíblia; negam a Trindade, negam a divindade de Jesus, não crêem no Espírito Santo como Deus, negam que Jesus ressuscitou corporalmente, não acreditam no tormento eterno e só aceitam a interpretação da Bíblia segundo os escritos de Russel. Para eles Cristo já voltou espiritualmente desde 1874 e já estão vivendo o milênio. Cremo que isso é o suficiente para diagnosticar sua cegueira espiritual ( 2 Co 4.4). Vamos ganhá-los para Cristo?

Bibliografia

CROCE. José Elias, Comentários sobre Seitas e Heresias, Editora Betel, Rio de Janeiro, RJ. Primeiro Trimestre do ano 2000.
SILVA, Esequias Soares, Testemunhas de Jeová, Comentário Exegético e Explicativo.
Escola de Educação Teológica Pr. Elyseu Queiroz de Souza, 1ª Edição, 1991, Jundiaí, SP.
RINALDI, Natanael, ROMEIRO, Paulo. Desmascarando as Seitas, CPAD. 2ª Edição, Rio de Janeiro 1977.
MANZANARES, César Vidal. Pai, Onde estão os Teus Filhos? Editora Vida


quarta-feira, 28 de março de 2012

Mãe esquece filho dentro de carro e criança morre em Goiás - Cidades - R7

Mais um caso lamentável, de pais que esquecem seus filhos dentro do carro, jamais culparei um pai ou uma mãe por um fato dessa natureza, há tempos atrás aconteceu o mesmo com um pai que esqueceu sua filha dentro do carro por cerca de cinco horas, houve especulações de que o pai deixou a filha de próposito porque a mesma era portadora da síndrome de down, mais nada comprovado.
Dessa vez foi uma mãe de Goiás.
veja a noticia do portal R7.



Uma criança de um ano foi encontrada morta dentro do carro da família na garagem da casa em Aparecida de Goiânia, Goiás. O menino foi esquecido pela mãe no veículo. Segundo a polícia, ele ficou cerca de quatro horas debaixo de sol e com os vidros do carro fechados. A morte foi causada por asfixia.
Enquanto funcionários do IML (Instituto Médico Legal) retiravam o corpo do local, os vizinhos foram para o portão da casa. A mãe da criança, Andressa do Prado, foi presa em flagrante e teve de sair escoltada pela polícia para não ser agredida.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Mais uma vez, a prova que o crime não compensa.



Perseguições policiais terminaram com a morte de seis suspeitos de assalto a uma empresa de ônibus na madrugada desta segunda-feira (26), em Salvador. Um dos confrontos culminou em acidente com duas mortes na BR-324, em trecho conhecido como Jaqueira do Carneiro. As vítimas são apontadas pela polícia como suspeitos de assaltar a empresa de transporte coletivo no bairro de Pirajá nesta madrugada.
Outros quatro homens que fariam parte do mesmo grupo criminoso também foram mortos em confronto com policiais no bairro do Engenho Velho da Federação. Um homem foi preso na perseguição. Segundo a polícia, ele é ex-funcionário da empresa assaltada e teria sido demitido após indícios de que estaria repassando dados confidenciais sobre o estabelecimento.
Segundo informações da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, após o assalto, os suspeitos fugiram em dois carros. Um dos veículos seguiu pela BR-324 e caiu em uma ribanceira quando o motorista perdeu o controle da direção. Dois homens estavam no automóvel. No local, a polícia encontrou metralhadoras e pistolas. Por volta das 8h30, o veículo começou a ser removido do local. O outro carro foi interceptado por policiais no Engenho Velho da Federação. Houve tiroteio e quatro suspeitos foram baleados e socorridos para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiram aos ferimentos.
Segundo a polícia, a quadrilha é suspeita de articular outro assalto a uma empresa de ônibus, ocorrido há cerca de um mês. O acidente na BR-324 ocorreu por volta das 4h30, no sentido interior do estado.
Perseguição termina em acidente e seis mortes em Salvador, diz polícia (Foto: Imagem/TV Bahia)Curiosos cercaram área onde ocorreu o acidente na BR-324 (Foto: Imagem/TV BahiaFonte:http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/03/perseguicao-termina-em-acidente-com-mortes-na-br-324-diz-prf.html