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domingo, 18 de março de 2012

A GUERRA CONTRA OS CRISTÃOS

Capa da revista americana News Week, sobre a reportagem , a guerra contra os cristãos




Por Fabiano Caldas


A Grande imprensa resolveu acordar. Muitos cristãos tem sofrido perseguições e sendo mortos nos países muçulmanos.Mas grande parte da imprensa mundial não dá tanto destaque quando isso acontece. Mas uma reportagem da revista Newsweek , mostra o porque isso acontece. 


 Dou os parabéns pra a revista. E aqui coloco alguns trechos da reportagem:

Ouvimos tantas vezes sobre os muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe na  "luta contra a tirania". Mas, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso ,custando milhares de vidas. Os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global. 
O retrato de muçulmanos como vítimas ou heróis é na melhor das hipóteses parcialmente precisas. Nos últimos anos a opressão violenta contra minorias cristãs se tornaram a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania. Em alguns países são os governos e seus agentes que queimaram igrejas e prenderam cristãos. Em outros, grupos rebeldes  fizeram isso, assassinando cristãos e forçando-os a saírem de regiões onde viviam a séculos.


O medo da mídia de falar sobre o assunto, sem dúvida, tem vários motivos. Pode ser o medo de provocar mais violencia. Outro motivo, é mais provável , pode ser a influência dos grupos de lobby, como a Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islã, centrada na Arábia Saudita e do Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas. Durante a última década,estes grupos  e outros têm sido notavelmente bem sucedidos em convencer as principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensarem que toda e cada crítica feita aos muçulmanos,sejam exemplos de discriminação  anti-muçulmana, a chamada "islamofobia" - um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral , comparada à xenofobia ou homofobia.
 Mas uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes  leva à conclusão de que a dimensão e a gravidade da islamofobia desaparece  em comparação com a cristofobia sangrenta atualmente acontecendo em países de maioria muçulmana em todo o mundo. O silêncio em torno desta expressão violenta de intolerância religiosa tem que parar. Nada menos do que o destino do cristianismo e, em última análise de todas as minorias religiosas no mundo islâmico está em jogo.

De leis de blasfêmia a assassinatos brutais,de atentados a mutilações e da queima de locais sagrados, os cristãos de tantas nações vivem com medo. Na Nigéria, muitos sofreram todas essas formas de perseguição. A nação possui a maior minoria cristã (40 por cento) na proporção de sua população (160 milhões) de qualquer país de maioria muçulmana. Durante anos, os muçulmanos e cristãos na Nigéria tem vivido à beira da guerra civil. Radicais islâmicos provocam muita se não toda a tensão. A mais recente dessas organizações , que se chama Boko Haram, que significa "educação ocidental é um sacrilégio." Seu objetivo é estabelecer a Sharia na Nigéria. Para este fim, declarou que vai matar todos os cristãos no país.
 No mês de janeiro deste ano , Boko Haram foi responsável por 54 mortes. Em 2011, seus membros mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte. Eles usam armas, bombas de gasolina, e até facões, gritando "Allahu akbar" ("Deus é grande"), enquanto realizam  ataques contra cidadãos inocentes. Eles atacaram igrejas, uma  no dia de Natal (matando 42 católicos).
 A cristofobia, que tem atormentado o Sudão há anos toma uma forma muito diferente. O governo autoritário  muçulmano sunita no norte do país há décadas atormentam a minoria cristã do sul. O que tem sido muitas vezes descrito como uma guerra civil é, na prática perseguição sustentada pelo governo do Sudão. Esta perseguição culminou no genocídio  em Darfur, que começou em 2003. Mesmo que o presidente muçulmano do Sudão, Omar al-Bashir, foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional em Haia, que o acusou de genocídio, e apesar da euforia que saudou a independência do  Sul do Sudão em julho do ano passado, a violência não terminou. Em Kordofan Sul, os cristãos ainda estão sujeitos a sofrerem bombardeios aéreos, assassinatos seletivos, o seqüestro de crianças, e outras atrocidades. Relatórios da Organização das Nações Unidas indicam que entre 53.000 e 75.000 civis inocentes foram deslocados de suas casas e que casas e edifícios foram saqueados e destruídos.

 Ambos os tipos de perseguições, realizadas por grupos extragovernmental, bem como por agentes do Estado aconteceram no Egito, no rescaldo da Primavera árabe. Em 9 de outubro do ano passado na área de Maspero Cairo, cristãos coptas (que representam cerca de 11 por cento da população do Egito de 81 milhões) marcharam em protesto contra uma onda de ataques islâmicos, incluindo os incêndios em igrejas, estupros, mutilações, e assassinatos, que se seguiram à derrubada da ditadura de Hosni Mubarak. Durante o protesto, as forças de segurança egípcias levaram seus tanques no meio da multidão e atiraram contra os manifestantes, esmagando e matando pelo menos 24 e ferindo mais de 300 pessoas. Até o final do ano mais de 200.000 coptas fugiram de suas casas com medo de mais ataques. Com islâmicos prontos para ganharem  poderes muito maiores, na sequência das recentes eleições, os medos dos Cristãos parecem serem justificados.


 A reportagem tem vários outros exemplos de perseguições contra os cristãos no Irã, Indonésia, etc. E termina dizendo:


Então, vamos por favor colocar isso entre nossas prioridades. Sim, os governos ocidentais devem proteger as minorias muçulmanas de intolerância. E, claro, devemos garantir que eles possam adorar, viver e trabalhar livremente e sem medo. É a proteção da liberdade de consciência e de expressão que distingue as sociedades livres das ditaduras.Mas também precisamos manter a perspectiva sobre a escala e gravidade da intolerância. Desenhos, filmes, e escritos (Sobre maomé) são uma coisa, facas, pistolas e granadas são algo completamente diferente.
Quanto ao que o Ocidente pode fazer para ajudar as minorias religiosas em sociedades de maioria muçulmana, a minha resposta é que ele precisa a começar a usar os bilhões de dólares em ajuda que dá aos países problemáticos como alavancagem. Depois, há o comércio e o investimento. Além da pressão diplomática, essas relações de ajuda e comércio podem e devem ser subordinada à proteção da liberdade de consciência e de culto para todos os cidadãos. 
Em vez de acreditarmos em notícias exageradas de islamofobia ocidental, vamos tomar uma posição real frente a cristofobia que existe no mundo muçulmano. A tolerância é para todos, exceto os intolerantes.


Sobre a autora:  Ayaan Hirsi Ali nasceu em Mogadíscio, na Somália,  escapou de um casamento arranjado e imigrou para a Holanda em 1992. Ela serviu como um membro do parlamento holandês de 2003 a 2006 e atualmente é pesquisadora do American Enterprise Institute . Sua autobiografia, Infiel , foi um best-seller 2007 New York Times.

Fonte:  http://www.thedailybeast.com/newsweek/2012/02/05/ayaan-hirsi-ali-the-global-war-on-christians-in-the-muslim-world.html
VIA GRAÇA PLENA

sábado, 17 de março de 2012

É certo mulher ser consagrada ao ministério pastoral?

Pastora Priscila


Homens e mulheres estão sendo destruídos porque não têm o conhecimento da Palavra de Deus (Os 4.6). Querem moldar a Palavra de Deus ao seu bel-prazer, criando com isso heresias terríveis. Uma delas é a ordenação de mulheres ao pastorado. Isso é uma heresia! Não tem respaldo bíblico e posso provar! Desafio alguém a encontrar uma só linha na Bíblia defendendo isso. De onde, então, tiraram essa idéia? Certamente não foi da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

O assunto em questão não é para desmerecer o ministério das mulheres, mas para fazê-las enxergar, que essa ordenação de “pastoras” não é bíblico, é humano, e totalmente carnal. A mulher nunca deve estar na posição de liderança espiritual, pois essa posição foi dada ao homem (Deus disse: Domine o homem). Isso é assim desde o princípio; Primeiro foi formado Adão, e depois Eva. Quando Deus criou Eva, a criou para ser ajudadora, auxiliadora. Ele não a criou para liderar. "Pastora" é uma posição de liderança e contrária à instituição Divina. Isto que está acontecendo em nosso meio é uma afronta ao nome de Deus. Deus quer usar todas as mulheres, mas usá-las no seu devido papel. Não queira ser o que Deus não disse que você é. Queira estar no centro da vontade de Deus, e o centro da vontade de Deus para as mulheres não é liderar, mas sim, ser submissa à vontade e os propósitos Divinos.

Uma frase terrível que tem surgido nos seguimentos que ordenam mulheres ao pastorado é: Mulher de pastor é pastora, pois, Deus disse que seriam uma só carne. Que absurdo! Ainda usam a Palavra de Deus para tentarem dar bases as suas loucuras. O chamado é pessoal, o ministério é individual. Esposa de pastor não é pastora. Cuidado! Não aceite para sua vida títulos dados por homens, pois quantos hoje em dia estão atrás dos púlpitos sendo chamados de pastores e não o são. Foram colocados ali ou por amizades; ou porque foram filhos de pastores; ou porque tem dinheiro ou dão o maior dízimo. Mas o chamado pastoral está bem longe da vida deles! Isso é notório, mas só para aqueles que têm o conhecimento da Palavra. Os que não têm o conhecimento estão sendo destruídos, e destruindo as vidas dos novos na fé. Ordenam para prenderem o obreiro em suas igrejas, dando cargos o qual Deus não aprova. Torno a dizer, pastora é anti-bíblico, é uma heresia, é uma afronta à Palavra de Deus.

Em nenhum episódio bíblico vemos a mulher como pastora, como líder espiritual. Débora, uma profetiza que julgou a Israel no período dos Juizes, foi usada por Deus como juíza e profetisa e nunca como um líder. Deus a usava como profeta, para entregar ao povo a Sua Palavra, mas Débora não era “pastora”. Baraque era quem liderava e estava no comando. Tanto que Deus usou Débora que disse para Baraque: "Levanta-te, pois esse é o dia que o Senhor tem dado a Sísera nas tuas mãos; por ventura, o Senhor não saiu diante de ti? Baraque, pois, desceu do monte Tabor, e dez mil homens após ele". (Jz 4.14)

Deus chamou Moisés para liderar, para tirar o povo do Egito, e porque não chamou Miriã? Ela era profetiza! Então, porque não foi posta como líder? Não foi porque desde o princípio está no caráter de Deus dar o domínio e a liderança ao homem e não a mulher.

Deus usou Débora e Miriã e continua usando as mulheres, mas não como “pastoras”, “diaconisas” e "bispas" [além de heréticas, algumas "pastoras" - e os que apóiam esta tolice - são analfabetas, pois tal palavra não existe no nosso vernáculo; o feminino de bispo é episcopisa], que são títulos atribuídos a quem esta à frente, liderando, e Deus nunca as chamou para tais posições.

Em todo o Antigo e Novo Testamento - e em toda a Igreja Primitiva - nunca houve uma mulher que pastoreasse uma igreja. Quando o apóstolo Paulo escreve a Timóteo no capítulo 3.2 de usa primeira carta, diz: "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;". Bispo é o mesmo que pastor, e com isso fica bem claro que na Igreja primitiva nunca uma mulher dirigiu uma Igreja.

Os defensores da ordenação de pastoras baseiam-se em textos fora do seu contexto para criarem essas terríveis heresias. Por exemplo:

Romanos 16:7 - quando Paulo faz menção do nome Júnias e Andrônico, notáveis entre os apóstolos. Dizem que Júnia era nome tanto de homem quanto de mulher no período neotestamentário e que não sabemos que gênero Paulo o usou em Romanos. Ocorre que Epifânio, o bispo de Salamina em Chipre, menciona Júnia de Rm 16.7 como sendo um homem que veio a ocupar o bispado de Apaméia da Síria. Concorda com isto o testemunho de Orígenes (morto em 252 D.C.), que num comentário em latim à carta aos Romanos se refere a Júnia no masculino. Então, temos uma saudação a dois apóstolos e não a uma "apóstola" como querem os defensores desta heresia.

Atos 18 - Priscila e Áquila foram apresentados como ministros fiéis a Cristo. Dizem que o nome de Priscila foi mencionado primeiro provavelmente indicando que era mais "importante" no ministério que seu esposo. Acontece que Priscila, em lugar algum, é descrita como participante em uma atividade ministerial que esteja em contradição com I Tm 2: 11-14. Priscila e Áquila trouxeram Apolo até sua casa e ambos o discipularam, explicando a ele a Palavra de Deus de modo mais preciso (Atos 18:26).

Gálatas 3:28 - "Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus". Usam essa passagem para dizer que agora, em Cristo, foi quebrada a sujeição da mulher ao homem, imposta por causa do pecado de Adão e Eva. Que agora a mulher e o homem são iguais, inclusive, para exercerem posições eclesiásticas. Esse versículo nada tem a ver com tal afirmação. Lendo todo o capítulo (pois não devemos tirar um texto do seu contexto, isto causa heresia), fica claro ao que Paulo está se referindo. É a justificação pela fé, tanto homens como mulheres, de qualquer raça, ou povos, são justificados mediante a fé no sacrifício expiatório de Cristo. Todos os que estão em Cristo são novas criaturas, juntamente herdeiros da graça, da misericórdia, das bênçãos de Deus. Esse versículo não se refere à consagração de pastoras, e nem deixa de lado os padrões instituídos por Deus com relação ao casamento, e a liderança masculina.

É provado cientificamente que a mulher é mais emotiva e mais frágil do que o homem. Ela necessita da presença masculina para se sentir mais segura e mais protegida. Isso é um fato. Não adianta somente ser sincera e ter boas intenções, o que Deus quer é obediência.

Romanos 16.1 - Dizem: Se a mulher pôde ser diaconisa, como Febe, também pode ser pastora hoje. De forma alguma! A palavra grega "diakonos", usada por Paulo em referência a Febe, não é um termo técnico e significa simplesmente “uma serva”. Paulo, ao aplicar este termo a Febe não diz que ela era uma oficial ordenada na igreja, mas sim que era uma serva. O Senhor Jesus usa o termo servo (diakonos) neste mesmo sentido não-técnico em Marcos 10:43, ao dizer: "qualquer que dentre vós quiser ser grande, será vosso serviçal", ou servo (diakonos). O Senhor não disse, nem quis dizer aqui: "Qualquer que entre vós quiser ser grande, será vosso diácono". Este termo é um substantivo comum e não próprio, referindo-se a um ofício na igreja. Febe era uma serva na igreja, do mesmo modo que tantas outras senhoras o foram em suas igrejas durante os séculos. Isto não significa que tinha um cargo (ofício ordenado) na igreja. Febe era serva, por causa de seus atos de caridade e hospitalidade, pois em Romanos 16:1-2 Paulo se refere a ela como hospedeira (literalmente uma ajudante), "porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo". Febe ajudava muita gente em necessidade e era boa para com quem precisasse de bondade. Ela servia à igreja ao hospedar e socorrer os irmãos em Cristo. Não há nenhuma alusão no Novo Testamento de mulheres servindo como diaconisa.

Portanto, a Bíblia é bem clara, e desde Gênesis a Apocalipse, em parte alguma, Deus dá a autoridade de domínio para a mulher. Mulher de pastor não é, e nunca será pastora. Isso é ridículo! Muitos pastores querem agradar as suas esposas com isso - ou receberem da igreja dois salários - ordenando-as a um cargo que não tem aprovação Divina.

Argumento das 12 Tribos de Israel

Porque o Senhor escolheu somente homens para serem os cabeças das tribos de Israel? Qual a probabilidade disso acontecer sem um propósito? Um meio (1/2) multiplicado por si 12 vezes, ou seja, uma chance em quatro mil e noventa e seis vezes (1/4096). É óbvio que todos os escolhidos pelo Senhor foram homens por ser esta uma exigência fundamental que Ele estabeleceu para ser um modelo de liderança entre o povo de Israel. Quando isso foi violado, resultou apenas em desgraças. Vejamos dois exemplos: 1- Jezabel, a rainha megera cultuadora de Baal; 2- A rainha Atalia, sórdida e assassina que quando foi executada o "povo da terra se alegrou, e a cidade ficou em paz..." (2Cr. 23:21).

Argumento dos 12 Apóstolos

Porque Jesus Cristo escolheu somente homens para serem apóstolos? Qual a probabilidade disso acontecer sem um propósito? Um meio (1/2) multiplicado por si 12 vezes, ou seja, uma chance em quatro mil e noventa e seis vezes (1/4096). É óbvio que todos escolhidos por Jesus foram homens por ser esta uma exigência fundamental que O Mestre estabeleceu para ser um modelo de liderança na igreja. Isso não significa que Jesus não admitiu mulheres discípulas, muito pelo contrário. Muitas delas foram mulheres formidáveis que O serviam, mas não eram líderes. Isso não significa que quem não é líder não tem valor. Um desafio bíblico para se comparar com certas práticas missionárias: Quantas mulheres fundaram e lideraram Igrejas no Novo Testamento? Nenhuma! Foram auxiliadoras valiosas e até fundamentais, mas não ultrapassaram a função Divina.

Jesus chamou doze homens. Doze líderes que lideraram rebanhos de uma forma tremenda, depois da ascensão de Cristo (com exceção de Judas). Porque então Cristo não chamou uma mulher para fazer parte dos doze? Simplesmente porque a mulher não foi chamada para liderar, e isso é muito claro.

Argumento dos Escritores da Bíblia

A Bíblia foi escrita por cerca de 40 autores. O livro de Salmos, por exemplo, por vários autores, e o livro de Hebreus, muito provavelmente por Paulo apóstolo, mas nenhum livro da Bíblia teve uma mulher como autora. Isso não significa que a mulher tenha menos capacidade intelectual ou espiritual. Entretanto, isso é uma clara mensagem de Deus para o Seu povo: Ele quer usar o homem na liderança. Isso é um fato incontestável que nenhuma feminista poderá jamais refutar. Ir de encontro a isso será uma rebeldia que cada uma irá carregar, arcando com as conseqüências.

As mulheres são excelentes em dons de hospitalidade, misericórdia, ensino e ajuda. Muito do ministério da Igreja depende das mulheres. As mulheres na igreja não estão restritas ao ministério de oração, mas o estão em relação à autoridade espiritual sobre os homens. As mulheres, tanto quanto os homens, são chamadas para demonstrar o fruto do Espírito (Gl 5:22-23) e a proclamar o Evangelho aos perdidos (Mateus 28:18-20; Atos 1:8; I Pedro 3:15).

Deus ordenou que somente homens servissem em posições de autoridade de ensino espiritual na Igreja. Isto não é porque os homens sejam necessariamente professores com melhor qualificação ou porque as mulheres sejam inferiores ou menos inteligentes (o que não é o caso). É simplesmente a maneira que Deus designou para o funcionamento da Igreja. Isto não faz, de jeito algum, com que as mulheres sejam menos importantes, mas, ao invés, dá a elas um foco ministerial mais de acordo com o dom dado a elas por Deus.

Para apoiar o ministério de mulheres teríamos que passar por cima de uma série de textos bíblicos: 1) Paulo ordenou apenas homens ao presbitério (At.14:23); 2) Nenhuma mulher foi chamada para acompanhar Paulo e Barnabé (At.13:1-3); 3) O Espírito Santo constituiu bispos e não "bispas" [episcopisa] (At.20:28); 4) Em Filipos havia bispos e diáconos, não havia "bispas" [episcopisas] e diaconisas (Fp.1:1); 5) Paulo não ensinou ordenação de mulheres (1Tm.3;1-5); 6) A ordenação ao ministério era realizada por intermédio do presbitério, que era composto de homens (1Tm.4:14; 5:17,22); 7) Em Creta apenas homens foram prescritos para o presbitério (Tt.1:5); 8) Pedro não menciona mulheres presbíteras em suas cartas (1Pe.5:1-4); 9) Tiago não incluiu as mulheres entre os presbíteros, para fazerem orações de fé (Tg.5:14); 10) Hebreus também não menciona mulheres entre os pastores (Hb.13:7,17).




Fonte:http://www.genizahvirtual.com/2012/03/pastoras.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Genizah+%28Genizah%29





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quarta-feira, 14 de março de 2012

O Bispo, O Missionário e O Apóstolo..



Na atualidade, há três igrejas conhecidas como evangélicas que, apesar de terem Deus no nome, não têm pregado o verdadeiro Evangelho. Elas “arrastam” multidões. Pessoas se acotovelam para ouvir “outro evangelho”, e não o Evangelho (1 Co 15.1,2; 2 Co 11.3,4. Gl 1.6-12; 1 Tm 6.3,4).

Refiro-me a três grandes igrejas, cujos templos estão sempre lotados. A maior delas ainda não conquistou outros planetas, mas a sua meta é crescer em níveluniversal. A segunda maior também está em boa parte do globo terrestre; trata-se de uma igrejainternacional. E a terceira também não deixa por menos. Conquanto menor do que as outras, já se considera mundial.

Estou falando de três líderes carismáticos, telepregadores muito bem-sucedidos em seus negócios. Os dois primeiros fundaram a primeira igreja, de abrangência universal. O segundo e o terceiro saíram da primeira. O mais rico (está entre os mais ricos do País!) tem um reino à sua disposição. O segundo mais rico é um milionário, quer dizer, um missionário cheio de graça, que prega, canta, conta piadas... E o terceiro vem suando bastante (a ponto de os fiéis recolherem o seu suor!) para demonstrar que a sua igreja tem muito poder.

Essas igrejas aparecem na mídia todos os dias e têm muitos seguidores — você pode ser um deles! —, mas não pregam, como já disse, o verdadeiro Evangelho. A primeira prega o evangelho da prosperidade. A segunda, o evangelho triunfalista, à base de confissões positivas. E a terceira, o evangelho experiencialista e místico.

Os auditórios dessas igrejas, em geral, são formados por três tipos de pessoas, nessa ordem: interesseirasque frequentam cultos prioritariamente para se tornarem empresárias ou saírem de uma crise financeira; interesseiras que vão aos cultos para receberem curas, bens materiais ou soluções de problemas; e interesseiras que frequentam os cultos para receberem milagres. Jesus também era seguido por multidões de interesseiros. A diferença é que Ele pregava a verdade, o que fazia com que muitos deixassem de segui-lo (Jo 6.60-69).

Bem, a primeira igreja, de abrangência universal, contraria o que diz a Bíblia acerca do Reino de Deus, que “não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17), ao priorizar a prosperidade material. Deus faz prósperos os seus filhos (Sl 1; 23; 37), mas um crente que só pensa em dinheiro e bens materiais está longe de agradar ao Senhor Jesus (Mt 6.19-21; 1 Tm 6.9,20; Ef 5.5).


A segunda igreja, de abrangência internacional, não prioriza a graça do Senhor Jesus, posto que promove um culto antropocêntrico, centrado nas necessidades humanas. As pessoas não frequentam os cultos primeiramente para adorar ao Senhor, e sim para receberem bênçãos, como se Deus fosse aquele bom velhinho do Pólo Norte... Deus abençoa o seu povo, mas o nosso culto deve ser cristocêntrico, isto é, em adoração e louvor a Cristo (1 Co 1.22,23; 2.1-5). A oração modelo não começa com “O pão nosso de cada dia nos dá hoje”, e sim: “Pai nosso que está nos céus, santificado seja o teu nome” (Mt 6.9).

Finalmente, a terceira igreja, de abrangência mundial, apresenta um culto aos milagres. Tudo gira em torno de sinais, prodígios, curas... Há problema nisso? Claro que sim! O Senhor Jesus, quando andou na terra, ficou o tempo todo curando os enfermos e fazendo milagres? Não! Ele ensinava, pregava e curava, nessa ordem (Mt 4.23; 11.1). Ele ensinou mais que pregou; e pregou mais que curou. Além disso, pregar o Evangelho não é pregar milagres, pois estes são o efeito da pregação do Evangelho (Mc 16.15-20). Por isso, na hierarquização que Deus estabeleceu para os dons do Espírito, milagres e curas aparecem depois de apóstolos, profetas e doutores (1 Co 12.28).


Qual é o líder que está com a razão, visto que estão se digladiando há algum tempo? O bispo universal, que só prega a teologia da prosperidade, não fazendo jus à definição bíblica de Reino de Deus? Ou o missionário cheio de graça, conhecido em âmbitointernacional? Ou ainda o apóstolo mundial que faz da pregação de milagres o seu carro-chefe, deixando de pregar o Evangelho pleno, composto de promessas, mandamentos e princípios?

Enquanto os aludidos bispo, missionário e apóstolo disputam para ver quem é o melhor, sigamos o Bom Pastor, o nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 10.11,27,28). Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).


Amém?

Ciro Sanches Zibordi

fonte:
http://cirozibordi.blogspot.com/2012/03/quem-esta-certo-o-bispo-universal-o.html

domingo, 4 de março de 2012

Acidente entre dois trens deixa 15 mortos na Polônia




As composições transportavam cerca de 350 passageiros.

Número de feridos chega a 60.

Do G1, com agências internacionais*
Uma colisão entre dois trens neste sábado (3), no sul da Polônia, deixou ao menos 15 mortos e cerca de 60 pessoas feridas, de acordo com a Brigada de Incêndio da Polônia. Segundo as autoridades, mais de 100 passageiros que não ficaram feridos foram encaminhados para Varsóvia.
Os dois trens tinham dez carros no total e transportavam cerca de 350 passageiros no momento do acidente. "A situação no local é dramática. Os vagões ficaram completamente destruídos", informou Zygmunt Lukaszczyk, governador da região da Silésia à TVN24.
O primeiro-ministro Donald Tusk chamou o acidente de "uma das catástofres ferroviárias mais trágicas em muitos anos."
O acidente ocorreu às 17h, horário de Brasília. O primeiro balanço divulgado informava seis mortos.
O choque ocorreu na pequena cidade de Szczekociny enquanto um dos trens seguia de Varsóvia para Cracóvia e o outro fazia a rota Przemysl-Varsóvia. Um funcionário da empresa ferroviária declarou que os trens andavam pela mesma linha.
"É impossível dizer se o número irá aumentar, uma vez que continuamos a mover os trens (destroços dos dois)", disse Marcin Kopczynski, oficial de serviço da Brigada de incêndio.
Colisão entre dois trens aconteceu no sul do país. (Foto: Michal Legierski/ AP )Colisão entre dois trens aconteceu na cidade de sul do país. (Foto: Michal Legierski/ AP )http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/acidente-entre-dois-trens-deixa-15-mortos-na-polonia.html

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pastor abandona púlpito de megaigreja e vira “sem teto”



O pastor Thomas Keinath, da megaigreja Calvary Temple, localizada em Wayne, New Jersey, abandonou o púlpito de sua congregação, que reúne mais de 2000 pessoas a cada domingo. A Calvary fica em um bairro rico da cidade e o pastor surpreendeu a todos quando anunciou que passaria a morar nas ruas como um “sem teto”.
Podendo escolher entre tirar uns dias pra ficar com a família ou participar de alguma conferência eclesiástica, ele passou uma semana de suas férias vivendo entre os sem-teto e mendigos de Paterson, cidade vizinha de Wayne.
Durante o dia, ele podia ser visto vagando pela cidade, parecendo apenas mais um homem sem ter para onde ir. À noite, ele se juntava a outros moradores das ruas, fazendo fogo em tonéis para manter-se aquecido enquanto as temperaturas caíam drasticamente. Várias noites ele dormiu rodeado de lixo sob o viaduto de uma estrada interestadual. Ele passou a escrever “mini-biografias”, das cerca de 50 pessoas que conheceu, para poder lembrar-se delas e de suas histórias de vida.
Por que ele fez tudo isso? Para o pastor, a explicação é simples: “Eu precisava entender o que eles estavam passando, eu precisava sentir a sua dor. Como eu poderia levar ajuda ou cura para as ruas se eu não sabia quais são as necessidades dessas pessoas?”
O pastor Keinath passou sete dias e sete noites nas ruas e agora sabe como essas pessoas pensam e a opinião que elas têm sobre as igrejas. Durante essa “semana de férias” em que viveu na rua, teve a oportunidade de pregar e orar pelas pessoas. Ele calcula que chegou a ter cerca de 75 ouvintes nas reuniões feitas na rua. “Não havia uma pessoa sequer , seja sem teto ou toxicodependente, que abertamente rejeitou a esperança que eu estava tentando oferecer”, disse.
Por isso, o pastor pretende mobilizar sua igreja e as outras da cidade a não olhar mais para os sem teto com uma atitude do tipo “tome um pouco de dinheiro ou comida e não me perturbe mais”. Thomas Keinath organizou em janeiro uma vigília de oração com outros pastores no parque Barbour Park, em Paterson. O tema foi “reconstruindo os muros e restaurando nossas ruas.”
“As pessoas têm de saber que vocês [cristãos] realmente se preocupam com elas. Isso é parte do que somos como crentes no Senhor. Minha identificação com eles derrubou muitas barreiras”, disse Keinath, que já pregou em 21 nações e entende esse como seu maior desafio.
Desde que voltou ao púlpito da Calvary, as vans da igreja estão buscando e levando os sem-teto que desejam participar dos cultos de domingos. Mas isso é apenas o começo do que o pastor está chamando de “solução a longo prazo”, que inclui a construção de um centro patrocinado pela igreja que pretende “abrigar os sem-teto ao mesmo tempo ajudá-los a recuperar-se, inclusive dos vícios em álcool ou drogas”.
Segundo Keinath, que afirma ter apoio total dos membros, a Calvary está seguindo o exemplo dado pelos cristãos de Cesaréia. No início do quarto século, a cidade foi atingida por uma praga. Enquanto todo mundo estava fugindo da cidade, os cristãos ficaram para cuidar dos doentes e moribundos.
Na ocasião, o historiador da igreja Eusébio escreveu: “Durante todo o dia, alguns cristãos cuidam dos moribundos e enterram os mortos. Há um número incontável de pessoas pelas ruas que não tem quem cuide delas. Enquanto isso, outros cristãos se encarregaram de alimentar os famintos”.
“Eu sinto”, explica o pastor, “como se Deus estivesse dizendo: Voltem para suas raízes. Volte para onde as pessoas estão sofrendo hoje”.

Notícias Cristãs com informações de Breakpoint e Calvary Temple Wayne via tradução e adaptação de Gospel Prime

Se for republicar, informe autores, tradutores, editora, links de retorno e fontes. Não é autorizado o uso comercial deste conteúdo. Não edite nem modifique o conteúdo. Extraído do site NOTÍCIAS CRISTÃS: http://news.noticiascristas.com/2012/02/pastor-abandona-pulpito-de-megaigreja-e.html#ixzz1nPJMX4I5
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Fonte:
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Bíblia antiga encontrada na Turquia; assista



Na Turquia, foi encontrada uma Bíblia, cuja idade é superior a mil e quinhentos anos. É uma das mais antigas bíblias do mundo. A descoberta foi feita na Turquia depois de a polícia ter desmantelado uma rede de venda ilegal de antiguidades em 2000.
O livro está escrito na língua nativa de Jesus Cristo - o aramaico. As letras são claramente distinguíveis, embora o livro se tivesse tornado negro com o tempo.
Desde então a Bíblia, escrita em folhas de couro e que de acordo com os peritos é inteiramente original, foi mantida durante vários anos num cofre-forte de Ancara até ter sido entregue ao Museu Etnográfico de Ancara. A instituição deverá agora restaurá-la para em seguida ser exposta ao público.
O documento, que está avaliado em perto de 20 milhões de euros, é inteiramente escrito em siríaco um dialeto do aramaico, língua que terá sido falada por Jesus Cristo.
São muitas as vozes que afirmam que esta versão da bíblia é o controverso Evangelho de Barnabé, que contradiz o Novo Testamento e aproxima-se da visão de Jesus da religião islâmica.
O Vaticano já pediu às autoridades turcas para analisar o documento.
Segundo especialistas, a relíquia sobreviveu até o nosso tempo porque é feita completamente de couro especialmente tratado. A Bíblia antiga foi imediatamente declarada patrimônio cultural e colocada em exposição no museu de Ankara.



Notícias Cristãs com informações de Voz da Rússia


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Pregadores e cantores mirins

Estou preocupado com a exploração mercantilista dos chamados pregadores e cantores mirins, crianças entre 8 e 12 anos, em geral. No caso dos pregadores mirins, muitos estão imitando famosos animadores de auditório. E, pasmem, já existe até bebê avivalista! Quanto aos cantores mirins, a exploração, que começou em programas de auditório — a qual envolve até dança erótica (!), em alguns casos —, agora ocorre também no meio evangélico.

Muita gente está maravilhada com os animadores de plateia mirins, por serem eles miniaturas dos pregadores malabaristas. Mas é preciso ver o outro lado da moeda: o perigo da adultização precoce. Essas crianças estão cheias de trejeitos que não pertencem à fase infantil: berram ao microfone, como se fossem pôr as entranhas pela boca, correm de um lado para o outro, fazem gracejos (que muitas delas sequer entendem, claramente), dão golpes no ar, empregam bordões e até aparentam ser soberbas.


Em algum lugar na Internet, um menino mal-orientado por seus pais apresenta o seu currículo de maneira imodesta e, tacitamente, oferece os seus serviços: “Pregador mirim fulano de tal, pregador da palavra de 11 anos, usadíssimo por Deus! Deus tem me usado para avivamento espiritual, exortação, cura, libertação de almas e muito mais! Telefone para contato: (99) 9999-9999”.


Se os referenciais dos pregadores mirins são os animadores de auditório, os dos cantores mirins são as celebridades gospel. Basta ler os seus comentários nas redes sociais. Não se vê neles um comportamento de criança. Eles discorrem com naturalidade sobre temas do mundo adulto...


É muito bom que os infantes louvem ao Senhor Jesus e preguem a Palavra de Deus. Mas é perigoso privá-los de viver essa linda fase da vida (a infância), nem que seja para ganhar muito dinheiro! E, nesse caso, a comparação com o astro Michael Jackson e Macaulay Culkin é inevitável.


Todos sabem que uma criança normal precisa brincar, aproveitar bem a sua infância, em vez de ser submetida a uma insana e agressiva adultização precoce. Isso ocorre no mundo (atores, apresentadores e jogadores de futebol mirins, etc.), mas não é modelo para nós, que conhecemos a Palavra do Senhor. Deus criou todas as fases da vida, para que elas sejam vividas. O próprio apóstolo Paulo afirmou: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino” (1 Co 13.11).


Quanto à chamada para ser um pregador ou cantor, é um ato soberano de Deus (1 Tm 2.7; Mc 3.13). Se Ele quiser usar os pequeninos como pregadores do Evangelho e cantores, nada o impedirá, mas o Senhor fará isso no tempo certo. Não existe a necessidade de que sejam “fabricados” animadores de auditório e astros gospel mirins. E penso que isso ocorre, preponderantemente, por mercantilismo, que a Bíblia também condena (2 Co 2.17, ARA; 2 Pe 2.1-3).


O Senhor usa a quem quer e como quer, inclusive meninos, adolescentes e jovens, haja vista Samuel, Davi, Josias, o menino Jesus, Timóteo, etc. Mas não podemos aceitar com naturalidade a exploração infantil, o mercantilismo, o mecanicismo e o artificialismo. Além disso, não devemos tolerar, nos infantes, a soberba, o comportamento de celebridade e a imitação de um modelo que não está de acordo com a Palavra de Deus, ainda que usemos como justificativa o fato de as crianças serem ingênuas e, até certo ponto, inocentes.


Que Deus levante cantores e pregadores mirins que cantem louvores a Deus e falem com singeleza a respeito do Evangelho. Que os líderes e pais orientem os meninos cantores e pregadores a permanecerem humildes. Que os pais resistam às influências do mundo (Rm 12.1,2), que a cada dia fazem o período infantil ficar mais curto, tirando dos infantes a inocência e a singeleza (cf. Mt 18.1-4). Precisamos ter a consciência de que faz parte da boa formação de nossos filhos contribuir para que eles vivam intensamente cada fase da vida, a começar pela infância.


Finalmente, que os infantes sejam ensinados a imitar o Menino mais sábio que o mundo já conheceu: Jesus. Ele, aos 12 anos, já estava no meio dos doutores — interrogando-os e sendo interrogado por eles. Mas só iniciou o seu ministério, de fato, quando atingiu a maturidade.


Ciro Sanches Zibordi